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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Dibujar nos ayuda a entender: los beneficios de estudiar haciendo infografías




Dibujar nos ayuda a entender: los beneficios de estudiar haciendo infografías

Infografía y educación

Las infografías son utilizadas normalmente en el ámbito periodístico. Sin embargo, con ellas podemos exponer hechos, desarrollar situaciones, explicar historias, describir procesos, etc., por lo que su uso se está comenzando a esparcir a otros ámbitos, como el educativo.

Su empleo en la educación es muy novedoso aún, y presenta dos vertientes: por una parte, como un modo para presentar información en el aula y llamar la atención de los alumnos. Por otra parte, haciendo que el alumno realice una infografía para que desarrolle habilidades como la búsqueda, adquisición y asimilación de la información, ya que para plasmar una determinada información en la infografía hay que conocer en profundidad un determinado tema.

Nos enfrentamos a una realidad diferente, en la que hay que adaptarse a las circunstancias que puedan venir, y la covid-19 es muestra de ello. Debe haber una educación que llegue a las aulas, pero también a las casas, a los hospitales, a alumnos con necesidades especiales, etc. La educación visual y las tecnologías de la información y la comunicación son las grandes líneas del futuro de la educación capaces de conseguirlo.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Escola em transformação, saber, curar, cuidar, tratar


Ter as dimensões cognitivas e de empatia, de curar, cuidar, tratar são essenciais para o futuro da escola, defende António Nóvoa (Foto: Enric Vives-Rubi
o/Público)

"Mas o mais importante virá da capacidade de conhecermos, de refletirmos e de partilharmos histórias que já existem. Isto é, de sabermos que em Portugal e no Brasil, e na China e em muitos lados, em África, há professores, escolas e comunidade que estão a fazer coisas extraordinárias, mas a que nós não damos muitas vezes a devida atenção.

Que tipo de impacto esse olhar mais amplo traria?

A filósofa Simone Weil escreveu uma longa carta ao mestre dela – ele dizia que agora que ela havia concluído o doutorado, precisava de um plano de ação. Weil escreve sobre o que acha que pode ser este plano de ação para ela e termina com palavras mais ou menos assim: ‘Depois de tudo que escrevi, a sensação que tenho é que se há um plano de ação que eu gostaria de levar para frente, era dirigir-me ou trabalhar com todos aqueles que sabem ou fazem alguma coisa e para os quais não basta saber e fazer, porque desejam refletir sobre o que sabem e que fazem’.

Acho que este é o ponto. Hoje em dia não basta na área da educação nós sabermos ou fazermos alguma coisa. Por muito importante que seja, não podemos nos contentar. Temos que ser capazes, por exemplo, de refletir sobre o que sabemos e fazemos, refletir sobre as histórias e experiências que existem, sobre as coisas que nos mobilizam. Quando eu digo reflexão, eu digo individual e coletiva, reflexão que conduz a uma escrita, reflexão que conduz a uma escrita partilhada, da qual se podem retirar novas dinâmicas e aprendizagens. Acho que esse é o caminho para o futuro da educação." (2021- António Nóvoa)


António Nóvoa: aprendizagem precisa considerar o sentir

domingo, 11 de abril de 2021

Why Your Students May Not Be Comprehending | Shanahan on Literacy






 Teacher question:

"My district is trying to shift literacy instruction to be in line with the science of reading. We are wondering where comprehension strategies fit into Scarborough’s Reading Rope? Inferences and making connections are part of Verbal Reasoning, but what about other skills my students still need to be taught, like understanding and using text structure, summarizing, visualizing, questioning? There is much research to support explicit instruction in comprehension strategies, so where do they fit?  Also, even when our teachers do a good job of scaffolding students’ comprehension of complex text, our at-risk students struggle to independently process texts on tests and with grade-level classroom assignments. What else should we be doing?

Shanahan responds: 

Any model is a simplification and what gets emphasized may shift over time. Hollis Scarborough’s rope (2001) is no exception.

You’re correct that the rope does not include a strand for comprehension strategies though it does indicate that reading comprehension becomes increasingly strategic with development (just as word recognition becomes increasingly automatic).

However, don’t despair. (...)

Many folks, these days, want to relegate comprehension strategies to the ash heap of history. An out-of-date or incomplete model that leaves them out may be reassuring to them.

