terça-feira, 3 de maio de 2016

Promessas e problemas da pesquisa digital para crianças e jovens

Ana Lúcia Terra
anaterra@eseig.ipp.pt
Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão
Instituto Politécnico do Porto
CE...



1. O impacto do contexto digital no comportamento informacional de crianças e jovens 

2. O cérebro do malabarista 

3. A cultura da pesquisa da Google 

4. A literacia da informação: um ciclo contínuo



Promessas e problemas da pesquisa digital para crianças e jovens

domingo, 1 de maio de 2016

Livros, Educação, Ciência : o passado ajuda-nos a entender o futuro



"Em reuniões (em Inglaterra) debatiam as leituras, os resultados das experiências e propunham novos procedimentos experimentais. "Estes protocolos de leitura não eram naturais, tinham de ser aprendidos e deram origem a uma investigação científica contínua", diz o britânico. Do pouco que se conhece, o cenário seria muito diferente por cá (Portugal). "Não vemos verdadeiras discussões científicas", diz Henrique Leitão. "Rapidamente se tornavam em picardias pessoais e o conteúdo científico perdia-se."
Para o historiador português, este problema passa pela "fragilidade das instituições científicas", em que uma educação de má qualidade tem um efeito "devastador" na ciência e na modernidade: "Há um conjunto complexo de questões que tem de ser estudado aos poucos. Vamos tentar perceber este problema secular. Não pode ser uma razão conjectural, vemo-lo hoje, asperformances das universidades portuguesas são uma vergonha, excepto honrosas excepções."


Os livros científicos dos séculos XVI e XVII, ou como a Inquisição "limpou" as bibliotecas - PÚBLICO

quarta-feira, 27 de abril de 2016

When Kids Have Structure for Thinking, Better Learning Emerges


PZ Thinking Routines from Sue Borchardt on Vimeo.
To help make these ideas more concrete, Ritchhart and his colleagues have been working to hone in on a short list of “thinking moves” related to understanding. To test whether these moves were really crucial, researchers asked themselves: could a student say she really understood something if she hadn’t engaged in these activities? They believe the important “thinking moves” that lead to understanding are:
  • Naming: being able to identify the parts and pieces of a thing 
  • Inquiry: questioning should drive the process throughout 
  • Looking at different perspectives and viewpoints 
  • Reasoning with evidence 
  • Making connections to prior knowledge, across subject areas, even into personal lives 
  • Uncovering complexity 
  • Capture the heart and make firm conclusions 
  • Building explanations, interpretations and theories. 
These thinking moves all point to the conclusion that learning doesn’t happen through the mere delivery of information. “Learning only occurs when the learner does something with that information,” Ritchhart said. “So as teachers we need to think not only about how we will deliver that content, but also what we will have students do with that content.”

sábado, 9 de abril de 2016

Diretrizes de políticas da UNESCO para a aprendizagem móvel (ePUB and PDF) | United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization





Diretrizes de políticas da UNESCO para a aprendizagem móvel (ePUB and PDF) | United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

LIDIA

Um projeto a seguir com muita atenção
O Projeto LIDIA - Literacia Digital de Adultos nasce do Prémio Inclusão e Literacia Digital atribuído ao Projeto TACCLE2 em 2014, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, através da Rede TIC e Sociedade.
Workshops, BAO (recursos) e muito mais...
 



LIDIA
Literacia Digital de Adultos
http://lidia.ie.ulisboa.pt/

Agradeço ao seminário Bibliotecas Inclusivas proporcionado pelo agrupamento de Escolas Leal da Câmara em Rio de Mouro (8 e 9 de abril de 2016) a oportunidade de conhecer este recurso.
Ver mais aqui
http://bibliotecapan.wix.com/seminario

domingo, 3 de abril de 2016

Rádio Miúdos - A primeira Rádio para crianças em Português

radiomiudos.pt


Boas surpresas. Longa vida.

Rádio Miúdos - A primeira Rádio para crianças em Português

Direitos da Criança 2016-2021 (Conselho da Europa, 2016)

Lançamento da Nova Estratégia do Conselho da Europa para os Direitos da Criança 2016-2021 (5 e 6 abr., Bulgária)
Um dos outputs desenhado é um projeto Paneuropeu de educação para a cidadania digital (p. 21.)

Nos dias 5 e 6 de abril de 2016, será lançada, em Sófia, na Bulgária, a nova Estratégia do Conselho da Europa (CoE) para os Direitos da Criança (2016-2021), a qual identifica os principais desafios e áreas prioritárias neste domínio.

DESAFIOS
  1. Pobreza, desigualdade e exclusão
  2. Violência
  3. Sistema de justiça feito para adultos
  4. Desafios para famílias e pais/mâes
  5. Racismo, discurso de ódio e radicalização
  6. Crescimento num mundo digital
  7. Migração
ÁREAS PRIORITÁRIAS
  1. Oportunidades iguais para todas as crianças
  2. Participação de todas as crianças
  3. Uma vida sem violência para todas as crianças
  4. Justiça amiga da infância para todas as crianças
  5. Direitos da criança em ambiente digital
DESENVOLVIMENTO DA ESTRATÉGIA
    1. Conseguir que os padrões/as orientações funcionem para as crianças
    2. Envolver todos os agentes relevantes
    3. Comunicar/divulgar os direitos das crianças
    4. Avaliar a ação
PRINCÍPIOS ORIENTADORES DESTACADOS NA ESTRATÉGIA PROPOSTA (4)
  1. Não descriminação (artigo 2º)
  2. Os melhores  interesses da criança (artigo 3º)
  3. O direito à vida, à sobrevivência e ao desenvolvimento (artigo 6º)
  4. O direito a ser ouvido (artigo 12º)
O Conselho da Europa integra 47 Estados membros. Desde 2006, desenvolve um programa específico neste campo " Building a Europe for and with Children".
Ler mais aqui:
Lançamento da Nova Estratégia do Conselho da Europa para os Direitos da Criança 2016-2021 (5 e 6 abr., Bulgária)

60 brincadeiras para aprender Direitos Humanos

 
Brincar é muito importante para o desenvolvimento da criança. Quando brinca, a criança está desenvolvendo uma série de habilidades e novas competências, usando sua imaginação e se relacionando com o mundo. Brincar em grupo também é importante: a criança aprende a dividir, lidar com a diferença e socializar.


Apostando nisso, a Equitas, uma ONG internacional sediada no Canadá, que oferece programas de transformação e educação em direitos humanos, desenvolveu o Play It Fair, um guia contendo 60 brincadeiras e atividades para desenvolver com crianças de 6-12 anos para discutir temas como direitos humanos, discriminação e resolução de conflitos.

O guia foi desenvolvido com o objetivo de trabalhar os valores primordiais da Declaração Universal dos Direitos Humanos, como cooperação, respeito, equidade, inclusão, respeito à diversidade, responsabilidade e aceitação, e vem sendo utilizado por educadores e profissionais de recreação infantil em acampamentos de férias e escolas infantis.
O material foi lançado em 2011, e até hoje as atividades já alcançaram mais de 500.000 crianças em todo o Canadá e outras em diversas partes do mundo. Embora esteja em inglês, o guia já foi traduzido para o árabe e utilizado por educadores no Oriente Médio e na Indonésia.
Baixe o material gratuito (em inglês) aqui .


 Play It Fair! Toolkit | Play It Fair! Toolkit | Equitas - International Centre for Human Rights Education / Centre international d’éducation aux droits humains