Infografía y educación
Las infografías son utilizadas normalmente en el ámbito periodístico. Sin embargo, con ellas podemos exponer hechos, desarrollar situaciones, explicar historias, describir procesos, etc., por lo que su uso se está comenzando a esparcir a otros ámbitos, como el educativo.
Su empleo en la educación es muy novedoso aún, y presenta dos vertientes: por una parte, como un modo para presentar información en el aula y llamar la atención de los alumnos. Por otra parte, haciendo que el alumno realice una infografía para que desarrolle habilidades como la búsqueda, adquisición y asimilación de la información, ya que para plasmar una determinada información en la infografía hay que conocer en profundidad un determinado tema.
Nos enfrentamos a una realidad diferente, en la que hay que adaptarse a las circunstancias que puedan venir, y la covid-19 es muestra de ello. Debe haber una educación que llegue a las aulas, pero también a las casas, a los hospitales, a alumnos con necesidades especiales, etc. La educación visual y las tecnologías de la información y la comunicación son las grandes líneas del futuro de la educación capaces de conseguirlo.
Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy. Desde 2008 To gather for later reading (again) materials on IL issues. Since 2008
quarta-feira, 4 de maio de 2022
Dibujar nos ayuda a entender: los beneficios de estudiar haciendo infografías
sábado, 10 de julho de 2021
quarta-feira, 7 de julho de 2021
Escola em transformação, saber, curar, cuidar, tratar
Ter as dimensões cognitivas e de empatia, de curar, cuidar, tratar são essenciais para o futuro da escola, defende António Nóvoa (Foto: Enric Vives-Rubio/Público)
"Mas o mais importante virá da capacidade de conhecermos, de refletirmos e de partilharmos histórias que já existem. Isto é, de sabermos que em Portugal e no Brasil, e na China e em muitos lados, em África, há professores, escolas e comunidade que estão a fazer coisas extraordinárias, mas a que nós não damos muitas vezes a devida atenção.
Que tipo de impacto esse olhar mais amplo traria?
A filósofa Simone Weil escreveu uma longa carta ao mestre dela – ele dizia que agora que ela havia concluído o doutorado, precisava de um plano de ação. Weil escreve sobre o que acha que pode ser este plano de ação para ela e termina com palavras mais ou menos assim: ‘Depois de tudo que escrevi, a sensação que tenho é que se há um plano de ação que eu gostaria de levar para frente, era dirigir-me ou trabalhar com todos aqueles que sabem ou fazem alguma coisa e para os quais não basta saber e fazer, porque desejam refletir sobre o que sabem e que fazem’.
Acho que este é o ponto. Hoje em dia não basta na área da educação nós sabermos ou fazermos alguma coisa. Por muito importante que seja, não podemos nos contentar. Temos que ser capazes, por exemplo, de refletir sobre o que sabemos e fazemos, refletir sobre as histórias e experiências que existem, sobre as coisas que nos mobilizam. Quando eu digo reflexão, eu digo individual e coletiva, reflexão que conduz a uma escrita, reflexão que conduz a uma escrita partilhada, da qual se podem retirar novas dinâmicas e aprendizagens. Acho que esse é o caminho para o futuro da educação." (2021- António Nóvoa)
domingo, 11 de abril de 2021
Why Your Students May Not Be Comprehending | Shanahan on Literacy
"My district is trying to shift literacy instruction to be in line with the science of reading. We are wondering where comprehension strategies fit into Scarborough’s Reading Rope? Inferences and making connections are part of Verbal Reasoning, but what about other skills my students still need to be taught, like understanding and using text structure, summarizing, visualizing, questioning? There is much research to support explicit instruction in comprehension strategies, so where do they fit? Also, even when our teachers do a good job of scaffolding students’ comprehension of complex text, our at-risk students struggle to independently process texts on tests and with grade-level classroom assignments. What else should we be doing?
Shanahan responds:
Any model is a simplification and what gets emphasized may shift over time. Hollis Scarborough’s rope (2001) is no exception.
You’re correct that the rope does not include a strand for comprehension strategies though it does indicate that reading comprehension becomes increasingly strategic with development (just as word recognition becomes increasingly automatic).
However, don’t despair. (...)
Many folks, these days, want to relegate comprehension strategies to the ash heap of history. An out-of-date or incomplete model that leaves them out may be reassuring to them.
What do I make of Executive Functioning?
Well, first it requires intentionality… it’s the part of our mind (not brain) that takes agency, that tries to accomplish things, that aims at goals. Too often we treat reading comprehension as if it operated mainly through automaticity – arising spontaneously from reading the words.
But to comprehend we must focus on the ideas. Research reveals that adults often “read” text without attention to meaning. Haven’t you ever found yourself on page 24, not knowing how you got there? This happens with young kids, too, who may get absorbed in reading a text fluently rather than trying to gain information. Reading with the aim of understanding the text is under the control of that little guy in your head wearing the EF (executive functioning) sweatshirt.
Of course, if a text is relatively easy and you’re not too distracted, Mr./Ms. EF doesn’t have much to do. Other times, EF has to get off his/her duff and expend more effort.
That’s where reading comprehension strategies are supposed to come in. Strategies are actions we take to try to solve a problem. Several strategies have been found to improve reading comprehension. For example, summarizing has been lauded in many studies. Students who stop occasionally to sum up what the text has said so far tend to end up with higher comprehension. That makes sense. Anyone who is summarizing along the way is going to spend more time thinking about the ideas in the text than those who just read it; and that repeated rehearsal of ideas can help move them into long term memory.
That’s how strategies work. They guide the reader to pay attention or to manage memory in ways that increase learning.
That some strategies -- summarization, self-questioning, visualization, using text structure, and so on – have been researched can foster the mistaken impression that strategies are a rather static set of steps that automatically enhances reading comprehension.
That’s unfortunate because strategy use needs to be flexible, suitable to a reader’s goals, the demands of a specific text, and the actual problems being confronted.
(Continua)
Post de 16.03.2021
Hoje, 11.04.2021, recolheu já 16 comentários.
Ora, leia, se faz favor.
sábado, 10 de abril de 2021
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
POCH | Relatório Estatístico de Educação de Adultos – Portugal
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Re-Word-it