What do I make of Executive Functioning?

Well, first it requires intentionality… it’s the part of our mind (not brain) that takes agency, that tries to accomplish things, that aims at goals. Too often we treat reading comprehension as if it operated mainly through automaticity – arising spontaneously from reading the words.

But to comprehend we must focus on the ideas. Research reveals that adults often “read” text without attention to meaning. Haven’t you ever found yourself on page 24, not knowing how you got there? This happens with young kids, too, who may get absorbed in reading a text fluently rather than trying to gain information. Reading with the aim of understanding the text is under the control of that little guy in your head wearing the EF (executive functioning) sweatshirt.

Of course, if a text is relatively easy and you’re not too distracted, Mr./Ms. EF doesn’t have much to do. Other times, EF has to get off his/her duff and expend more effort.

That’s where reading comprehension strategies are supposed to come in. Strategies are actions we take to try to solve a problem. Several strategies have been found to improve reading comprehension. For example, summarizing has been lauded in many studies. Students who stop occasionally to sum up what the text has said so far tend to end up with higher comprehension. That makes sense. Anyone who is summarizing along the way is going to spend more time thinking about the ideas in the text than those who just read it; and that repeated rehearsal of ideas can help move them into long term memory.

That’s how strategies work. They guide the reader to pay attention or to manage memory in ways that increase learning.

That some strategies -- summarization, self-questioning, visualization, using text structure, and so on – have been researched can foster the mistaken impression that strategies are a rather static set of steps that automatically enhances reading comprehension.

That’s unfortunate because strategy use needs to be flexible, suitable to a reader’s goals, the demands of a specific text, and the actual problems being confronted. 

(Continua)

Post de 16.03.2021

Hoje, 11.04.2021, recolheu já 16 comentários.

Ora, leia, se faz favor.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

POCH | Relatório Estatístico de Educação de Adultos – Portugal




POCH | Relatório Estatístico de Educação de Adultos – Portugal
​O relatório baseia-se em dados estatísticos relativos à participação na educação de adultos, formal e não formal, em Portugal. Mostra a evolução nas várias áreas da educação de adultos, relacionando-a com os seus principais provedores e financiamento.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Re-Word-it

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Um logotipo desafiante e sítio web de claridade.  Um projeto a seguir.

Os três pilares do Re-Word-It 
Tudo o que nos rege apoia-se no prazer – em ler, escrever e aprender, em ser curioso –, na metacognição – ganhando autonomia e consciência na aprendizagem – e no feedback construtivo, individual e coletivo, capaz de motivar para ir mais longe.

          Visão e Missão 

Priorizar a escrita e a leitura ao trabalhar a inteligência cognitiva e emocional, focados na atenção e na motivação para o desenvolvimento da criatividade e da curiosidade enquanto âncoras da aprendizagem.


Pilares Re-Word-it | Re-Word-it

sábado, 20 de junho de 2020

Mais que Tecnologia, relação professor/aluno na educação



EDUCAÇÃO ESCREVE-SE COM D, DE DÍVIDA. E V, DE TODOS A VOLTAR À ESCOLA.
Pressões para cortar no dinheiro para a educação: resistir-lhes é garantir não apenas o futuro covid-free, mas sobretudo um futuro ignorância-free. A população e a cidadania agradecerão.
"Mais reconhecimento para os professores, mais participação dos alunos nas decisões são algumas das propostas para a educação - UNESCO deixa várias recomendações sobre a escola do futuro

