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domingo, 19 de novembro de 2017

Infografia direitos de autor - Educação

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P...




Infografia com indicadores de 15 situações de utilização (casos do dia a dia) de recursos em contexto educativo. Inclui o indicador comparativo em três níveis e entre 15 países europeus.

Muito interessante: não fala só de escolas e de educação formal, mas refre ainda educação não formal, museus, bibliotecas, organizações não governamentais ONG.

A Communia, coerente com os seus princípios, declara este recurso Domínio Público (Public Domain): podemos usar sem medos! E mais, podemos sempre ir ao seu site e saber mais sobre Direitos de Autor e Educação (tudo em língua inglesa... mas deveras interessante).



Esta infografia, em língua inglesa embora de autores de nome português (Teresa Nobre e André Rocha) é muito útil e permite-nos, se conseguirmos ler detalhadamente cada segmento, confirmar que em Portugal há práticas correntes nas aulas que serão ilegais... 



Ex. projetar e comentar um filme em écran a partir de um dvd, ou de um video online (permitido em 60% dos países da UE, o nosso não está entre esses...). Se for um segmento do filme, já é permitido... Ah, e verifiquei: também o autorizam a enviar por email aos estudantes - e vivam as plataformas online e o negócio de quem as fornece! Conversar cara a cara e nas aulas é que não : usem o facebook!



Cosias que não fazem mesmo sentido, a não ser para propiciar rendas a fiscais. A educação, em países que levam a sério o desenvolvimento (e por isso levam a sério cultura e educação) foi sempre uma excepção em termos de direitos de autor, porque muitos autores consideram e bem que se não foram promovidos e divulgados pela educação, desaparecem, pois serão esquecidos. Claro que para isso é preciso ver mais longe, como nos países (60%) que autorizam estas práticas



Infografia direitos de autor - Educação

Escolas de futuro? A biblioteca é essencial.




14.11.2017. Nesta entrevista concedida com exclusividade à Biblioo, António Novoa, professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e reitor honorário da mesma universidade, fala sobre educação, escola sem partido e o papel das bibliotecas no processo educacional. Novoa, que foi candidato independente às eleições presidenciais de 2016, agregando vários apoios à esquerda, diz que as bibliotecas, municipais e escolares, são uma das grandes mudanças trazidas pela Revolução em Portugal. 

A partir do minuto 12.06 - sobre a Lei das Bibliotecas Escolares no Brasil. Hoje ainda apenas 40% das escolas no Brasil têm biblioteca. Nóvoa realça as bibliotecas municipais e as bibliotecas escolares como grandes mudanças em Portugal, saudando "uma geração de bibliotecários absolutamente notável.", sem esquecer que hoje a biblioteca também está em todo o lado, a começar pelos nossos bolsos com telemóveis, e que os melhores bibliotecários são sempre os que conseguem dessacralisar o livro.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

É um desperdício pedir aos alunos que guardem os “smartphones” nas aulas, diz professora

 
Mas, ressalvou a professora, o uso dos telemóveis e tabletes obedece a um regulamento elaborado em conjunto com os alunos e que prevê um sistema de pontos, que penaliza o mau uso.
"A ideia é que eles sintam que têm uma ferramenta muito potente, mas que tem que ser usada positivamente. Eles sabem que se usarem indevidamente perdem pontos e eles não gostam de perder pontos", disse.


É um desperdício pedir aos alunos que guardem os “smartphones” nas aulas, diz professora | SAPO Lifestyle

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

As mulheres só conseguem um novo emprego, e os homens cinco (em cada 20 empregos que se perdem com a automação)

 Sophia in film
Sophia, o robot apresentado no Web Summitt 2017, em Lisboa. Foto sem créditos, daqui
"Ao fazedor Sergey Kalnish, toda esta tecnologia e os robôs também causam pouca estranheza. Chegou à cimeira a partir do Canadá para apresentar a Smarthire, uma aplicação que pretende contratar para os empregos do futuro. "A automação e a tecnologia vão alterar o panorama do emprego, disso não tenho dúvidas nenhumas. Mas a mudança não será diferente da que a internet provocou", revela o empreendedor ao DN/Dinheiro Vivo. 
Os números dos estudos mais recentes não escondem a aproximação das mudanças: a consultora EY estima que em sete anos um em cada três empregos possa ser substituído por sistemas de tecnologia inteligente. Já o Fórum Económico Mundial estima que a robótica possa vir a destruir 5 milhões de empregos até 2020. O Fórum adianta ainda que por cada 20 empregos destruídos pela automação, os homens conseguirão encontrar cinco novos empregos enquanto as mulheres apenas um. 
Na Smarthire as mudanças já começaram. "Nos EUA e no Canadá a internet das coisas vai eliminar milhares de empregos. E este é um problema do agora. Por isso, temos de mudar a forma como aprendemos, como ensinamos e como temos de nos especializar e dar incentivos ao talento. Porque o problema do emprego é também uma ironia: temos muitas pessoas que não conseguem encontrar trabalho e, ao mesmo tempo, inúmeras vagas em funções onde não existem candidatos", admitiu. 
É precisamente nos EUA que a Amazon desenvolveu um novo sistema que substitui por robôs milhares de operadores que catalogavam e geriam as encomendas. A Mastercard tem parcerias internacionais com startups tecnológicas que desenvolvem soluções de pagamento idênticas à que esta gigante do retalho pôs em campo em Denver.
Ann Cairns, presidente da Mastercard, não esconde que esta substituição é real, mas lembra que os humanos vão ter sempre a sua função, mesmo quando as funções realizadas exigem baixas qualificações. "Esses empregos vão desaparecer, mas serão criados outros empregos de proximidade e personalização de serviços", considera a responsável.
Mark Hurd, CEO da Oracle, também está confiante na evolução da tecnologia com base em inteligência artificial. Esta, diz, será a próxima grande evolução nos próximos anos "e vai estar cada vez mais integrada nas aplicações empresariais. Há muitos benefícios, porque a inteligência artificial faz coisas que os seres humanos pura e simplesmente não têm tempo", disse o gestor. " - in artigo do DN, hoje
Web Summit - ″Não vamos destruir o mundo mas vamos ficar com os empregos″