Um logotipo desafiante e sítio web de claridade. Um projeto a seguir.
Os três pilares do Re-Word-It
Tudo o que nos rege apoia-se no prazer – em ler, escrever e aprender, em ser curioso –, na metacognição – ganhando autonomia e consciência na aprendizagem – e no feedback construtivo, individual e coletivo, capaz de motivar para ir mais longe.
Visão e Missão
Priorizar a escrita e a leitura ao trabalhar a inteligência cognitiva e emocional, focados na atenção e na motivação para o desenvolvimento da criatividade e da curiosidade enquanto âncoras da aprendizagem.
Pilares Re-Word-it | Re-Word-it
sábado, 27 de junho de 2020
sábado, 20 de junho de 2020
Mais que Tecnologia, relação professor/aluno na educação
"Mais reconhecimento para os professores, mais participação dos alunos nas decisões são algumas das propostas para a educação - UNESCO deixa várias recomendações sobre a escola do futuro
Depois dos desafios colocados à educação, em todo o mundo, por causa da pandemia de covid-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)propõe que, de maneira a esbater as desigualdades, se disponibilizem recursos educativos e tecnológicos gratuitos para professores e alunos.O relatório denuncia que a pandemia veio expor “vulnerabilidades e desafios” em todo o mundo. A crise da covid-19 expôs uma “imagem clara das desigualdades existentes”, diz o relatório Nove Ideias para a Acção Pública — Educação, Aprendizagem e Conhecimento num Mundo Pós-covid-19, realizado pela Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação.No mundo existem cerca de 1,5 mil milhões de estudantes. Contudo, nemtodos têm acesso à educação e, em tempos de confinamento e ensino à distância, muitos ficaram para trás. O texto dá como exemplo os alunos da África subsariana: apenas 11% têm computador em casa e 18% tem Internet, quando a média mundial é de 50% para o equipamento e 57% para o acesso à rede. “É particularmente importante que o mundo apoie os países em desenvolvimento com investimento em infra-estruturas educacionais do século XXI; isso exigirá a mobilização, recursos e apoio dos países desenvolvidos, em particular com o cancelamento da dívida, reestruturação e novos financiamentos”, defende Sahle-Work Zewde, presidente da Etiópia, que preside à comissão, no prefácio do relatório.O abandono escolar poderá ser uma das consequências graves desta pandemia, o que vai levar a uma regressão de “várias décadas”, continua a responsável, sem esquecer o impacto na educação das raparigas. Serão sobretudo elas que poderão não voltar à escola, alerta o relatório que começa por elogiar os professores, a sua resposta e adaptação rápida às circunstâncias do ensino à distância, embora façam parte de um leque de profissionais que são “frequentemente mal pagos”, apesar de terem “grande importância social”.As escolas fechadas podem levar ao aumento das desigualdades já que este é um espaço que além do ensino oferece outros serviços como alimentação — por vezes, a única refeição “decente” do dia — e bem-estar. “As escolas são espaços de vivência colectiva que não podem ser substituídos por ensino remoto ou à distância”, defendem os especialistas.Esta crise de saúde que, como consequência, se tornou também uma crise económica veio mostrar a importância do ensino público, como este é “crucial” no combate às desigualdades, defende o texto. No entanto, os especialistas estão preocupados com as possíveis consequências da crise económica. Se, por um lado, haverá famílias que não conseguirão manter os filhos na escola; por outro, o financiamento da educação pode vir também a sofrer. Por isso, é pedido aos governos para “resistir às pressões para restringir os gastos com educação no futuro”. A comissão apela, assim, a que não só os governos, mas também as organizações internacionais, civis e os cidadãos se mobilizem na protecção do ensino público e seu financiamento, alertando ainda para a necessidade de evitar a corrupção ou o desvio de fundos que devem ser aplicados nas escolas.Embora a educação não possa acontecer fora do âmbito pedagógico e da relação professor/aluno, também não pode ficar refém da tecnologia — como se poderia supor com o recurso ao ensino à distância. Esta é uma “ferramenta formidável”, mas não pode ser uma “panaceia” e deve ser usada com cuidado, de maneira a não comprometer a privacidade. “É uma ilusão pensar que a aprendizagem online é o caminho a seguir para todos”, diz o relatório.A comissão defende ainda que os alunos sejam ouvidos neste processo e envolvidos nas decisões que lhes dizem respeito. Aliás, este procedimento democrático visa combater o ressurgimento de “políticas autoritárias”. No mesmo sentido vai a recomendação de construir currículos que dêem prioridade “à pessoa como um todo e não apenas [transmitindo- lhe] competências académicas”.Preocupada com as fake news e a falta de informação, a comissão defende que se dê prioridade à literacia científica, assegurando um currículo com “fortes objectivos humanísticos”, em que se explore a relação entre factos e conhecimento, ajudando os alunos a “compreenderem e a situarem-se num mundo complexo”.
domingo, 14 de junho de 2020
"Precisamos de crianças curiosas para serem felizes!"

