domingo, 6 de março de 2016

Bibliotecas do futuro

enki Library
Imagem daqui


La biblioteca como editora de contenidos

Julio Alonso Arévalo, Marta Vázquez Vázquez (2015)



Resumen 
Una de las características más innovadoras de la biblioteca del siglo 21 tiene que
ver con la toma de una postura activa frente a la gestión y generación de
contenidos. Con la llegada de la Web 2.0 las bibliotecas no sólo siguen
salvaguardando y difundiendo información como han venido realizando a lo largo
de su historia, también cada vez con más frecuencia crean nueva información con
el objetivo de prestar los mejores servicios a sus ciudadanos, a través de recursos
y servicios tales como la elaboración guías de investigación, boletines de alerta y
novedades, recursos web, información a través de sus blogs, y como
administradores de contenidos a través de repositorios y revistas de acceso
abierto. Un paso más allá en esta dinámica tienen que ver con la biblioteca como
editora y distribuidora de libros, especialmente en el ámbito local, siendo la
impulsora, formadora, dinamizador y difusoras de las obras de los autores de su
comunidad.  
Palabras clave 
bibliotecas, espacio, diseño, futuro, información a la comunidad, editoriales,
edición, autoedición, libros electrónicos. 
Texto integral: MEI-EpoII-Vol6-n10y11.pub

How the School Library Helps Build Strong Blended Classes | I Love Libraries

School library




With more than 265 students in nine hybrid classes coming to the school library and learning commons, there is a wealth of opportunities to work together.  As Michael Wesch states, "to connect, organize, share and collaborate,… we have to move from knowledgeable — that is just knowing a bunch of stuff — to being actually knowledge-able; that's being able to find sort, analyze, criticize, and ultimately create new information and knowledge.



How the School Library Helps Build Strong Blended Classes | I Love Libraries

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Lesson Plans - New Literacies Alliance - Research Guides at Kansas State University



The NLA was imagined as an interdisciplinary leveling platform for information literacy instruction. These are the principles that drove the design of the project.Technological Advantages
  • Technology, vendor, and institution-agnostic
  • ADA and mobile compliant
  • NLA branded, but institution branding may introduce or frame the content
  • Open source
  • Open access, Creative Commons licensed (attribution, non-commercial, no derivatives, but lessons and modules can be used a la carte)
Educational Advantages
  • Focus on metaliteracies
  • Outcomes-based instruction (that begins with the learning objectives) 
  • Leveling platform--designed to bring all students to same level and provide consistency for KBOR and institutional partners
Institutional Advantages
  • Peer-reviewed content
  • Sustainable - better than each institution creating the content themselves
  • Curricular standardization between partners


Lesson Plans - New Literacies Alliance - Research Guides at Kansas State University

Digital Skills Are Not the Same as Digital Literacy | TechSoup for Libraries

Does he have digital skills or digital literacy?

Digital skills mean that you can follow a step-by-step process of creating an email account. Digital literacy means that you can recognize spam, know why it is being sent, and understand how email providers use filters to minimize potential harm.
Digital skills mean that you know how to use Microsoft Word. Digital literacy means that you can use Microsoft Word to clearly and effectively communicate all the key components of an assignment.
Digital skills mean you can show someone how to borrow e-books. Digital literacy means that you know why some e-books aren't available in New Zealand libraries, even though those same e-books can be purchased online.


Digital Skills Are Not the Same as Digital Literacy | TechSoup for Libraries

sábado, 13 de fevereiro de 2016

A Beautiful Poster Featuring Basic Digital Skills Every Teacher Should Have ~ Educational Technology and Mobile Learning

digital skills



A Beautiful Poster Featuring Basic Digital Skills Every Teacher Should Have ~ Educational Technology and Mobile Learning

Professor : burocrata ou profissional educador?

Emilia-Ferreiro los docentes no leen
Siguen instaladas viejas ideas que son parte de la lentitud del sistema para reaccionar. A veces con el razonamiento de que si siempre se hizo así para qué cambiar (…) 
Una de las tendencias es regalarle el fracaso a la familia o al niño y no asumir la responsabilidad de que todos los chicos pueden aprender y deben aprender. Andan buscando desde antes que empiece el año escolar quiénes van a repetir o quiénes son los disléxicos o los que tienen alguna patología por la cual la cosa no va a andar. Y realmente todo cambia muy fuerte cuando el maestro dice “aquí no va a haber repetidores” y cuando asume desde el inicio que “aquí van a aprender todos”. Eso exige un involucramiento fuerte del maestro con el aprendizaje; ahí entramos en otra vertiente, en la que el oficio del maestro se ha ido burocratizando cada vez más y desprofesionalizando al mismo tiempo. Recibe instrucciones y las ejecuta: esa es la definición de un burócrata. En tanto, el profesional es el que sabe lo que está haciendo, por qué lo está haciendo y tiene una racionalidad y una especificidad que puede defender profesionalmente.
Emília Ferreiro, 2016 


Si los docentes no leen, son incapaces de transmitir el placer de la lectura – CANAL CULTURA

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

domingo, 31 de janeiro de 2016

Projeto Leitor



 
PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS
"(...) o professor reúne-os em grupos e diz: vamos aprender acidentes geográficos, a ilha, a península. Aos 10 anos, eles já ouviram estas palavras, já as viram muitas vezes. Dizemos: em grupo, vão escrever uma ilha por palavras vossas, sem ir ver a lado nenhum. Uma menina dizia - não sei explicar o que é uma montanha. E fazia um gesto que ilustrava a ideia de montanha. Escreve isso. Uma coisa que sobe. Uma coisa, não, terra. Terra que sobe. A certa altura estão apaixonados, não se aborrecem, falam uns com os outros. Quando o professor diz: vamos saber o que os livros dizem, os alunos já estão a trabalhar mentalmente com a imaginação. É mais lento mas é mais profundo."

