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terça-feira, 3 de julho de 2018

Out of Sight (敲敲) Fora da Vista

This is a graduation Production made by three students graduated from the National Taiwan University of Arts.
The main character of little girl in the story confronts a robbery and strays from the road she is familiar with. After passing a hedge, she enters an unknown world and unfolds a magical adventure depending on senses other than vision and her imagination. With soft and cute colors as the main key, we used simple designs to depict the little girls' imaginary world.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Professores, irmãos na criação de gente melhor



Entraram os alunos do meu país, por esta altura do ano, em época de exames e matrículas, e em época de férias - ambas afetando rotinas pessoais e familiares com alterações de monta.

Estão os professores do meu país nestes dias em greve, num ato simultaneamente de luta e de invenção de momentos de convívio democrático entre profissionais, incluindo organização de fundos de greve em cada escola, a escuta entre si de posições diferentes, razões e argumentos, harmonizando reuniões e rotinas, o que não é, de todo, de somenos importância. Para quem trabalha, e para quem educa - também educamos pelo exemplo, como se sabe.
Vão os professores do meu país saber, no próximo dia 6 de julho, os resultados de um estudo sobre o desgaste na profissão docente, apresentado em Lisboa - ver aqui

Com estes dias, e outras coisas, na ideia, e vagabundando por bibliotecas, salta-me para as mãos um  título notável de 1966, Educação Estética e Ensino Escolar, voluminho publicado pela Europa-América com prefácio de Delfim Santos e contributos inestimáveis de João dos Santos, Nikias Skapinakis, João de Freitas Branco Luis Francisco Rebelo e Rui Grácio.

A leitura abre-nos sempre janelas e veredas...
Em algumas das páginas deste título notável, embora hoje difícil de encontrar, mesmo em bibliotecas e desaparecido das livrarias há muitas décadas, Rui Grácio refere os professores, e como sempre são sábias as suas palavras
"Não se pode pôr o problema do ensino escamoteando o da preparação dos professores. Todos sentimos a necessidade de que seja revista a qualidade da preparação cientifica e reforçada a preparação psiopedagógica dos professores, não havendo razão alguma para isentar dela aqueles a quem injustamente se atribui menor responsabilidade educativa, tais os professores das denominadas "disciplinas auxiliares". Como se a eficácia da função educativa dependesse mais da natureza da matéria ministrada o que da forma como ela é aprendida, da personalidade do professor e do teor das relações que se estabelecem com o corpo discente!
(...)
Formar professores e apoiar depois a sua atualização pedagógica e científica de forma a que, diplomados não fiquem entregues apenas a si mesmos, tal como hoje acontece à maioria deles: desamparados de uma autêntica orientação pedagógica oficial, pois o serviços mal parecem chegar ao expediente administrativo; carecidos ainda do apoio que poderia dar-lhes uma Sociedade de Estudos Pedagógicos que já houve e que agora não há. Por outro lad, e finalmente, também não existem adequadas formas de convívio profissional dentro dos próprios estabelecimentos de ensino.
Dir-sei a que entre nós prevalece a cândida convicção, quando não é sofisma, de que "magister non fit, sed nascitiur". Ora, se de algum modo o professor nasce, todavia ele faz-se. E nunca pode considerar-se feito. Mas não há praticamente nenhuma forma eficaz de assegurar que os inexperientes se enriqueçam com a experiência dos experimentados, e que o eventual ancilosamento dos experimentados no cepticismo e na rotina beneficie do ímpeto entusiástico de quem começa; nenhuma forma de garantir que a juventude perene de velhos professores possa abalar a renúncia precoce de colegas mais novos, enrolados com íntima alegria ou doce resignação o invejado hino de uma situação assegurada para todo o sempre. A clarividência de alguns, de entre os melhores, leva-o a aproar a outros rumos profissionais ou, se ficam, a buscar refúgio e compensação num carreira intelectual, confessando, como se ouve às vezes confessar com  alegria matizada de amargura, a íntima satisfação de se sentirem cada vez menos professores.
Queremos fazer das crianças, dos adolescentes, homens sensíveis aos valores da cultura e do espírito, capazes, nomeadamente, das intensas alegrias da arte. Homens sensíveis à beleza, oficiais de qualquer ofício que se não demitam, todavia, da sua responsabilidade de cidadãos. Pois que temos também por alvo uma formação moral genuína, baseada na prospecção curricular de TODAS as aptidões, na sua mobilização em tarefas escolares livremente aceites, exaltantes pelo inconformismo, pela criatividade e pela cooperação, pois não há educação verdadeira num atmosfera de egoísmo, rotina e coacção"
Estamos sempre a tempo, irmãos professores...
Como escreveu João dos Santos
“A minha convicção é de que as equipas só existem de facto, e só se tornam eficientes, se um objectivo pedagógico muito concreto for constantemente posto à discussão e elaborado por todos. Devo dizer que certas pessoas reagiram muito desfavoravelmente à proposta de discutirmos qual o núcleo de ideias dinamizadoras e o objectivo educativo das equipas, tomando-a por uma crítica às intenções e aos resultados obtidos. Não é a primeira vez que noto entre nós reacções deste tipo, ao apelo para uma reflexão sobre os meios e os fins de cada grupo de trabalho. Curiosa esta sensibilidade dos Portugueses ao apelo para a reflexão em conjunto!” [ver aqui ]