Depois dos desafios colocados à educação, em todo o mundo, por causa da pandemia de covid-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)
propõe que, de maneira a esbater as desigualdades, se disponibilizem recursos educativos e tecnológicos gratuitos para professores e alunos.
O relatório denuncia que a pandemia veio expor “vulnerabilidades e desafios” em todo o mundo. A crise da covid-19 expôs uma “imagem clara das desigualdades existentes”, diz o relatório Nove Ideias para a Acção Pública — Educação, Aprendizagem e Conhecimento num Mundo Pós-covid-19, realizado pela Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação.
No mundo existem cerca de 1,5 mil milhões de estudantes. Contudo, nemtodos têm acesso à educação e, em tempos de confinamento e ensino à distância, muitos ficaram para trás. O texto dá como exemplo os alunos da África subsariana: apenas 11% têm computador em casa e 18% tem Internet, quando a média mundial é de 50% para o equipamento e 57% para o acesso à rede. “É particularmente importante que o mundo apoie os países em desenvolvimento com investimento em infra-estruturas educacionais do século XXI; isso exigirá a mobilização, recursos e apoio dos países desenvolvidos, em particular com o cancelamento da dívida, reestruturação e novos financiamentos”, defende Sahle-Work Zewde, presidente da Etiópia, que preside à comissão, no prefácio do relatório.
O abandono escolar poderá ser uma das consequências graves desta pandemia, o que vai levar a uma regressão de “várias décadas”, continua a responsável, sem esquecer o impacto na educação das raparigas. Serão sobretudo elas que poderão não voltar à escola, alerta o relatório que começa por elogiar os professores, a sua resposta e adaptação rápida às circunstâncias do ensino à distância, embora façam parte de um leque de profissionais que são “frequentemente mal pagos”, apesar de terem “grande importância social”.
As escolas fechadas podem levar ao aumento das desigualdades já que este é um espaço que além do ensino oferece outros serviços como alimentação — por vezes, a única refeição “decente” do dia — e bem-estar. “As escolas são espaços de vivência colectiva que não podem ser substituídos por ensino remoto ou à distância”, defendem os especialistas.
Esta crise de saúde que, como consequência, se tornou também uma crise económica veio mostrar a importância do ensino público, como este é “crucial” no combate às desigualdades, defende o texto. No entanto, os especialistas estão preocupados com as possíveis consequências da crise económica. Se, por um lado, haverá famílias que não conseguirão manter os filhos na escola; por outro, o financiamento da educação pode vir também a sofrer. Por isso, é pedido aos governos para “resistir às pressões para restringir os gastos com educação no futuro”. A comissão apela, assim, a que não só os governos, mas também as organizações internacionais, civis e os cidadãos se mobilizem na protecção do ensino público e seu financiamento, alertando ainda para a necessidade de evitar a corrupção ou o desvio de fundos que devem ser aplicados nas escolas.
Embora a educação não possa acontecer fora do âmbito pedagógico e da relação professor/aluno, também não pode ficar refém da tecnologia — como se poderia supor com o recurso ao ensino à distância. Esta é uma “ferramenta formidável”, mas não pode ser uma “panaceia” e deve ser usada com cuidado, de maneira a não comprometer a privacidade. “É uma ilusão pensar que a aprendizagem online é o caminho a seguir para todos”, diz o relatório.
A comissão defende ainda que os alunos sejam ouvidos neste processo e envolvidos nas decisões que lhes dizem respeito. Aliás, este procedimento democrático visa combater o ressurgimento de “políticas autoritárias”. No mesmo sentido vai a recomendação de construir currículos que dêem prioridade “à pessoa como um todo e não apenas [transmitindo- lhe] competências académicas”.
Preocupada com as fake news e a falta de informação, a comissão defende que se dê prioridade à literacia científica, assegurando um currículo com “fortes objectivos humanísticos”, em que se explore a relação entre factos e conhecimento, ajudando os alunos a “compreenderem e a situarem-se num mundo complexo”. 

Leia mais aqui, incluindo a possibilidade de descarregar o relatório (pdf) 
https://www.publico.pt/2020/06/19/impar/entrevista/ensino-distancia-veio-exacerbar-desigualdades-existentes-1921245



Mais reconhecimento para os professores, mais participação dos alunos nas decisões são algumas das propostas para a educação depois dos desafios colocados pela covid-19.
PUBLICO.PT
Mais reconhecimento para os professores, mais participação dos alunos nas decisões são algumas das propostas para a educação depois dos desafios colocados pela covid-19.

domingo, 14 de junho de 2020

"Precisamos de crianças curiosas para serem felizes!"


Desconfine o seu pensamento

SIC | É P'ra Amanhã - Episódio 5 - Educação

É P'ra Amanhã - Episódio 5 - Educação com Carlos Neto NetoRita Alves,...

