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domingo, 31 de julho de 2016

Antes das férias, quase em cima do orçamento de 2017



Serve o presente artigo para lembrar os altos responsáveis políticos – tendo em conta que passadas as férias, a grande tarefa será a elaboração/construção do OE017 – que não é mais aceitável relegar a Educação para 3.º ou 4.º plano. O campeonato político da Escola Pública é a 1.ª Liga, não podendo os nossos superiores atribuir-lhe um orçamento de categoria regional. 
O documento deve assegurar recursos para o aumento da qualidade do Ensino Público, que já é muito elevada, auxiliar as escolas na continuação da promoção do sucesso escolar, contribuir para diminuição do abandono escolar, escolarizar cada vez mais a população, continuar as obras de requalificação e conservação das escolas, dotar os estabelecimentos de ensino de orçamentos dignos e realistas, apostar na afetação de recursos humanos (professores, técnicos especializados, funcionários…), etc… 
Os orçamentos das escolas devem ser encarados de forma a acreditar em quem as lidera, sendo realistas, e deixando uma maior margem de manobra que não seja apenas liquidar as faturas da água, eletricidade, comunicações e fotocópias… 
Filinto Elísio, 2016 




Orçamentem a Educação! - PÚBLICO

domingo, 24 de julho de 2016

A Educação na Era Digital

 

Os nossos antepassados trogloditas levaram milénios
entre a descoberta das primeiras ferramentas, e de
como utilizá-las (em boas práticas”), e a sua plena
interiorização cultural. E, enquanto não fizeram essa
interiorização, o mundo manteve-se primitivo...
Sinto que em matéria de tecnologias na educação
continuamos, largamente, neste estado ao nível,
instrumental, sempre desatualizado, do “como fazer”.
Mas vejamos o que está mudar neste mundo.
Os nossos antepassados trogloditas levaram milénios entre a descoberta das primeiras ferramentas, e de como utilizá-las (em “boas práticas”), e a sua plena
interiorização cultural. E, enquanto não fizeram essa interiorização, o mundo manteve-se primitivo...
Sinto que em matéria de tecnologias na educação continuamos, largamente, neste estado – ao nível,instrumental, sempre desatualizado, do “como fazer”.
Mas vejamos o que está mudar neste mundo. (...)

Notas pessoais usadas para a apresentação plenária que fiz na conferência "A Educação na Era Digital: Análise de Boas Práticas" (Projeto Salas de Aula Europeias no século XXI: Enfrentar os desafios da era digital com inovação e criatividade) / "Education in the Digital Era: a Good Practices Insight" (Project 21st Century European Classrooms: Meeting the challenge of the digital era with innovation and creativity), 21 de Julho de 2016.
Foto Adriana Rocha Bruno
António Dias Figueiredo

A Educação na Era Digital (PDF Download Available)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Criança, se orientada no caminho certo, evolui

Cinco crianças com deficiência e um pequeno texto sobre cada um deles

 “Todos nós temos amigos com algum tipo de deficiência e convivemos harmônica e dinamicamente. Aprendemos as regras da inclusão aí. Consequentemente, não poderíamos deixar de apresentar amiguinhos da turma que também tivessem algum tipo de deficiência”, afirmou Maurício. Dentre os personagens originais, criados na década de 60, já havia um deficiente auditivo, Humberto, que se comunica com os coleguinhas através de “hum hum hum”, daí seu nome Humberto, ou por linguagem gestual. Em 2004, surgiram mais dois, Dorinha e Luca.

