sexta-feira, 4 de maio de 2018

Sociedade e Educação nos Tempos do Neo-Realismo

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COLÓQUIO
Integrado na Exposição “Miúdos, a vida às mãos cheias – A infância do Neo-Realismo português”, decorrerá no próximo dia 12 de maio, pelas 10h00, e até às 18h00, no Museu do Neo-Realismo, o Colóquio “Sociedade e Educação nos Tempos do Neo-Realismo” (Programa em anexo).
O Colóquio conta com as presenças Justino Magalhães, Áurea Adão, João Amado, David Tavares, Lúcia Serralheiro, Óscar Ferreira e Ana Pessoa e será seguido de visita guiada à Exposição pelas Curadoras, Violante F. Magalhães e Carina Infante do Carmo.
Aberto ao público em geral, limitado à lotação da sala.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Manual "Brincar Inclusivo" da UNICEF

incluir.png Descarregar aqui

O projeto Incluir Brincando é uma iniciativa da Vila Sésamo e do Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF,  que procura contribuir para a garantia do direito a brincar de todas as crianças, respeitando os ritmos e a individualidade de cada uma. Neste guia do brincar inclusivo, encontra sugestões de brinquedos, brincadeiras e jogos que permitem a participação de todas as crianças.
Incluir é bem mais simples do que parece e torna a brincadeira muito mais divertida!




Manual "Brincar Inclusivo" da UNICEF - Blogue RBE

As mulheres ciganas estão a fazer a sua pequena revolução


A escola? Fez a diferença, faz parte do que ajuda a fazer a diferença. Para melhor!


A família de Olga era uma excepção. O pai, fervoroso adepto de futebol, lamentava não conseguir ler o jornal A Bola. E queria que o filho e as filhas aprendessem a ler, a escrever e a contar. Eram os únicos ciganos daquela escola. Quase não havia ciganos nas escolas portuguesas. A esmagadora maioria não podia permanecer mais do que 24 horas num sítio, andava de terra em terra a ler a sina, a vender tapetes, cobertores, atoalhados, peças de tecido e outros produtos, a fazer pequenos trabalho

As mulheres ciganas estão a fazer a sua pequena revolução | Reportagem | PÚBLICO

segunda-feira, 23 de abril de 2018

2ª edição de «Miúdos a Votos» - 2018

A votação foi feita seguindo as regras de uma eleição política
 Biblioteca da Escola Secundária de Arcozelo, em Ponte de Lima

Em votação estão cerca de 70 livros, divididos por três listas, uma por cada ciclo do ensino básico. Os títulos constantes das listas foram escolhidos pelos próprios alunos, numa espécie de eleições primárias, em que participaram mais de 22 mil estudantes, propondo mais de 2 000 livros. As histórias que recolheram maior número de propostas são as que constam das listas.



Visão | Ministro da Educação assiste à votação de «Miúdos a Votos»

Concurso de Professores 2018/2019

Informação útil, trocada por miúdos



Concurso de Professores 2018/2019

sexta-feira, 20 de abril de 2018

‘Fui professor por 17 anos sem saber ler’ - BBC Brasil

John Corcoran e sua neta

Um relato que chega "via BBC" é geralmente credível. Mesmo que não seja factualmente verdadeiro, é uma boa história : faz pensar.

"Um dia, estava na fila do mercado e ouvi duas mulheres conversando sobre um homem que estava aprendendo a ler na biblioteca. Elas falavam com muita alegria, e eu não conseguia acreditar.
Fui até a biblioteca, perguntei pela diretora do programa de alfabetização, me sentei com ela e contei que não sabia ler.
Foi a segunda pessoa a quem contei isso na minha vida adulta."


‘Fui professor por 17 anos sem saber ler’ - BBC Brasil

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Currículo dos ensinos básico e secundário - República Portuguesa

Faltam 18 dias...



Neste sentido, convidam-se todas as escolas e seus professores, as famílias, alunos e demais interessados a analisar o Documento Síntese do Decreto-Lei, podendo os contributos serem inscritos até ao dia 30 de abril de 2018, no formulário disponível para o efeito.




Currículo dos ensinos básico e secundário - XXI Governo - República Portuguesa

As crianças e a Filosofia - estratégias, livros, contos

 
Mais informação sobre o livro aqui
La pregunta es: ¿cómo demonios se enseña a filosofar a los críos?
A esa peliaguda cuestión trata de responder El niño filósofo, un delicioso libro firmado por Jordi Nomen, profesor de Filosofía y uno de los cerebros detrás de la escuela Sadako de Barcelona, uno de los centros educativos más influyentes e innovadores de España. El libro, publicado por la editorial Arpa, es un manual práctico para ayudar a padres y educadores a enseñar a filosofar a críos de entre 9 y 12 años. (... ) Pero Nomen no sólo ofrece esas 12 preguntas trascendentales y la respuesta que a cada una de ellas da un importante filósofo. También brinda un cuento con el que poder explorar junto a los niños todas esas cuestiones y las pautas para, a partir de ahí, poder establecer un diálogo con ellos, chivándoles algunas de las preguntas que pueden dirigir a los pequeños para hacerles pensar. Para adentrarse, por ejemplo, en el pensamiento de Erich Fromm, Jordi Nomen da la vuelta al cuento de Caperucita roja y lo transforma en un relato maravilloso: La historia de Caperucita contada por el lobo, en la que el animal denostado durante generaciones y generaciones por fin cuenta su versión de los hechos y se presenta a sí mismo como víctima en lugar de como agresor. Ese cuento al revés sirve para plantear a los críos cuestiones como «¿por qué crees que la versión del lobo no ha llegado hasta ahora y la de Caperucita sí?» o «¿cómo se construye la verdad?» 