"É mesmo preciso repensar um novo paradigma da Educação". 14.06.2020
46:07 min



terça-feira, 28 de abril de 2020

Emilio Lledó: Ler é liberdade. Bem estar e bem ser : urgentes

 Emilio-Lledó---9junio2014---Nacho-Goberna--©-2014-(4)
No hay forma de salir de la la monstruosa educación deformadora de los exámenes permanentes. Siempre, desde que fui profesor, he combatido el asignaturismo, el “examineísmo”. Los exámenes tienen que convertirse en algo marginal, en un control. Está claro que el estudiante de medicina tiene que ser examinado para saber si realmente está preparado. Lo suyo es algo muy serio, están en juego las vidas de las personas. Podemos pensar que en Filosofía y Letras no es tan necesario, que no se te va a morir nadie, aunque a lo mejor sí, se te mueren de la cabeza (risas). Pero volviendo a lo central, esta idea del control permanente es una cosa inquisitorial, absolutamente inquisitorial, y por supuesto castrante, aniquilante, porque el conocimiento, el “bienser”, se educa desde la libertad y la libertad se educa desde el diálogo, desde la apertura del diálogo con los otros y sobre todo con los libros. La lectura es el ejemplo más clásico de la libertad de inteligencia, de pensamiento. Leer es libertad, nos permite salir de nosotros mismos, de nuestro entorno pequeñito, y abrirnos a un universo nuevo.

"Para ser felices hay que partir del bienestar, hay que estar bien y para estar bien hay que tener una vivienda, no pasar hambre, tener solucionada la vida del cuerpo, que es lo que realmente somos. Pero después hay que aspirar al “bienser”, una palabra que no se utiliza y que nos vamos a inventar ahora, aquí."


Emilio Lledó: “La raíz del mal está en la ignorancia, el egoísmo, la codicia” – Lecturas Sumergidas

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Coisas globais que a pandemia revela mais

Março de 2020, Illinois
60 páginas de recomendações que vale a pena ter em conta
Lá, e cá, e em toda a parte.




Essential Instructional Recommendations 
We strongly encourage: 
• Planning for remote learning that respects the needs of all students and staff 

Implementing remote learning that attends to the diversity of each community to ensure that all students have access to equitable educational opportunities 
• Meticulously documenting the best efforts possible being made under the current emergency conditions with regard to students with Individualized Education Programs (IEPs) and Section 504 Plans 
• Structuring active student engagement with learning in accordance with the ageappropriate thresholds
• Selecting content for remote learning that is aligned to standards, relevant, and appropriate for each student 
Practicing consistent communication with students, families, and staff to understand how the health emergency is impacting them 

Essential Grading Recommendations 


• The emphasis for schoolwork assigned, reviewed, and completed during the remote learning period is on learning, not on compliance 

Grading should focus on the continuation of learning and prioritize the connectedness and care for students and staff. All students should have the opportunity to redo, make up, or try again to complete, show progress, or attempt to complete work assigned prior to the remote learning period in that time frame. A focus on keeping children emotionally and physically safe, fed, and engaged in learning should be our first priority during this unprecedented time. 
• Local districts should develop alternate methods of assessment for career and technical education course work, where appropriate, including use of video, electronic submission, etc. 
• Dual credit policies should be developed in conjunction with partner institutions
• More broadly, nothing in this recommendation is intended to replace or supersede federal or state law, contracts, or collective bargaining agreements or established past practice 

Note: 
School boards may need to reconvene to amend board policies and administrators may need to revise administrative procedures to address the circumstances created by the COVID-19 outbreak. 
School districts should work with their legal counsel and, where applicable, in consultation with relevant collective bargaining entities to address remote learning needs in policies and procedures. 
School districts must pay particular attention to any issues impacting the work conditions of employees, including the framework of any remote plans, acceptable use policies, and use of personal devices. 

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Em dias do quase... quase... quase...