Desconfine o seu pensamento
SIC | É P'ra Amanhã - Episódio 5 - Educação
É P'ra Amanhã - Episódio 5 - Educação com Carlos Neto Neto, Rita Alves,...
"É mesmo preciso repensar um novo paradigma da Educação". 14.06.2020
46:07 min
terça-feira, 28 de abril de 2020
Emilio Lledó: Ler é liberdade. Bem estar e bem ser : urgentes

No hay forma de salir de la la monstruosa educación deformadora de los exámenes permanentes. Siempre, desde que fui profesor, he combatido el asignaturismo, el “examineísmo”. Los exámenes tienen que convertirse en algo marginal, en un control. Está claro que el estudiante de medicina tiene que ser examinado para saber si realmente está preparado. Lo suyo es algo muy serio, están en juego las vidas de las personas. Podemos pensar que en Filosofía y Letras no es tan necesario, que no se te va a morir nadie, aunque a lo mejor sí, se te mueren de la cabeza (risas). Pero volviendo a lo central, esta idea del control permanente es una cosa inquisitorial, absolutamente inquisitorial, y por supuesto castrante, aniquilante, porque el conocimiento, el “bienser”, se educa desde la libertad y la libertad se educa desde el diálogo, desde la apertura del diálogo con los otros y sobre todo con los libros. La lectura es el ejemplo más clásico de la libertad de inteligencia, de pensamiento. Leer es libertad, nos permite salir de nosotros mismos, de nuestro entorno pequeñito, y abrirnos a un universo nuevo.
"Para ser felices hay que partir del bienestar, hay que estar bien y para estar bien hay que tener una vivienda, no pasar hambre, tener solucionada la vida del cuerpo, que es lo que realmente somos. Pero después hay que aspirar al “bienser”, una palabra que no se utiliza y que nos vamos a inventar ahora, aquí."
Emilio Lledó: “La raíz del mal está en la ignorancia, el egoísmo, la codicia” – Lecturas Sumergidas
quarta-feira, 22 de abril de 2020
Coisas globais que a pandemia revela mais
60 páginas de recomendações que vale a pena ter em conta
Lá, e cá, e em toda a parte.
Essential Instructional Recommendations
We strongly encourage:
• Planning for remote learning that respects the needs of all students and staff
• Implementing remote learning that attends to the diversity of each community to ensure that all students have access to equitable educational opportunities• Meticulously documenting the best efforts possible being made under the current emergency conditions with regard to students with Individualized Education Programs (IEPs) and Section 504 Plans• Structuring active student engagement with learning in accordance with the ageappropriate thresholds• Selecting content for remote learning that is aligned to standards, relevant, and appropriate for each student• Practicing consistent communication with students, families, and staff to understand how the health emergency is impacting them
Essential Grading Recommendations
• The emphasis for schoolwork assigned, reviewed, and completed during the remote learning period is on learning, not on compliance
• Grading should focus on the continuation of learning and prioritize the connectedness and care for students and staff. All students should have the opportunity to redo, make up, or try again to complete, show progress, or attempt to complete work assigned prior to the remote learning period in that time frame. A focus on keeping children emotionally and physically safe, fed, and engaged in learning should be our first priority during this unprecedented time.• Local districts should develop alternate methods of assessment for career and technical education course work, where appropriate, including use of video, electronic submission, etc.• Dual credit policies should be developed in conjunction with partner institutions• More broadly, nothing in this recommendation is intended to replace or supersede federal or state law, contracts, or collective bargaining agreements or established past practice
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Em dias do quase... quase... quase...