Por qué los niños deben aprender Filosofía | Historias

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Bibliotecando em Tomar 2018 - 4 e 5 maio

Mais um belo programa...

Ética & Estética: leituras possíveis - 4 e 5 de maio de 2018
Complexo Cultural da Levada – Tomar

A imagem pertence a uma revista brasileira, num número de 1998: 
LOPES, Anchyses Jobim. Contribuições de uma Teoria da Leitura e de uma Nova Estética Para a Educação : a leitura além do acesso de novas informações, a leitura para que se reconheça o outro como um fim em si mesmo. in Leitura: Teoria e Prática - Revista da Associação de Leitura do Brasil / apoio Faculdade de Educação - UNICAMP, Campinas, nº 31, Julho 1998. Disponível em URL: http://www.anchyses.pro.br/texto9.htm (Acedido 20180406)
O texto poético e a obra de arte são sempre humanos, ou um retorno à humanidade, e tornam o ser humano indispensável. A máquina pode veicular quantidades quase infinitas de informação. Contudo, propiciar a emoção estética não é simplesmente colocar alguém diante de um texto ou de um objeto supostamente artístico, mas enriquecer aptidões, desenvolver o prazer e o amor por algum tipo de conhecimento (o que em si mesmo também é uma forma de arte), propiciar condições para novos experimentos e experiências, transmitir o interesse pela essência viva do legado de gerações passadas. Em tudo isto, nada pode substituir a presença efetiva de outro ser humano. Somente deste modo pode-se assegurar de que o ensino não se constitui em simples transferência de conhecimento, mas sim em criar as possibilidades para sua produção ou sua construção ( Freire, 1997).


A intencionalidade e a essência da imagem e emoção estéticas por si mesmas constroem uma nova proposta humanista. Através da Arte, o sublime, o espantoso, o grotesco, o feio, inserem-se na dimensão do humano ao mesmo tempo que na do universal. Mesmo a mais abstrata das manifestações artísticas constrói algum dos infinitos prismas da existência humana. Nesta análise da essência da Estética não se pode falar de desumanização da arte, mas do resgate das mais diversas e até mesmo mais assustadoras características do ser humano. Se há manifestações artísticas que evocam agressividade ou desespero, constroem um modo de conhecimento, de integração à natureza humana, mas não uma aceitação passiva. Como veremos melhor, trata-se de um processo de aceitação crítica da natureza humana, primeiro passo para combater ou minorar seus efeitos deletérios.


Simultaneamente, uma vez que é da essência da imagem e emoção estéticas o resgate do ser humano, a fundamentação dos conteúdos da educação a partir da leitura e da arte constrói por si mesma a proposta de criação de um novo humanismo, não somente no antigo sentido idealista mas, como foi assinalado, de um retorno a valores que fundamentem uma práxis.


Ler mais sobre o Bibliotecando e a inscrição no evento:

Bibliotecando em Tomar 2018

domingo, 1 de abril de 2018

Information Literacy: Progress, Trends and Challenges / ed. L. Freeman (2018)

 Information Literacy: Progress, Trends and Challenges
The overall findings suggest that digital natives were not necessarily information literate, and that information literacy should be systematically promoted through hands-on activities. This book aims to stress the importance of information literacy in elementary education, discuss the scope of learning content that should be implemented within the curriculum, and to describe how the critical attitudes of the conscious media user can be shaped from an early age. The authors describe information literacy purposes and relationships in organizations within the context of the selected theories, and how they theoretically and practically connect. (do resumo)
Contributo de 3 autores portugueses, bibliotecários experientes no Ensino Superior:



Chapter 1. Education and Psychology Trends: Impact on Information Literacy (pp. 1-30) (Tatiana Sanches, Carlos Lopes and Maria da Luz Antunes) 
Chapter 2. Open Science Challenges for Information Literacy (pp. 31-60) (Carlos Lopes, Maria da Luz Antunes and Tatiana Sanches) 
Chapter 3. Information Literacy in Higher Education: Effects of Study Courses, Teaching Methods, Scientific Literacy and the Use of Information and Communication Technologies (pp. 61-90) (Bojana Boh Podgornik, Danica Dolnièar, Tomaž Bartol and Andrej Šorgo) 
Chapter 4. Information Literacy in the Perspective of Early School Education (pp. 91-112) (Irena Pulak) 
Chapter 5. Information Literacy and Organizational Theory (pp. 113-132) (Emmett Lombard and Vishal Arghode) 


O preço é que é puxadito...

Information Literacy: Progress, Trends and Challenges