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segunda-feira, 18 de março de 2019

Escrita simples, Leitura fácil

logo europeu da escrita simples

Porquê mudar a forma como passamos a informação?
  • Para chegar a mais destinatários, contornando a iliteracia e as dificuldades de leitura até mesmo relacionadas com o idioma;
  • Para dar autonomia e assim permitir escolhas livres e conscientes, fazendo cumprir o artigo 9 da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência;
  • Para fomentar a igualdade de oportunidades de modo a que que todos tenham acesso às mesmas coisas e assim aumentar a participação de todos na sociedade.
Por outro lado, um melhor conhecimento sobre o produto ou o serviço vais gerar mais aquisição, tal como maior fidelização por melhor compreensão. A clareza e perceção da mensagem tornam-se critérios de confiança para que o leitor consiga, sem esforço, interagir com a informação.
Merece, pois, menção o prémio que a associação Acesso Cultura instituiu e que reconhece entidades que já apresentam documentação numa linguagem clara. Identificar o documento com o símbolo da leitura fácil (na imagem) é também um meio de salvaguardar a sua acessibilidade.

Fonte: http://accessibleportugal.com/escrita-simples-leitura-facil/

quinta-feira, 14 de março de 2019

GREVE CLIMÁTICA ESTUDANTIL 15 MARÇO 2019

 Resultado de imagem para GREVE CLIMATICA
"(...)para lá da saudável recepção do ministro do Ambiente a uma delegação de jovens que participa na organização, a comunidade educativa permaneceu fechada na rotina. Enquanto as manifestações de sexta-feira protagonizadas
por jovens se multiplicam por toda a Europa, por cá docentes, 
directores  escolares e pais permanecem alheados. Ou até receosos de associar a mobilização a qualquer acto
subversivo que viola o espírito do país pacato e trabalhador,
o cimento da nossa estabilidade e ao mesmo tempo a cola do nosso atraso. Fazer com que os jovens se politizem e saibam que a sua cidadania é crucial não cabe  nesta visão autolimitada do mundo.
É assim que o fado do desinteresse dos jovens pela política
e por tudo o que tenha a ver com o bem comum se torna uma condenação." Manuel Carvalho, 13.03.2019,Público

domingo, 3 de março de 2019

LISBOA, BIBLIOTECA DE MARVILA, 2019.03.18




Decorre no dia 18 de março, na Biblioteca de Marvila, entre as 10h00 e as 17h00, o “VII Encontro da Rede de Bibliotecas Escolares de Lisboa – Bibliotecas Escolares de Todos e para Todos”.
Esta iniciativa tem como objetivo contribuir para uma educação promotora de conhecimentos e competências de literacia, disponibilizando recursos e atividades para todos.
Para participar é necessária inscrição até ao dia 4 de março.

Pelas 14h30, decorrm Workshops (cada participante deverá indicar os workshops por ordem de preferência, de 1 a 5)


  • Aprender com a diversidade Isabel Sasseti Paes – AE Eça de Queiroz, Coordenadora da REDE
  • inclusão 
  • Criação de livros inclusivos Rui Fernandes - CRTIC Amadora - CANTIC 
  • Biblioteca Humana Bibliotecas de Lisboa Princípios-chave e desafios na operacionalização da Educação Inclusiva Helena Neves - Associação Pró-Inclusão 
  • Bibliotecas Inclusivas: Bairros Leitores Maria José Vitorino e Miguel Horta – Laredo, Associação Cultural



BICUL ALENQUER 2019.03.09

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Literacia+, enquanto é tempo



"A predilecção dos media dominantes pelo sensacionalismo, a necessidade de novidades constantes, e a ênfase nos lucros em vez de na responsabilidade cívica tornou-os vulneráveis à manipulação estratégica. Muitos participantes da extrema-direita estão bem destas dinâmicas. A capacidade de indivíduos de extrema direita para trabalhar em rede, colaborar, e se reunirem rapidamente para promover novos temas, e o seu jeitinho para criar espectáculo que atraia as notícias dos media, permitiu-lhes difundir propaganda e efectivamente espalhar desinformação. Como demonstrámos, para além do impacto óbvio que o crescente discurso racista, sexista, e homofóbico pode ter nas pessoas individualmente, o aumento das mensagens de extrema.direita tem, potencialmente, impactos graves na participação democrática e cívica. Esperamos que o nosso trabalho ajude a tornar mais complexas as narrativas simplistas sobre "fake news" ou "Trump memes" e contribua com bases para futuro estudo e activismo."
p. 47

Um documento útil, oportuno e pertinente. A usar, antes que seja tarde.

Notícia via Carlos Pinheiro, aqui

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Escolas e gestão curricular : aviso à navegação



Todos os dias regresso da escola com a sensação de que não conseguirei continuar por muito mais tempo alheia ao estado calamitoso da educação que temos. Cumpro tudo aquilo a que sou obrigada mas faço das tripas coração para que a “minha” escola e os “meus” alunos se reculturem todos os dias, procurando novas formas de debate, novos temas de discussão, ambicionando a irreverência que nos permita a todos, viver os dias de uma forma mais feliz e numa sociedade mais justa. Porém, esta sociedade não me ajuda neste intento. Todos os dias vejo aumentar a descrença dos jovens por um mundo melhor. Muitos deixaram de acreditar na justiça. Basta que lhes peça um texto sobre o tema e são os grandes exemplos de corrupção política e desportiva que imediatamente vêm à baila. E pouco mais.

A meu ver, a gestão curricular ocupa, neste contexto do mundo em que vivemos, uma centralidade inegável na medida em que permitirá, se a fizermos com eficácia criativa, relançar o elo entre a escola e a sociedade numa perspetiva de adequação aos seus destinatários, proporcionando, paralelamente às aprendizagens comuns a todos, uma diferenciação que pudesse colmatar as diferenças cognitivas e culturais dos nossos jovens.
Carmo Machado, 10.02.2019
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