quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Re-Word-it

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Um logotipo desafiante e sítio web de claridade.  Um projeto a seguir.

Os três pilares do Re-Word-It 
Tudo o que nos rege apoia-se no prazer – em ler, escrever e aprender, em ser curioso –, na metacognição – ganhando autonomia e consciência na aprendizagem – e no feedback construtivo, individual e coletivo, capaz de motivar para ir mais longe.

          Visão e Missão 

Priorizar a escrita e a leitura ao trabalhar a inteligência cognitiva e emocional, focados na atenção e na motivação para o desenvolvimento da criatividade e da curiosidade enquanto âncoras da aprendizagem.


Pilares Re-Word-it | Re-Word-it

Escola 2020 - é imperativa a transição para a autonomia

Morning Brew (Unsplash)


Da série "E agora, a escola."
A realidade grita por reforma das pedagogias. Saber gerir esta transição, eis o desafio, em stress.

Pedagogias da autonomia. Emancipação, socialização, projecto. Sabe-se como, está experimentado. On line, off line, em toda a parte. Sobretudo na escola, nas escolas, e por elas, e com elas. Parcerias de trabalho entre mestres e aprendizes, modo tão antigo como tantas vezes esquecido.

Duas leituras na mesma semana ampliam este grito nos media. Haja mais.
"A escola nunca foi tão necessária nem nunca foi tão insuficiente.
Necessária, porque a maior parte das famílias não tem tempo nem espaço para educar os filhos nem para os tratar como crianças. Necessária, porque as desigualdades sociais são cada vez maiores e só a escola pode atenuá-las. Necessária porque as crianças estão cada vez mais inundadas de tecnologias e cada vez mais carentes de afeição e valores. Necessária, porque neste nosso mundo não há outro lugar onde as crianças possam aprender a construir autonomia, responsabilidade e democracia.
A escola é, apesar disso, cada vez mais insuficiente. Insuficiente, porque o conhecimento humano aumenta a ritmo vertiginoso, tornando obsoleto o que é hoje novo e seguro, e não há escola que possa acompanhar uma tal explosão de saber. Insuficiente, porque cada vez há mais contingências e incertezas que não podem ser superadas com o conhecimento existente. Insuficiente, porque o próximo futuro será muito distinto do presente, mas ninguém sabe como é que ele será."  


"Por isso, a escola deverá avançar no sentido de se tornar uma comunidade de aprendizagem que promove a comunicação e a construção de relações interpessoais sólidas. Desiste da divisão dos alunos em turmas e em ciclos e favorece a construção de percursos individuais de aprendizagem, partindo dos interesses manifestados por cada educando, sendo nos roteiros individuais que vão sendo construídos pelo educando em conjunto com os educadores que o aluno trabalhará significativamente as Aprendizagens Essenciais. Para que tal possa acontecer, será necessário o envolvimento dos professores, dos assistentes administrativos e operacionais, das famílias, dos alunos e de todos os voluntários que poderão enriquecer os percursos realizados individualmente e em grupo. O que é curioso é que, desde 2018, a legislação já permite todos estes avanços. Terá falhado a formação?!"
Aurora Cerqueira e Pedro Selas

A escola do século XXI, Público, 24.08.2020 


"Os problemas educativos, agora expostos com nitidez pela pandemia, não são novos. Estamos, sim, a assistir a uma aceleração da história. Os próximos tempos vão ser marcados por mudanças profundas.  Hoje, mais do que nunca, precisamos de universidades com grande autonomia e liberdade, com espírito crítico, comprometidas com a inovação pedagógica e o reforço do espaço público da educação."
António Nóvoa 
E agora, escola? Jornal da USP, 19.08.2020 

 

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Direitos de Literacia - Cidadania Europeia

11 PONTOS DESTACADOS - PROGRAMA EUROPEU LIFELONG LEARNING


Declaração dos Direitos de Literacia dos Cidadãos Europeus

ELINET - Rede Europeia de Literacia, 2016
Nessa data, estimavam-se 55 milhões de adultos sem competências de literacia, 1 em cada 5 jovens de menos de 15 anos também.

Todas as pessoas na Europa têm direito à literacia. Os Estados-Membros da UE devem assegurar que sejam facultados às pessoas de todas as idades, independentemente da sua classe social, religião, etnia, origem e género, os recursos e as oportunidades necessários para desenvolverem competências de literacia suficientes e sustentáveis por forma a compreenderem e utilizarem de modo eficaz a comunicação escrita, seja ela manual, impressa ou digital.
1. As crianças devem ser estimuladas para a literacia em casa
2. Os pais devem receber apoio para ajudarem os seus filhos na aquisição da literacia
3. O desenvolvimento da linguagem e da literacia emergente exige um ensino pré-escolar acessível e de alta qualidade
4. A qualidade do ensino da literacia para crianças, adolescentes e adultos deve ser entendida como uma questão central de todas as instituições educativas
5. Todos os professores devem ser preparados eficazmente para o ensino da literacia, tanto na sua formação inicial como na contínua, para responder às exigentes tarefas que têm de desempenhar
6. As competências digitais devem ser promovidas em todos os grupos etários.
7. A leitura por prazer deve ser altamente promovida e estimulada
8. As bibliotecas devem ser acessíveis e ricas em recursos
9. As crianças e os jovens que têm problemas com a literacia devem receber apoio apropriado e especializado
10. Os adultos devem ser apoiados no desenvolvimento das competências de literacia necessárias para a sua participação plena na sociedade.
11. Os políticos, os profissionais, os pais e as comunidades devem trabalhar juntos no sentido de garantir a qualidade de acesso à literacia, reduzindo as diferenças sociais e educativas.
Texto integral da Declaração aqui. Video promocional (em inglês, com legendagem) aqui

