domingo, 1 de julho de 2012

Padrões de referência - o que é um "library media specialist"?




1. Teachers are committed to students and their learning.
2. Teachers know the subjects they teach and how to teach those subjects to
students.
3. Teachers are responsible for managing and monitoring student learning.
4. Teachers think systematically about their practice and learn from experience.
5. Teachers are members of learning communities.
(...) 
The National Board for Professional Teaching Standards has organized the standards for accomplished library media specialists into the following ten standards. The standards have been ordered to facilitate understanding, not to assign priorities. They each describe an important facet of accomplished teaching; they often occur concurrently because of the seamless quality of accomplished practice. These standards serve as the basis for National Board Certification in library media.
in Library Media Standards for teachers of students ages 3-18+, publicado pelo National Board of Professional Teaching Standards da Austrália, 2ª ed. 2012.

terça-feira, 26 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Há computadores. Para quê professores?


"So what is the key difference between online education and face-to-face, residential education? The late John Strohbehn, the provost at Duke, used to say parents are willing to pay a lot to have professionals turn their 18-year-old kids into 21-year-old adults. Almost everything about the intensity of college and the multiple pressures of studying, social life, work life, and extracurricular leadership activities is part of what leads to that development process from being a teenager to being ready for an independent adult life. Especially for middle-class America, with its over-protected, over-regulated teens and helicopter parents, giving up on universities means educational disempowerment (youth unemployment is high but far higher for those without a college degree). And it also means a major change in the very structuring of parenting."
in Podemos substituir os professores por ecrans de computador? , de Cathy Davidson (vejam também as caixas de comentários)


"Ensine-lhe as coisas da escola, ensine-o a estudar, que a educação dou-lhe eu em casa. E faça o favor de me chamar quando for preciso. Se eu não puder vir, vem a irmã mais velha, trabalhar com a professora." - dizia-me uma mãe de um aluno adolescente há muitos anos, numa aldeia de Portugal. Que isto de educar pequenos foi sempre muito casa de mulheres, conversa entre mulheres da casa, e mulheres da escola.
Outros tempos e conceitos? Talvez nem tanto...

Hoje, as Universidades viram-se para sistemas como o MOOC (Massive Online Open Courses) , pagos ou gratuitos, que se podem resumir, ou não, a palestras à distância, uma espécie de versão moderna da tele-escola, podendo ser diferidos ou em direto, com maior ou menos interatividade (webinars, videoconferências). Ferramentas úteis graças à universalidade da banda larga e ao progresso dos recursos em livre acesso, é entusiasmante trabalhar com elas, e também por isso mesmo faz falta pensar mais um pouco.

Cathy Davidson interroga nessa medida a dimensão educativa fundamental,  reforçando a importância da relação professor-aluno no crescimento deste, enquanto pessoa autónoma (empowerment) e membro de comunidades. Fá-lo no quadro de uma polémica desencadeada por um artigo seu anterior, em que mostrava a crescente importância e o vigor dos recursos online e digitais em geral, tanto em termos de menor custo como de maior facilidade de acesso ao conhecimento. De facto, uma polémica sobre a natureza do conhecimento e do essencial em educação, mais do que uma polémica sobre o uso das tecnologias e dos meios informáticos, da web.

De facto, mesmo as lições por Youtube só tornam dispensável o professor (e a maneira de ser professor) magistral, que comunica uma mensagem única para todos os alunos sem interação nem individualização - como se fosse um programa de TV, e como acontece em muitas "aulas" universitárias e outras. Fica mais visível o valor do trabalho de acompanhamento, de presença atenta a cada aluno e ao seu percurso de aprendizagem e afirmação - mesmo que às vezes as conversas sejam por email, em chat, ao telefone, sobre conteúdos científicos, a diferença entre um debate técnico e uma aula/relação pedagógica é que as conversas podem ser sobre o urso pardo, os verbos declarativos, a filosofia de Descartes ou uma fórmula matemática - quando, como alunos, falamos com um professor, falamos sempre também de nós. E esperamos que ele também entenda desse assunto.