Turma da Mônica possui personagens com deficiências : Sem Barreiras

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Orgulhosos Alfinetes! Contra o racismo e a xenofobia



Allison, uma norte-americana a viver em Londres, é a responsável por uma iniciativa que pretende virar as costas à xenofobia. A mulher, que se recusou a dizer o seu apelido à imprensa internacional, usou as redes sociais para pedir que as pessoas usassem um alfinete-de-dama sem quaisquer adornos de modo a simbolizar solidariedade para com os imigrantes a viver no Reino Unido.
News about #safetypin on Twitter



http://observador.pt/2016/06/29/alfinete-de-dama-um-sinal-contra-o-racismo-e-xenofobia/


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pedagogia e Necessária Paixão

Eric Fromm, séc. XX:
"The first step to take is to become aware that love is an art, just as living is an art; if we want to learn how to love we must proceed in the same way we have to proceed if we want to learn any other art, say music, painting, carpentry, or the art of medicine or engineering. What are the necessary steps in learning any art? 
The process of learning an art can be divided conveniently into two parts: one, the mastery of the theory; the other, the mastery of the practice. 
If I want to learn the art of medicine, I must first know the facts about the human body, and about various diseases. When I have all this theoretical knowledge, I am by no means competent in the art of medicine. I shall become a master in this art only after a great deal of practice, until eventually the results of my theoretical knowledge and the results of my practice are blended into one — my intuition, the essence of the mastery of any art. 
But, aside from learning the theory and practice, there is a third factor necessary to becoming a master in any art — the mastery of the art must be a matter of ultimate concern; there must be nothing else in the world more important than the art. This holds true for music, for medicine, for carpentry — and for love."


Agenda Dotsch, e a nossa relação com a Natureza (séc. XXI), aqui em vídeo em português 
https://www.youtube.com/watch?v=gSPNRu4ZPvE


Na foto: José Pacheco, da Escola da Ponte (Portugal), atualmente dando palestras no Brasil, envolvido no projeto EcoHabitare

Minha liberdade não termina onde começa a do outro. Minha liberdade começa onde começa a do outro.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Biblioteca local, um porto de abrigo - o caso de South Lambet, UK

Resultado de imagem para South Lambeth Road library
Aqui o português é língua franca
Do outro lado da estrada ergue-se a biblioteca local, um porto de abrigo para uma vizinhança, onde Patrícia Marcelino começou a organizar aulas de inglês pouco depois de ter chegado a Londres, há cinco anos. Veio, com a filha de 16 anos, terminar um doutoramento que a vida e o voluntariado ainda não lhe deixaram acabar. “Percebi que havia muitos portugueses aqui que não falavam inglês e começámos a organizar aulas semanais”, explica na ampla sala da biblioteca, onde nas quatro mesas ao centro todos os sábados à tarde entre 12 e 20 pessoas, sobretudo adultos, se juntam para aprender noções básicas da língua. Sem necessidade de inscrição, sem pagamento ou presenças obrigatórias. “Basta vir e sentar-se.”
Nas estantes ao lado, foi criado um “cantinho português”, que tem mais de mil livros doados, e na outra extremidade um pequeno espaço para crianças onde, uma vez por mês, há sessões de leitura para crianças pequenas. “A adesão da comunidade à biblioteca era baixa”, explica Patrícia, convidada há três anos pelo Grupo de Amigos da biblioteca para fazer a ponte entre os portugueses e a instituição, que há uns meses foi salva do encerramento pela mobilização local, mas que continua na mira da especulação imobiliária.
O mesmo objectivo de aproximação esteve na origem do primeiro Portuguese Market, que a 11 de Junho juntou dezenas de banquinhas e mais de duas mil pessoas. “Organizámos tudo em duas semanas e meia, tudo com base no voluntariado e na boa vontade”, conta, acrescentando que a intenção é repetir a experiência todos os meses, para “criar um ponto de referência para a comunidade, atrair turistas” à zona e apoiar os portugueses que estão a lançar os seus próprios negócios.
Nos últimos dias, reuniram-se na biblioteca de South Lambet portugueses preocupados com a situação no Reino Unido. Anunciaram a criação de um site para informação entre a comunidade. 


Londres pode sair da UE mas portugueses não pensam sair de Londres - PÚBLICO

Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação

Divulgação




"Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não houver uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.


Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação