Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy. Desde 2008 To gather for later reading (again) materials on IL issues. Since 2008
quinta-feira, 10 de maio de 2012
WEB PARA EDUCADORES: Ferramentas para criação de infográficos
WEB PARA EDUCADORES: Ferramentas para criação de infográficos: Como sabemos, a representação visual de informações na forma de belos infográficos tornou-se uma verdadeira mania na Internet. (exemplos aq...
terça-feira, 8 de maio de 2012
Professor-bibliotecário
Uma definição editada em Março de 2012: professor-bibliotecário (teacher-librarian) é um professor profissionalizado (certified teacher) que também fez formação em biblioteconomia. Pode também ser deignado como bibliotecário escolar (school librarian - designação mais utilizada nos EUA, segundo a AASL, secção da ALA) ou ainda como especialista em media e biblioteca escolar (school library media specialist SLMS).
Claro que por detrás de tudo isto está a visão de biblioteca escolar como uma tipologia específica de biblioteca, distinta de outras tipologias.
Quanto à certificação destes profissionais (nos EUA, 2012):
In the United States, a teacher-librarian must have a baccalaureate degree and a certificate in secondary or elementary education, and must also complete a school library media program and gain a state certification. Programs in library science vary between institutions; however, state requirements must be met before a library media specialist is allowed to teach. Some school library media specialists hold the full Masters of Library Science (MLS) or Masters of Library Information Science (MLIS) degree, while others do not. In many instances, school librarians who have an MLS but do not have the requisite teaching credentials must obtain these teaching credentials and classroom teaching experience first before they are permitted to work as teacher-librarians, and often additional library science graduate coursework is required, focused specifically on issues pertaining to school librarianship.Certification requirements vary widely from state to state, as does the title of the SLMS.[1] Some of the coursework may include collaboration skills, cataloging, technology, collection development, children’s and young adult literature, advanced research methods, and various other topics.
Ler mais aqui http://www.ask.com/wiki/Teacher-librarian
sábado, 5 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Bernardete Campello (Brasil, 2012)
JP – Sabe-se que muitas escolas não dispõem de profissionais especializados atuando nas bibliotecas. Como preparar os professores para exercer essa atividade? As instituições de ensino superior costumam promover cursos de especialização nesse sentido?
BC – Embora existam no Brasil, cerca de trinta cursos de biblioteconomia, que formam bibliotecários em nível de graduação, a grande maioria das bibliotecas escolares não conta com esse profissional. A atuação de professores nas bibliotecas, embora desejável, não contempla toda a gama de atividades necessárias para a constituição completa desse espaço. Eles, os professores, não têm formação para substituir o bibliotecário. Na minha opinião, o professor tem uma atuação importante na biblioteca escolar estimulando e apoiando os estudantes no uso da coleção. Os bibliotecários reconhecem a importância dessa atuação, tanto é que em boas bibliotecas dirigidas por bibliotecários, é comum que haja um professor na equipe.
Quanto aos cursos de especialização, algumas instituições de ensino superior têm oferecido cursos nesse nível, aberto a professores. Tenho conhecimento de cursos dessa modalidade oferecidos na Universidade Estadual de Londrina e nas universidades federais de Santa Catarina, Pará e Rio Grande do Sul
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Este é o tempo de novos profissionais
New Librarians: This is your time
View more PowerPoint from Ned Potter
Acedido via Miguel Mimoso Correia no Facebook (grupo Bibliotecários em acção). Trabalho que faz pensar de Ned Potter, autor do blog The wikiman
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Democracia e bibliotecas
Na visão de Backus, podem ser partilhados não apenas os livros, mas toda uma variedade de materiais, incluindo ferramentas, uma sala vaga, carros, mobília, música e arte, entre pares, através das bibliotecas, numa base que pode ser construída pela confiança e a credibilidade. "As bibliotecas podem permitir às pessoas um uso melhor dos seus próprios recursos, pela partilha", afirma. "Pela partilha através da biblioteca, em vez de ter de se organizar uma rede totalmente nova (para a partilha), podemos dar um pouco mais de poder à gente que usa a biblioteca."
"O meu interesse pelas bibliotecas", continua, "tem a ver com a tentativa de ser uma força alternativa para alguma coisa mais próxima de uma sociedade e de uma cultura que a si mesmo se possui, democraticamente. Em pleno capitalismo do mercado hiper-livre, as bibliotecas estão a tentar representar, ainda, alguma alternativa onde as coisas ainda se partilham e o conhecimento é construído e apropriado de modo cooperativo." (...)
“As bibliotecas existem para que as pessoas se possam informar por si mesmas. " diz Backus. “Mas não têm de ser apenas locais para aceder à informação. São, cada vez mais, lugares, para fazer alguma coisa sobre aquilo que se está a aprender; para adquirir conhecimento e fazer alguma coisa com ele."
“ Cheguei ao ponto em que quando penso numa biblioteca, a minha imaginação não a representa como um edifício cheio de estantes de livros, " continua. "Representa-a como um espaço e uma rede muito mais interactivos. Todos conhecemos o poster de biblioteca que diz "Lê", mas penso que o ponto crucial do serviço de biblioteca é transformar essa palavra "Lê" em "Age", "Questiona", "Faz", "Experimenta", "Põe a cabeça de fora".
Artigo de Cat Johnson, acedido pela ajuda de Miguel Mimoso Correia, no FB. Ler mais (em inglês) aqui
25 de Abril de 2012. Nem de encomenda!
25 de Abril de 2012. Nem de encomenda!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
All Aboard!: Implementing Common Core offers school librarians an opportunity to take the lead.
The textbook is dead . While some textbooks may wander your school halls like zombies for the next couple of years, make no mistake... the textbook as we know it is dead. Common Core calls for shorter, well-crafted texts that kids can consider more deeply. The focus is on primary (or maybe secondary) sources, not the predigested tertiary writing found in many of today’s textbooks.
Ler+:
All Aboard!: Implementing Common Core offers school librarians an opportunity to take the lead.
terça-feira, 24 de abril de 2012
3 Hottest Trends in Education Reform
Education news from NY (USA)
"In light of this challenge – to prove that innovations in education are actually effective – here are the areas and products within education that live up to their “game-changing” hype:
1) Adaptive Learning: Imagine a GPS for education where content and instruction is adapted to your learning style and needs. This algorithm-intensive system provides invaluable student data to teachers (a la Anderson’s recommendation), in addition to customized student learning opportunities outside the classroom. Two outstanding examples include Jose Ferreira’s Knewton, and McGraw-Hill’s Digital Products Group under the leadership of the talented Jay Chakrapati, who offers multiple products to learners and teachers across the K-12 and university spectrum. According to a new McGraw-Hill report, college students using their AL technology increased their course performance by one letter grade and increased their pass rates by 12.5%.
2) Online Learning: Online learning is not new, but finding a legitimate, quality-assured program is difficult. Enter 2tor, Inc, an online learning platform harnessing the internet, social media, cloud computing, and mobile technology to offer students a new level of online learning that eschews the sketchy model of virtual degrees for a full educational experience akin to studying on-campus. It works with top-ranked universities, pioneering its first model with USC and then with UNC’s top ranked MBA program. The beauty of 2tor is that it improves how students learn online while helping the university do what it does best: create and share knowledge.
3) Continuous Learning: The emergence of Khan Academy, Skillshare, and General Assembly offer informal learners the chance to hone and refine skills in core areas like finance, entrepreneurship, and computer programming without having to “go back to school.” The current challenge is how to balance the democratization of teaching with accreditation so that learners who put the time and effort to enroll in classes like General Assembly’s 3-week intensive Web Development course demonstrate added value to employers. Given startup solutions like LearningJar or GA’s recent partnership with LaGuardia Community College, it won’t be long until new models of continuous education programs become major players in career advancement and the post-secondary scene."
24x7 Digital Learning - Blog View - 3 Hottest Trends in Education Reform
Cravo em Abril
E – Há uma pergunta muito simples e muito curiosa para a maioria das pessoas, que é saber como é que aparece o cravo como símbolo da revolução? Como é que logo nas primeiras horas do 25 de Abril os soldados e a população aparecem a distribuir cravos e a transportá-los nos mais variados sítios: espingardas, lapelas, carros...?
M – Quando nós seguíamos do Terreiro do Paço para o Quartel do Carmo acontece a maior apoteose que eu alguma vez vi, e que dificilmente se poderá repetir, em que as pessoas choravam e se abraçavam. É em apoteose que nós chegamos ao Rossio. Quando aí chego, há uma Companhia formada em cima das viaturas, e eu não estava à espera dela, e há um jipe à frente dessa coluna donde sai um Capitão. Eu dirijo-me a ele a perguntar "então o que é que estás aqui a fazer?", ele diz "o Governo mandou-me para aqui mas eu estou convosco" e eu digo-lhe para vir atrás da gente. Quando estamos nesta coisa em que a população não percebia bem o que se estava a passar, quando verificou que estávamos todos do mesmo lado, começámos a ser envolvidos por 2 ou 3 ardinas que começam a distribuir os jornais que tinham acabado de sair sem censura, em frente estão as vendedoras de flores. As que existiam nessa altura eram os cravos brancos e vermelhos. Pegam nos molhos que aí tinham e começam-nos a oferecer, assim como outras pessoas que nos vêm oferecer de tudo, inclusive um homem com um presunto e uma faca. Neste contexto, como o vermelho é sinónimo de esquerda e tem um certo enquadramento, os fotógrafos começam a valorizar as fotografias dos cravos vermelhos; mas a realidade é que eles eram vermelhos e brancos que eram os que estavam à venda, assim como alguns jarros, mas estes sem o mesmo significado; se havia 4 molhos de cravos havia um molho de jarros. São as flores que existiam para venda e que são dadas na altura, em que as fotografias depois valorizam o vermelho.
Pela voz de Salgueiro Maia
http://www1.ci.uc.pt/cd25a/media/Videos/SMaia5.swf
Mais coisas sobre o 25 de Abril em CD, aqui
domingo, 15 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Daqui por 8 anos, que fará falta saber/ser/saber fazer?
The Institute For The Future (USA) has published its Future Work Skills 2020 report.
You’ll have to view the original version to be able to read this. There’s so much here we could be helping the school community to realise: novel and adaptive thinking, new media literacies, transdisciplinarity, cross cultural competencies – we have the potential to play a role in all of these. We should take note of the ‘rise of smart machines’ prediction and free ourselves from the repetitive work which stops us from getting out and doing more essential things. We can do so much for social media competencies across the school so that the whole school focus is on a globally connected world.
Ler mais aqui
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