sábado, 14 de março de 2020
Ferramentas digitais para educação
100 exemplos selecionados pelo Carlos Pinheiro (2020)

https://linhadeleitura.wordpress.com/ferramentas-digitais-para-educacao/?fbclid=IwAR2TjvZbl7nR5ysHOpuvlnExj9KAj8JHnLjLC_4bHpSei0hpnDte0MdYc28
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
Inclusão, Equidade, Educação

"Inclusão é o processo que ajuda a superar barreiras que limitam a presença, participação e conquistas dos estudantes.
Equidade é garantir que existe uma preocupação com justiça/processos justos, de modo que a educação de todos os estudantes seja considerada como de igual importância."Notícia daqui: https://blogue.rbe.mec.pt/manual-para-garantir-inclusao-e-2322522
PDF descarregável, integral, aqui: https://app.box.com/s/a9arn7vlzz7gol4lurh31y8yv4or1j0c
domingo, 15 de dezembro de 2019
Outra escola

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Literacia curta e ligeira dá asneira

A solução está na educação (na escola E ao longo da vida). O problema não é a tecnologia, mas a literacia. Ler e entender, dá saúde e faz crescer, individual e colectivamente.
Literacia curta e ligeira, dá asneira.
Como valorizar o rigor em vez da rapidez? A leitura em vez da partilha imediata? A compreensão em vez do comentário?
Como educar as crianças a navegarem criticamente por si mesmas nas marés de informação, em vez de repetirem o que outros lhes dizem e confiarem em assitentes digitais que lhes pensam por elas e lhes explicam o mundo?
Como garantir que as escolas voltem a ensinar a triangular informação, a arbitrar conflitos, a separar factos de opiniões, a identificar sequências de informação, a orientar uma pesquia o, simplesmente, a verificar e validar antes de formular juízos ou tirar conclusões?
Como voltar a ensinar a sociedade a pensar?
Como resgatar a cidadania na selva informativa digital cada vez mais saturada de falsidades, sem mapa nem bússola que nos dê segurança?
Resposta: ensinar à cidadania mundial as bases da literacia da informação.
Navegar é uma arte, viver também.
Como escreveu Camões: quem não sabe Arte não a estima.
"Beneath the spread of all “fake news,” misinformation, disinformation, digital falsehoods and foreign influence lies society’s failure to teach its citizenry information literacy: how to think critically about the deluge of information that confronts them in our modern digital age.Instead, society has prioritized speed over accuracy, sharing over reading, commenting over understanding. Children are taught to regurgitate what others tell them and to rely on digital assistants to curate the world rather than learn to navigate the informational landscape on their own. Schools no longer teach source triangulation, conflict arbitration, separating fact from opinion, citation chaining, conducting research or even the basic concept of verification and validation. In short, we’ve stopped teaching society how to think about information, leaving our citizenry adrift in the digital wilderness increasingly saturated with falsehoods without so much as a compass or map to help them find their way to safety. The solution is to teach the world's citizenry the basics of information literacy.
Ler mais aqui
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Escolas e gestão curricular : aviso à navegação
Carmo Machado, 10.02.2019
A meu ver, a gestão curricular ocupa, neste contexto do mundo em que vivemos, uma centralidade inegável na medida em que permitirá, se a fizermos com eficácia criativa, relançar o elo entre a escola e a sociedade numa perspetiva de adequação aos seus destinatários, proporcionando, paralelamente às aprendizagens comuns a todos, uma diferenciação que pudesse colmatar as diferenças cognitivas e culturais dos nossos jovens.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Neurociências e Educação : transfusão de saberes, precisa-se

Imagem numa publicação que divulga alguns artigos interessantes para quem é professor e se preocupa com os modos de aprender e de ensinar, com base científica.
De que atualização do conhecimento sobre neurociências dispoem os professores? Ora lede...
Ex. "Portuguese teachers are susceptible to misinterpreting neuroscientific findings and believe in neuromyths that might ultimately impair their teaching – or simply waste time investing in techniques that will not aid their student." (do resumo de um dos artigos, de 2013)
- ThesisFull-text available
- Sep 2011
- ArticleFull-text available
- Jul 2017
-
Mais um produto RTP Ensina, desta vez para os mais novos e sobre a cidadania e os Direitos das Crianças. 15 programas curtos (5 min cada),...








