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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Orgulhosos Alfinetes! Contra o racismo e a xenofobia



Allison, uma norte-americana a viver em Londres, é a responsável por uma iniciativa que pretende virar as costas à xenofobia. A mulher, que se recusou a dizer o seu apelido à imprensa internacional, usou as redes sociais para pedir que as pessoas usassem um alfinete-de-dama sem quaisquer adornos de modo a simbolizar solidariedade para com os imigrantes a viver no Reino Unido.
News about #safetypin on Twitter



http://observador.pt/2016/06/29/alfinete-de-dama-um-sinal-contra-o-racismo-e-xenofobia/


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pedagogia e Necessária Paixão

Eric Fromm, séc. XX:
"The first step to take is to become aware that love is an art, just as living is an art; if we want to learn how to love we must proceed in the same way we have to proceed if we want to learn any other art, say music, painting, carpentry, or the art of medicine or engineering. What are the necessary steps in learning any art? 
The process of learning an art can be divided conveniently into two parts: one, the mastery of the theory; the other, the mastery of the practice. 
If I want to learn the art of medicine, I must first know the facts about the human body, and about various diseases. When I have all this theoretical knowledge, I am by no means competent in the art of medicine. I shall become a master in this art only after a great deal of practice, until eventually the results of my theoretical knowledge and the results of my practice are blended into one — my intuition, the essence of the mastery of any art. 
But, aside from learning the theory and practice, there is a third factor necessary to becoming a master in any art — the mastery of the art must be a matter of ultimate concern; there must be nothing else in the world more important than the art. This holds true for music, for medicine, for carpentry — and for love."


Agenda Dotsch, e a nossa relação com a Natureza (séc. XXI), aqui em vídeo em português 
https://www.youtube.com/watch?v=gSPNRu4ZPvE


Na foto: José Pacheco, da Escola da Ponte (Portugal), atualmente dando palestras no Brasil, envolvido no projeto EcoHabitare

Minha liberdade não termina onde começa a do outro. Minha liberdade começa onde começa a do outro.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Biblioteca local, um porto de abrigo - o caso de South Lambet, UK

Resultado de imagem para South Lambeth Road library
Aqui o português é língua franca
Do outro lado da estrada ergue-se a biblioteca local, um porto de abrigo para uma vizinhança, onde Patrícia Marcelino começou a organizar aulas de inglês pouco depois de ter chegado a Londres, há cinco anos. Veio, com a filha de 16 anos, terminar um doutoramento que a vida e o voluntariado ainda não lhe deixaram acabar. “Percebi que havia muitos portugueses aqui que não falavam inglês e começámos a organizar aulas semanais”, explica na ampla sala da biblioteca, onde nas quatro mesas ao centro todos os sábados à tarde entre 12 e 20 pessoas, sobretudo adultos, se juntam para aprender noções básicas da língua. Sem necessidade de inscrição, sem pagamento ou presenças obrigatórias. “Basta vir e sentar-se.”
Nas estantes ao lado, foi criado um “cantinho português”, que tem mais de mil livros doados, e na outra extremidade um pequeno espaço para crianças onde, uma vez por mês, há sessões de leitura para crianças pequenas. “A adesão da comunidade à biblioteca era baixa”, explica Patrícia, convidada há três anos pelo Grupo de Amigos da biblioteca para fazer a ponte entre os portugueses e a instituição, que há uns meses foi salva do encerramento pela mobilização local, mas que continua na mira da especulação imobiliária.
O mesmo objectivo de aproximação esteve na origem do primeiro Portuguese Market, que a 11 de Junho juntou dezenas de banquinhas e mais de duas mil pessoas. “Organizámos tudo em duas semanas e meia, tudo com base no voluntariado e na boa vontade”, conta, acrescentando que a intenção é repetir a experiência todos os meses, para “criar um ponto de referência para a comunidade, atrair turistas” à zona e apoiar os portugueses que estão a lançar os seus próprios negócios.
Nos últimos dias, reuniram-se na biblioteca de South Lambet portugueses preocupados com a situação no Reino Unido. Anunciaram a criação de um site para informação entre a comunidade. 


Londres pode sair da UE mas portugueses não pensam sair de Londres - PÚBLICO

Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação

Divulgação




"Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não houver uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.


Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação

domingo, 19 de junho de 2016

Departamento de Innovación Educativa - Colegio Ártica

Departamento de Innovación Educativa - Colegio Ártica

Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino

Léa Fagundes, Brasil: 
 Léa Fagundes é pedagoga e psicóloga voltada à área de informática educacional

É importante destacar que a questão não é aprender a mexer no equipamento, nem aprender conteúdo de sala de aula no computador, é o aluno programando, pesquisando, isso exige um currículo totalmente novo. O currículo, que a gente luta para transformar, tem de ser interdisciplinar e não precisa ser sequencial. Por exemplo, quando o aluno chega para o professor e diz que tem curiosidade de aprender determinado tema, e o professor responde que não pode, porque o conteúdo é do próximo ano, isso prejudica o aprendizado. O aluno tem que ter curiosidade no que é ensinado, por isso o problema apresentado tem de ser instigante, interessante. Os alunos surpreendem a gente.


Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino

Assistente de Redação - Ensina as crianças a escrever letras, alfabetos, números e palavras na App Store

Captura de ecrã do iPhone 1
Descrito para menores de 5 anos, pode ser usado por gente mais velha. Mesmo em férias escolares, desde que tenha iPhone, iPad ou iTouch com IOS 7.1 ou posterior. Infelizmente, não serve em Android. Em inglês.
Assistente de Redação iOS
Aprender a escrever nunca foi tão divertido!
• Mostra como e reforça a escrita de letras corretamente
• Letras maiúsculas e minúsculas, números e palavras
• É divertido escrever usando mais de 50 figurinhas animadas, efeitos sonoros e jogos interativos que animam as letras ao terminar de escrever
• 5 fontes disponíveis
• Capacidade para criar a sua própria lista de palavras (e gravar um áudio para cada palavra)
• Totalmente personalizável para atender às necessidades de cada criança (tamanho da letra, dificuldade,…)
• Verificação do progresso graças a relatórios que exibem as linhas feitas pela criança
• Atividade de rastreamento de formas para bebê.
4,99 €
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Uma boa sugestão das selecionadas pela RBE e divulgadas aqui. APPS PARA A EDUCAÇÃO