"Aqui chegados, sim porque foi exatamente ali que aprendi/descobri que houve um erro inicial na tradução de "Learning" que em vez de ter ficado aprendizagem ficou ensino....Enfim, erros que se cometem ao longo da vida e que quando reproduzimos maciçamente, como acontece nos nossos dias com as "fake news", são difíceis de conter. Todos os fazem e a nossa comunidade de profissionais de educação/formação deve, por isso, e a meu ver (que vale pouco) privilegiar aquela que eu mais respeito: a humildade pedagógica. Aquela que nos diferencia no reino animal deste Planeta maravilhoso em que vivemos (que com esta pandemia respira melhor...) : - enquanto estamos vivos estamos sempre a aprender. É, por isso, que hoje me tornei um fervoroso ativista da aprendizagem ao longo da vida (do berço ao túmulo, atenção!). 
Com a experiência acumulada das batalhas, ganhas e perdidas, no eLearning e conseguindo em todo o momento levar para dentro das discussões sobre educação/formação (lá está, devia ser aprendizagem) inclusivas, que a tecnologia, em especial a AST-aprendizagem sustentada em tecnologia, tem um papel determinante de suporte para que essa inclusão seja efetiva. Não exclui, inclui. 
Por isso compreendem como dói ver a CE adiar o seu Plano de Ação para a Educação e Portugal não ter em duas semanas tido a capacidade de colocar tos os seus alunos com acesso internet e computador/tablet (50 a 100.000 segundo parece) e alguns professores também. 
Era a oportunidade para lançarmos uma grande ofensiva a nível mundial na guerra pelo Conhecimento/Investigação/Competências (sem esquecer a Cultura e a Saúde (aqui mais um parêntesis para lembrar artigos escritos antes desta pandemia em que opinava sobre a "ALV pode salvar muitas vidas") que são molas reais dessa mudança. Não, não esqueci o "Green Deal" , mas vejo-o como uma consequência daquelas e não como uma resultante. A Europa vai dar passos significativos assumindo o seu papel de Líder mundial quando finalmente conseguir colocar a aprendizagem dos seus cidadãos como a essência de todas as batalhas pela produtividade e de superar crises. Como Albert Sangrá escreve no seu mais recente texto neste blogue não há um modelo único para se aprender. Agora que já experimentaram este, sem ter a socialização dos recreios das escolas e os bares das academias, saibamos combinar inteligentemente ambos. Vamos ser melhores na aprendizagem! Desculpem, é isto que penso. Agora. Pode ser que aprenda até morrer que estou errado."


Glossário: ALV = Aprendizagem ao Longo da Vida (toda). AST = Aprendizagem Sustentada (quer dizer que não cai) em Tecnologia (toda...)


https://eagoraead.wixsite.com/ensinaradistancia/post/alv-e-ast-unidas-que-laço-as-liga

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Inclusão, Equidade, Educação

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Um manual que tardava. 48 páginas. Prosseguindo na aposta da Unesco nos ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030, nomeadamente no 4 - Educação. Embora a tradução em português se ressinta de várias fragilidades, a leitura pode ser deveras útil para profissionais e decisores de políticas educativas, a diversos níveis.
Inclusão e equidade são encaradas como um processo, abrangendo conceitos, orientações políticas, estruturas e sistemas, e práticas.
"Inclusão é o processo que ajuda a superar barreiras que limitam a presença, participação e conquistas dos estudantes. 
Equidade é garantir que existe uma preocupação com justiça/processos justos, de modo que a educação de todos os estudantes seja considerada como de igual importância."
Notícia daqui: https://blogue.rbe.mec.pt/manual-para-garantir-inclusao-e-2322522
PDF descarregável, integral, aqui: https://app.box.com/s/a9arn7vlzz7gol4lurh31y8yv4or1j0c

domingo, 15 de dezembro de 2019

Outra escola

Outra Escola

Outra escola. RTP2. Primorosos episódios. Hoje, 8º de 13. O tempo da creche.
Ai, recomendo.

Autoria, Pesquisa e Produção de Conteúdos Filipa Reis, João Miller Guerra, Maria Gil
Direção de Produção Filipa Reis
Produção Executiva Daniela Soares, Lydie Bárbara, Rita Laranjeira
Concepção de Genérico e Grafismos André Sentieiro
Montagem e Animação de Genérico e Grafismos Francisco Carvalho
Música Original de Genérico Luís Severo
Direção de Fotografia André Costa, Hugo Azevedo
Direção de Som Rúben Costa
Captação de Som Ricardo Pereira
Montagem Catarina Lino, Marlene Santos
Pós-Produção de Som Rúben Costa
Realização Filipa Reis, João Miller Guerra

Produção Vende-se Filmes

Coprodução RTP

https://www.rtp.pt/play/pesquisa?q=outra+escola

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Literacia curta e ligeira dá asneira






Getty Images.
 GETTY IMAGES.


A solução está na educação (na escola E ao longo da vida).  O problema não é a tecnologia, mas a literacia. Ler e entender, dá saúde e faz crescer, individual e  colectivamente.
Literacia curta e ligeira, dá asneira.