RBE / Programa / / Media@ção

Media@ção


Concurso aberto, para todas as escolas de ensino não superior

Sem limite de número de trabalhos por escola ou agrupamento...



Do Regulamento:



Artigo 3.º
Trabalhos a concurso

 1 – Os trabalhos a concurso devem:

a) Ser individuais ou de grupo, com o máximo de 3 alunos;

b) Ser obras originais, não sendo admitidas, designadamente, cópia de trabalhos já
existentes, devendo tratar os seguintes temas:



  • i. Para a categoria do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico: “há vida para além da televisão,
    dos videojogos e da Internet”. 
  • ii. Para a categoria de 3.º ciclo do ensino básico e secundário: “como lidar com as
    notícias falsas (fake news)”. 


c) Ter caráter narrativo, podendo ser apresentados sob a forma de vídeo, podcast ou spot
publicitário;
d) Incluir uma ficha técnica onde estejam explicitadas o título, o nome e ano do(s) aluno(s), o
nome do professor orientador, a identificação da escola e do agrupamento, e o ano de
edição, bem como outras informações consideradas pertinentes;

e) Ter a duração máxima de 3 minutos, incluindo título, identificação de fontes e ficha
técnica;
f) Ser apresentados em formato AAC, AVI, FLAC, FLV, MOV, MP3, MP4, MPEG2, MPEG4,
WMA, WMV



Artigo 7º - Prazos

1– Os trabalhos de cada escola devem ser enviados pelo professor bibliotecário ou pelo
professor orientador até ao dia 23 de março de 2018, através do endereço eletrónico
media@mail-rbe.org podendo ser usada a via wetransfer (https://www.wetransfer.com/).

2 – A comunicação dos resultados do concurso será feita no decurso da Operação 7 Dias com os
Media 2018 (de 3 a 9 de maio), nos portais e redes sociais das entidades promotoras.





RBE / Programa / / Media@ção

Cantinas escolares - a próxima geração cresce a cada garfada. E pode crescer bem melhor!

Imagem de refeição num colégio privado (Braga) - créditos desconhecidos - daqui http://alfarrabio.di.uminho.pt/teresiano/anos_ant/2004_05/esp/cantina_pre.jpg
 O problema em si, ao que parece, não é apenas o custo da refeição. Conheço algumas escolas que mantiveram os seus refeitórios e conseguem praticar os mesmos valores com qualidade e quantidade muito superiores. Como é isto possível? É que a escola só tem de se preocupar com os alunos e, ao contrário da escola, a empresa tem de tirar uma margem de lucro em cada refeição que fornece – adivinhe-se à custa de quem. 
Em primeiro lugar, à custa dos direitos laborais das suas trabalhadoras, que são precárias, mal pagas e despedidas em julho. Em segundo lugar, à custa da qualidade e quantidade dos produtos fornecidos. No final, quem perde são os miúdos. Em qualidade de vida, como explicou a Ordem dos Nutricionistas, e em hábitos alimentares que serão essenciais para se manterem saudáveis o resto da vida. Como noutras matérias, o que se quer poupar na escola acabará por se gastar no Serviço Nacional de Saúde. 
Também não há mistério na solução. Em 2008, a presidente do conselho executivo de uma escola do Porto fez declarações públicas sobre as cantinas concessionadas: “Quando tínhamos a nossa cozinheira, a cantina estava cheia, a comida apresentava outra qualidade e podíamos organizar uma série de atividades de educação alimentar.” Em 2016, a ASAE fechou uma cantina e instaurou 28 processos de contraordenação. Na sequência disso, a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) fez um comunicado em que dizia que “as refeições nas escolas devem ser produzidas nas próprias escolas com alimentos comprados com recursos públicos, produzidos por agricultores locais”.
Joana Mortágua, 08/11/2017


Frango cru (ou o balanço da concessão das cantinas escolares)