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas

 
Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas 
Jan 6, 2017  Publicação desenvolvida no âmbito do projeto "Acima da Média! Descodificação dos Media ao Serviço da Cidadania Global". Promovido pelo CIDAC em parceria com a Par - Respostas Sociais. Destinada a todos os facilitadores que tenham interesse em trabalhar a educação para os media numa perspetiva de Educação para a Cidadania Global. Versão em PDF disponível aqui: http://bit.ly/2juJMx4 




Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas by Par - Respostas Sociais - issuu

Empatia Literária : como?



  • Empatía: Identificação mental e afetiva de um sijeito com o estado de ânimo de outro
  • Literario: Relativo a literatura
  • Empatia literária o literatura empática: Exercício de redacção que consiste em colocar-se no lugar de um autor e procurar imitar o seu estilo, as suas ideias
Parece "copiar e colar"... Serve para entender melhor os clássicos e desfrutar das suas obras. Ler e escrever + escrever paar ser lido + escrever para entender e sentir melhor o que se leu.

Bibliografia: Felipe Zayas, no artigo “La educación literaria: tipos de actividades”.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Ciganos, Portugal, 2018

Bairro Leitor, Conversas do Casalinho, Lisboa, 2017 - aqui 
Cerca de 70 autarquias manifestaram o interesse em criar Equipas de Mediação Intercultural facilitadoras da integração das Comunidades Migrantes e das Comunidades Ciganas. As candidaturas terminam na quinta-feira.
O número foi avançado pela secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro. Até quinta-feira, as autarquias interessadas em ter equipas de facilitadores da integração das comunidades migrantes ou ciganas, de preferência estas últimas, devem encontrar parceiros, definir necessidades e entregar candidaturas.
 Notícia aqui:  https://www.publico.pt/2018/06/12/sociedade/noticia/cerca-de-70-autarquias-interessadas-em-ter-equipas-de-mediacao-intercultural-1834013

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Leitura Fácil


Logótipo criado pela luso reads para identificar os livros de Leitura Fácil.

A Leitura Fácil é uma maneira  de elaborar e mostrar a informação para que possa ser lida e compreendida por qualquer pessoa, independentemente das capacidades línguisticas ou cognitivas que esta possa apresentar.

Os livros de Leitura Fácil  são adaptações de obras literárias, que cumprem as directrizes internacionais estabelecidas pela IFLA (International Federation of Library Associations and 
Institutions), no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.

O público-alvo da Leitura Fácil são todas as pessoas que têm dificuldades de leitura e/ou compreensão, quer esta seja uma dificuldade transitória (problemas de aprendizagem,  imigração, níveis baixos de literacia, escolarização tardia, etc.) ou  permanente (deficiências sensoriais ou psicológicas, transtornos neuropsicológicos, demências...).

​Para que possam ser lidos por todos,  independentemente das capacidades linguísticas ou cognitivas de cada leitor, os livros obedecem a alguns critérios no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.
Exemplo de páginas interiores dos livros de Leitura Fácil.

Fonte: http://www.lusoreads.com/leitura-f-cil.html



Resultado de imagem para leitura fácil










Organizações empenhadas na Leitura Fácil na Europa (Portugal: Fenacerci)
http://easy-to-read.eu/pt-pt/organisations/

terça-feira, 22 de maio de 2018

Movimento pelos parques infantis EUA, 1909-1920

Today we might take them for granted, but at the turn of the twentieth century planned public play spaces were uncommon. In the nation’s booming cities, children played in streets, alleys, and vacant lots, largely unsupervised. Reformers were concerned that the lack of open space, play equipment, and adult supervision led to decreased physical activity, increased risk of traffic accidents, and exposure to unhealthy habits and criminal behavior. Due in large part to the advocacy of groups such as the Outdoor Recreation League and the Playground Association of America, thousands of municipal playgrounds, many of which are still open today, were built in towns and cities across the nation, making playgrounds a widely accepted feature of the public landscape.


https://blogs.loc.gov/teachers/2018/05/how-the-playground-movement-made-a-case-for-play/?loclr=eatlcb