Como valorizar o rigor em vez da rapidez? A leitura em vez da partilha imediata? A compreensão em vez do comentário?
Como educar as crianças a navegarem criticamente por si mesmas nas marés de informação, em vez de repetirem o que outros lhes dizem e confiarem em assitentes digitais que lhes pensam por elas e lhes explicam o mundo?
Como garantir que as escolas voltem a ensinar a triangular informação, a arbitrar conflitos, a separar factos de opiniões, a identificar sequências de informação, a orientar uma pesquia o, simplesmente, a verificar e validar antes de formular juízos ou tirar conclusões?
Como voltar a ensinar a sociedade a pensar?
Como resgatar a cidadania na selva informativa digital cada vez mais saturada de falsidades, sem mapa nem bússola que nos dê segurança?

Resposta: ensinar à cidadania mundial as bases da literacia da informação. 
Navegar é uma arte, viver também.
Como escreveu Camões: quem não sabe Arte não a estima.


"Beneath the spread of all “fake news,” misinformation, disinformation, digital falsehoods and foreign influence lies society’s failure to teach its citizenry information literacy: how to think critically about the deluge of information that confronts them in our modern digital age. 
Instead, society has prioritized speed over accuracy, sharing over reading, commenting over understanding. Children are taught to regurgitate what others tell them and to rely on digital assistants to curate the world rather than learn to navigate the informational landscape on their own. Schools no longer teach source triangulation, conflict arbitration, separating fact from opinion, citation chaining, conducting research or even the basic concept of verification and validation. In short, we’ve stopped teaching society how to think about information, leaving our citizenry adrift in the digital wilderness increasingly saturated with falsehoods without so much as a compass or map to help them find their way to safety. The solution is to teach the world's citizenry the basics of information literacy.


A Reminder That 'Fake News' Is An Information Literacy Problem - Not  A Techology Problem

Kalev LeetaruAI & Big Data







Ler mais aqui
https://www.forbes.com/sites/kalevleetaru/2019/07/07/a-reminder-that-fake-news-is-an-information-literacy-problem-not-a-technology-problem/?fbclid=IwAR2smEqrxZg1kI1ul2XjYqDbJBoVijinPCmoMohFSP2lLRj8RCvTIYZMmBU#457b72986a6f

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Escolas e gestão curricular : aviso à navegação



Todos os dias regresso da escola com a sensação de que não conseguirei continuar por muito mais tempo alheia ao estado calamitoso da educação que temos. Cumpro tudo aquilo a que sou obrigada mas faço das tripas coração para que a “minha” escola e os “meus” alunos se reculturem todos os dias, procurando novas formas de debate, novos temas de discussão, ambicionando a irreverência que nos permita a todos, viver os dias de uma forma mais feliz e numa sociedade mais justa. Porém, esta sociedade não me ajuda neste intento. Todos os dias vejo aumentar a descrença dos jovens por um mundo melhor. Muitos deixaram de acreditar na justiça. Basta que lhes peça um texto sobre o tema e são os grandes exemplos de corrupção política e desportiva que imediatamente vêm à baila. E pouco mais.

A meu ver, a gestão curricular ocupa, neste contexto do mundo em que vivemos, uma centralidade inegável na medida em que permitirá, se a fizermos com eficácia criativa, relançar o elo entre a escola e a sociedade numa perspetiva de adequação aos seus destinatários, proporcionando, paralelamente às aprendizagens comuns a todos, uma diferenciação que pudesse colmatar as diferenças cognitivas e culturais dos nossos jovens.
Carmo Machado, 10.02.2019
Ler mais aqui:

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Neurociências e Educação : transfusão de saberes, precisa-se

Transdisciplinaridade (adaptado de Koizumi, 2004). 
Figura 1: Transdisciplinaridade (adaptado de Koizumi, 2004). 
Imagem numa publicação que divulga alguns artigos interessantes para quem é professor e se preocupa com os modos de aprender e de ensinar, com base científica.

De que atualização do conhecimento sobre neurociências dispoem os professores? Ora lede...

Ex. "Portuguese teachers are susceptible to misinterpreting neuroscientific findings and believe in neuromyths that might ultimately impair their teaching – or simply waste time investing in techniques that will not aid their student." (do resumo de um dos artigos, de 2013)