Assim, a tecnologia em expansão, por si só, longe de desvalorizar o trabalho do professor, e a sua existência, antes cada vez tornarão mais preciosa a sua presença e a sua preparação pedagógica - sendo a pedagogia, como é, uma arte da relação com os seres em crescimento - e decisivo o conhecimento amadurecido das famílias sobre educação e o papel da escola, da internet, da tv e das pessoas da casa (e da escola enquanto casa e espaço de relações pessoais e sociais, também entre pares) nos caminhos de cada aluno. Com resultados que podem ser muito diferentes, até em termos de acesso ao mercado de trabalho. Como conclui Cathy Davison, referindo-se aos cursos universitários: 
"If I'm interviewing two candidates for a job or graduate program and one attended a residential college/university and had a rich array of college activities and experiences and the other earned their degree entirely through an online program, it is crystal clear which one I'm going to take."
O que levanta outra questão: sendo o ensino online muito mais barato, se desistirmos de oferecer boas escolas e bons professores a todos, em condições de qualidade educativa, estaremos a fomentar grandes desigualdades de acesso à educação? É um risco real. Porém, como se afirma num dos comentários ao post de Davidson: 
"it's hard to see how bringing education to the masses can be anything other than a good thing.  Sure, the only education may only be 90% as good as a traditional college education -- but, if it allows people with families and jobs to better their knowledge and their communities, then it's a big win."

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ebooks, YReaders e bibliotecas : um guia





Porquê disponibilizar livros digitais na biblioteca?
Participação da comunidade. Os utilizadores estão a pedir livros digitais?
Livros grátis
Plataformas de livros eletrónicos para bibliotecas: Axis 360
Avaliação de fornecedores.
Descarregar conteúdo
Formar utilizadores
Orçamentos

Um guia abreviado de alguns pontos fundamentais num campo em que a procura tem vindo a crescer.
E um blog interessante a explorar : Universo Abierto (Fac. Trad. e Doc. da Unv. de Salamanca)

Relatório, relatório meu, há alguém que relate melhor que eu?





O Verão é tempo de relatórios e mais relatórios nas escolas. 
Este é bem original e dedicado aos professores bibliotecários e bibliotecários escolares de resiliente sentido de humor :)
A autora foi vencedora de um prémio em 2012 com o seu Blog

sábado, 16 de junho de 2012

Em toda a parte, everywhere...

Uma banda desenhada excelente para quem trabalhar em/com bibliotecas de todo o tipo e ainda não sabe que pertence à poderosa organização SLIM... Supreme Librarians in Metaspace.
Autores - Matt Hupson, Michael Hall, Dustin Evans. Uma edição recente (2012), de uma Universidade - SLIM vale também para School of Library and Information Management da Emporia State University, fundada em 1902 e acreditada pela ALA e que disponibiliza um programa de formação para bibliotecas escolares - School Library Media - acreditado pelo NCATE - National Council of Accreditation for Teacher Education.
Claro que é um material de promoção dos cursos da Universidade, mas também promove as bibliotecas e os seus profissionais.

Leia já, aqui (pdf, descarregável)

Mapa dos blogues de bibliotecas escolares portuguesas


Mapa dos Blogues das Bibliotecas Escolares Portuguesas
http://sites.google.com/site/bevilarinho/mapablogues
Elaborado por:
http://bibliotecavilarinho.blogspot.com


https://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&msa=0&msid=206500006056287271204.00046eb1567a9e9174ea3&source=embed&t=m&vpsrc=0&ll=39.206548,-8.202975&spn=4.382026,2.270978

domingo, 10 de junho de 2012

Sermos Cidadãos digitais, também praticantes




Daqui. Podem ser descarregados em pdf, a cor ou a preto e branco, em vários idiomas. Cidadania digital verdadeira é sempre multilingue, já repararam?
O português foi recentemente adicionado, à moda colaborativa, depois do inglês, do francês, do holandês, do espanhol e do grego... e continua...

Precisamos de ser capazes de entender conexões e horizontes


We need to have the capacity to understand connections and horizons

José Baldaia, 2012

Versão bilingue, em português e inglês

Aprender em outros formatos

Making the most of informal learning

View more presentations from Jane Hart
From training rooms to learning spaces/places/times
Adeus salas de formação, olá lugares/tempos/espaços de aprendizagem.

Via Paulo Simões, no seu scoop.it elearning

Maria Keil, bem-amada por tantos de nós


Porque Maria Keil merece todas as memórias, especialmente as ativas, pela sua Arte e pelo que nos fez e faz e fará sonhar, ler, criar.

 on PhotoPeach


Grata à Ana Luísa Beirão, colega do Porto, por estes minutos de imagens e música. 
Maria Keil (1914-2012) - para saber mais, pode começar por aqui.