sexta-feira, 31 de julho de 2020

TikTok na educação? características do app e como usá-lo na educação

 TikTok - Saiba se deve estar presente nesta rede social | Tudo ...
Criado por uma startup chinesa, o TikTok foi lançado em 2016, sendo atualmente a quarta maior rede social do mundo. A plataforma é estruturada totalmente em formato audiovisual, na qual é permitido que usuários  postem vídeos de até 15 segundos.

O uso da ferramenta é gratuito, e os usuários escolhem o tipo de conteúdo que desejam consumir, sendo viável seguir perfis e compartilhar conteúdos com seus seguidores. Não é preciso criar conta ou fazer login para acessar os vídeos, mas isso é exigido em relação a postar conteúdos.


TikTok na educação? características do app e como usá-lo na educação

terça-feira, 21 de julho de 2020

Why are School Libraries so Important?





Em todo o mundo, todas as famílias desejam para os seus filhos e as suas filhas o melhor. O melhor, na escola, é uma boa, qualificada e atualizada biblioteca escolar (não se trata apenas um lugar físico, atenção!).

Desta vez, uma mensagem da Austrália

Ler mais aqui https://medium.com/@snslcampaign/school-libraries-good-for-what-ails-ya-e0bd550695c

domingo, 12 de julho de 2020

No Hate Speech Youth Campaign Website



"Rede contra o Discurso de Ódio (No Hate Speech Network), iniciativa de um grupo de jovens activistas de vários países europeus que pretende “criar uma rede sustentável que trabalhe internacionalmente para combater o discurso de ódio no âmbito de uma forte estrutura pelos direitos humanos”.
Elo em Portugal: IPJD Instituto Português da Juventude e Desporto


No Hate Speech Youth Campaign Website

Mais coesão social onde há mais bibliotecários públicos e comunitários



Ler mais aqui (ou clicar na imagem)


quarta-feira, 8 de julho de 2020

20 modos de integrar a biblioteca no ensino on-line (2020)

CFAE_Matosinhos_Ed_Ozarfaxinars_Numero 89

imagem daqui


Escrito a pensar no ensino superior, mas que também ajuda a reflectir para outros níveis de ensino


Veinte formas de integrar la biblioteca en la enseñanza online

Natalia Arroyo-Vázquez 
Universidad de Navarra, Servicio de Bibliotecas
Miembro del Grupo ThinkEPI

José-Antonio Gómez-Hernández
Universidad de Murcia, Facultad de Comunicación y Documentación
Miembro del Grupo ThinkEPI


"(...) 2. Integración del personal bibliotecarioLa presencia activa del personal bibliotecario en la enseñanza online supone un compromiso mayor por parte de la biblioteca universitaria en el apoyo a la docencia, puesto que conlleva un importante despliegue de recursos de personal. El término embedded librarian, que en español se traduce como «bibliotecario integrado», más correctamente que como «bibliotecario incrustado» o «embebido», se refiere a aquel que «participa activamente junto con el profesor de las asignaturas en la docencia y que se identifica y se hace accesible en el sistema de gestión de las asignaturas», según los estándares para los servicios bibliotecarios para la enseñanza a distancia (ACRL, 2016). Este perfil profesional también se encuentra en el apoyo a la investigación y en otras tareas, como la adquisición de colecciones.Las acciones que el bibliotecario integrado desempeña en la enseñanza online, según recoge la bibliografía, se pueden dividir en dos grandes áreas: el apoyo a la docencia y la implicación en la misma. Son las siguientes:


8. Apoyar al profesorado en la docencia, especialmente en lo referente a competencias informacionales. Este apoyo se puede concretar en la selección de recursos de aprendizaje y supone una forma indirecta de llegar a los estudiantes y promover el uso de los recursos de la biblioteca (Cervera Farré et al., 2015). También puede consistir en una ayuda técnica para enlazar los recursos de la biblioteca o para integrar formación en alfabetización informacional (Jackson, 2007).9. Crear materiales de formación específicos para las asignaturas, como pueden ser tutoriales, infografías o guías temáticas, que se puedan incrustar en la plataforma de enseñanza en línea (Jackson, 2007).10. Incluir los datos de contacto del personal bibliotecario dedicado a cada asignatura, facilitando así que el alumnado se ponga en contacto con él o ella para la resolución de dudas, incluso con un horario de atención (Hoffman y Ramin, 2010).11. Participar en grupos de discusión específicos de la biblioteca dentro de las asignaturas, de forma que se pueda responder directamente a las cuestiones de los estudiantes y asistirles sobre el uso de los recursos de la biblioteca y competencias informacionales. Hoffman y Ramin (2010) recomiendan estar disponibles durante unas horas previamente concertadas para asegurar la respuesta inmediata. Para ello, Jackson (2007) propone colaborar con el profesor y buscar temas de interés conjuntamente.12. Establecer un rol de bibliotecario en la plataforma de enseñanza online. Esto conlleva un mayor conocimiento de la herramienta y permite colaborar directamente con el profesorado en la formación incluyendo contenidos a un nivel mucho más personalizado. Esta acción supone un paso importante en la presencia del personal bibliotecario en la enseñanza online, que va así más allá de la sesión de formación que se imparte a comienzos de curso (Black, 2008).13. Crear programas de formación online específicos sobre la propia biblioteca y sus recursos, o sobre competencias informacionales, abiertos para todos los estudiantes (Black, 2008; Hoffman y Ramin, 2010). La labor de formación del bibliotecario no es nueva (Green, 2019), pero todo apunta a que este nuevo curso tendrá un mayor componente digital. Esta formación suele estar centrada en el uso de los recursos y servicios de la biblioteca y en competencias informacionales (Moreno-Pulido y Sánchez-Fernández, 2015).14. Participar directamente en las asignaturas, con la creación de contenidos docentes sobre los recursos de la biblioteca y competencias informacionales, pero también impartiendo contenidos acordados con el profesorado, de la misma forma que se participa en algunas asignaturas con sesiones presenciales. Esta iniciativa es una de las más relevantes porque a través de ella la biblioteca consigue que la competencia informacional se vaya integrando dentro del contexto real de los objetivos de aprendizaje de los estudiantes.15. Realizar encuestas o entrevistas, de carácter formal e informal, con el fin de conocer la opinión de los usuarios y usuarias y el grado de satisfacción sobre los servicios online y para descubrir sus necesidades.16. Comunicar y difundir los servicios que las bibliotecas prestan online para el alumnado y los equipos docentes, para darlos a conocer y que puedan así utilizarlos (Behr y Hayward, 2016).17. Definir una carta de servicios para el equipo docente, en la que se especifiquen los servicios concretos de apoyo al profesorado (Cervera Farré et al., 2015) y que esté publicada en un lugar visible.18. Definir el papel del bibliotecario integrado en la enseñanza online e identificar las tareas que debe llevar a cabo, estableciendo prioridades ante la imposibilidad de estar presentes en todas las asignaturas.19. Actuar como enlace con el profesorado y en ocasiones también con el departamento que administra la plataforma de enseñanza en línea de la universidad, aunque esta colaboración es menos frecuente, pues lo habitual es que se dé con departamentos académicos (Jackson, 2007). Para Caridad-Sebastián y Martínez-Cardama (2013) este papel de enlace es precisamente la base del bibliotecario integrado. De hecho, se podría decir que es fundamental, ya que es esencial establecer vías de colaboración para la integración de la biblioteca en la enseñanza online.20. Establecer vías de colaboración con el profesorado y con diferentes departamentos dentro de la universidad. Esta acción resulta fundamental para la implementación de las demás y es uno de los aspectos en los que más se coincide en la bibliografía (Arroyo-Vázquez y Gómez-Hernández, 2020)."






LISTSERV 16.0 - IWETEL Archivos de:

domingo, 28 de junho de 2020

Plano Nacional de Leitura - LER + FÁCIL

 PNL2027 em Ação
O projeto pretende combater as baixas competências e práticas de leitura e escrita dos adultos através de uma solução digital integrada com ferramentas automáticas para português europeu que asseguram a análise, classificação e conversão de obras literárias e de textos científicos e informativos mais complexos e formais para os níveis + Fácil (A1-A2) e + Claro (B1).
Em Portugal, 1/3 dos adultos não sabem ler nem escrever, entendem mal o que leem ou expressam-se com dificuldade, sendo incapazes de resolver um vasto leque de problemas académicos, profissionais ou da vida quotidiana. Os adultos que precisam de aceder ou garantir o emprego são leitores raros e têm baixa escolaridade: apenas 50% dos adultos entre 25 e 64 anos concluíram o ensino básico e 33% dos adultos entre 25 e 34 anos têm o ensino secundário.
Esta ausência ou abandono de práticas e hábitos de leitura e escrita sempre se mostrou difícil de combater devido à falta de livros e textos adequados à idade
e nível de proficiência leitora destes adultos.
Com esta solução tecnológica pretende-se:
- desenvolver as capacidades e o gosto pela aprendizagem e pelo conhecimento humanístico, científico e digital da população adulta;
- aproximar os leitores adultos da literatura;
- melhorar as práticas de comunicação e educação para todos.