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quarta-feira, 30 de novembro de 2011


"It is a common trap to associate our talent for communicating with our ability to read and write. However, texting is different than cartooning. Audio podcasts are different than video podcasts. Each new form of communications comes with its own unique style and attributes for conveying thoughts and ideas.
Literacy will continue to evolve along with every new system and each form of technology that gets created along the way.
Basic reading and writing forms of communications will no longer be sufficient for the workforce of the future. People will still need to read and write, but they will also need a whole lot more."

E se a sua mesa de leitura ganhasse asas?


Nimble, um video de leitura explícita e realidade aumentada, casando livros em papel e conteúdos e recursos digitais.
A mesa de leitura ganha asas e braços, abandonando o papel passivo de séculos nas práticas de leitura. Haja banda larga...
Um trabalho de S. Kumar, via Paulo Leitão

Nimble shows us how our reading tables can be different, as augmented reality and technology provide them with wings and arms for more reading (also of paper printed books and other documents). Since web access is available...
Video by S. Kumar, through Paulo Leitão.

Folhear um livro digital - 7 títulos para começar

Graças ao Catalivros :), um site janota que tem muito mais que se lhe diga e se lhe agradeça (Projecto Gulbenkian).
Afonso Cruz (texto e ilustração), Caminho (editora)
Um álbum com as contradições em que um rapaz pensa: se a tia gosta do pássaro, porque o prende? Porque é que o vizinho fica feliz ouvindo músicas tristes? Com apenas três cores (o vermelho, o preto e o branco) se ilustra este livro cheio de movimento, detalhes e brincadeiras para conhecer.
António Mota (texto), Rui Castro (ilustração), Gailivro (editora)
Num mundo de fantasia e cheio de humor acontecem situações improváveis, como um rapaz tomar banho num dedal, ajudar as formigas ou ir para a escola no bolso do casaco do pai. Entra nestas páginas como se fosses muito pequenino… e vê como seria.
Manuela Bacelar (texto e ilustração), Afrontamento (editora)
Imagina-te a viver numa aldeia no cimo de uma montanha. Um dia, essa montanha ganha vida e começa a mexer-se, a aldeia toda fica sem saber o que fazer, e quando dão por eles, já os aldeões estão a fazer uma viagem... Com esta história viajas, conheces uma aldeia diferente, encontras humor, e outras surpresas. Mas como é que vais? Será que é um dinossáurio (que mais parece uma montanha…) que te leva?
Clara Cunha (texto), Paulo Galindro (ilustração), Livros Horizonte (editora)
Imagina uma debandada de animais na selva, de lá para cá e de cá para lá. Começou por ser uma manada de hipopótamos, depois juntaram-se as zebras, entretanto chegaram os elefantes, a seguir as girafas e por fim os rinocerontes. Que estariam eles a fazer? Será que não podiam ficar parados no mesmo lugar? E porquê? Segue-os e descobre...
João Manuel Ribeiro (texto), Anabela Dias (ilustração), Trinta por uma linha (editora)
Poemas para ler a brincar, ou para brincalhar. Uns muito breves, outros muito palavrosos (o que é bom, pois ficas com mais palavras para brincar!); muitos falam de animais (cães, gatos, caracóis…) e outros há que se debruçam sobre coisas tão estranhas como espirrar. Os desenhos, onde um punhado de amoras se pode confundir com um rebanho de ovelhas, são muito ricos e vão ajudar-te a brincalhar para além das palavra.
Francisco Duarte Mangas (texto), Alain Corbel (ilustração), Caminho (editora)
Há uns anos, numa aldeia que «uma sebe de montes abraça», apareceu um ladrão de palavras. Ninguém nunca o viu, mas a verdade é que vagueava com um saco de linho (onde guardava o que roubava) e uma palhinha invisível que aproximava do silêncio para assim tirar aos habitantes da aldeia as suas melhores palavras. Os aldeões sofreram muito, pois perderam não só as palavras luminosas, como a imaginação, a coragem, a alegria e até o sol (metade da aldeia era agora assombrada por uma nuvem escura). Decidiram então unir-se, fazer muito barulho e assim afrontar o medo. Recuperaram as suas palavras perdidas, mas nunca encontraram o ladrão… Seria real?
Álvaro Magalhães (texto), José de Guimarães (ilustração), ASA (editora)
Esta história começa com o Miguel ainda na barriga da mãe, de onde demora a sair. Quando chegamos ao capítulo 2 já ele nasceu, o que não o deixa muito feliz, pois quer voltar para a barriga onde antes vivia, ou em alternativa ir para um sítio quente e fofo como ela (sugerem-lhe que vá até «não sei onde»). É por isso que começa uma grande busca para conseguir o que deseja, e até fala com certo poeta chamado Manuel (é que ele tem um poema sobre a sua filha Ana, que também não queria viver na terra…). Para o ajudar, o poeta aconselha-o a visitar a imaginação, e o Miguel passa a usá-la sempre que pode para visitar todos os sítios que inventa…
7 Portuguese digital (as well as printed!) books for children. Wonderful! Catalivros, a Gulbenkian Project, includes this and much more.