(...)E temos o Projeto Leitor, para promover a leitura livre. Como fazem isso?
Este Projeto Leitor é muito bonito. O que diz o currículo oficial é que a escola deve promover o gosto pela leitura. Não é ler três livros e fazer um teste. Como fazer? Dando-lhes mais liberdade e ampliando o número de livros. Os alunos têm 100 livros, e têm de ir lendo. Há alunos que leem 10, 12, 14. Outros leem quatro ou cinco, é o mínimo por ano. Num ambiente digital, os alunos partilham o que leem. Escrevem: li isto, gostei por isto ou aquilo, e isso é partilhado entre três colégios. Temos alunos de um colégio que influem muito nos alunos de outro. Todos os alunos têm de ir escrevendo sobre o que leem. Como o professor não dedica tanto tempo a explicar, o que faz é observar e ler o que eles escrevem. Um professor consegue sempre intuir - estás a copiar tudo, tudo o que escreveste foi copiado, porque eu conheço-te e sei que isto não tem nada a ver contigo. Tem tempo para lhe dizer - vamos lá... Ou tem tempo para dizer a um companheiro - vamos tentar que fulano leia mais. O resultado que observamos é que os alunos leem, uns na sala de aula, outros no chão, outros no sofá, outros no salão. E leem. Não há disciplina para ler, não estão todos sentados. Os alunos vão lendo e escrevendo e os professores não fazem exames sobre os livros, fazem debates. Vamos falar sobre este livro. Ou sobre este quadro. E fazem debates.
Como avaliam essa evolução?

Primeiro, observamos quantos livros leem. E depois quando terminam as férias e regressamos à escola, fazemos uma espécie de focus group: quantos livros leram no verão? No verão não é obrigatório. Eu, nenhum. Eu, dois. Eu, quatro. Ao fim de três anos, saberemos se há alguma relação entre o que fazemos e o que leem no verão. Se lerem mais é porque gostam de ler. É uma aposta de longo prazo.
Entrevista a Pepe Menéndez, diretor adjunto da Fundació Jesuïtes Educació,  
Catalunha, 2016
"O problema do ensino é que é muito aborrecido. Nós mudámos o olhar" - Portugal - DN

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Ten Steps to Better Student Engagement | Edutopia

 
Create a Culture of Explanation Instead of a Culture of the Right Answer
You know you have created a rich learning event when all students are engaged in arguing about the best approach to the assignment. When you use questions and problems that allow for multiple strategies to reach a successful outcome, you give students the opportunity to make choices and then compare their approaches. This strategy challenges them to operate at a higher level of thinking than when they can share only the "correct" answer. Avidly collect problems and tasks that have multiple paths to a solution. As a math teacher, I create problems that have a lot of numbers instead of the usual two. For example, I can present this problem:
5 + 13 + 24 - 8 + 47 - 12 + 59 - 31 - 5 + 9 - 46 - 23 + 32 - 60
Then I can say, "There are at least three fundamentally different strategies for doing the following problem. Can you find them all?"


Ten Steps to Better Student Engagement | Edutopia

Educação, Leitura, Inclusão, Bibliotecas, Prisões - Brasil



Um Relatório sobre a Educação nas Prisões Brasileiras, realizado em 2009 pela Relatoria Nacional para o Direito Humano à
Educação, particularmente significativo e inspirador para trabalho educativo em geral e com bibliotecas em especial nos estabelecimentos prisionais. Intervenções em Portugal, tais como o Leituras em Cadeia (Projecto Gulbenkian, parceria com Laredo Associação Cultural, Ministério da Justiça e Delta Cafés), parecem confirmar muitas observações e rumar no mesmo sentido.
Desde 2011 que por decreto-lei 51/2011, de 11 de abril, todos os estabelecimentos prisionais portugueses devem ter serviço de leitura e de biblioteca, valorizando a diversidade cultural e linguística dos/as reclusos/as art.ºs 93 e 94).


"O artigo 21 (da Lei de Execução Penal) estabelece a exigência de implantação de uma biblioteca por unidade prisional, para uso de todas as categorias de reclusos, provida de livros instrutivos, recreativos e didáticos .”(p. 10)
  • "(...) as bibliotecas, quando existentes, possuem acervos pobres ou problemas de acesso (encontramos acervos de livros novos fechados em salas há mais de 1 ano). São poucas as unidades que apresentam algum tipo de estratégias de estímulo e mediação de leitura. Há unidades que castigam o preso/a presa pela perda de um livro da biblioteca, utilizando regras disciplinares de segurança, como a ida para a “solitária”;
  • faltam exames oftalmológicos periódicos e acesso a óculos, o que compromete os processos de aprendizagem;
  • os computadores, quando existentes, sofrem da falta de manutenção, são de difícil acesso e em número insuficiente à demanda.” (p. 85-86)

Recomenda-se, nomeadamente:

23) uma política de estímulo à leitura e à escrita nas unidades prisionais: o Ministério da Educação estabeleceu no início de 2009 convênios por meio do PAR (Planos de Ações Articuladas) com 19 estados para a implantação de bibliotecas nas unidades prisionais. Importante avanço que precisa ser complementado com a normatização nacional que estabeleça regras para a implantação, renovação de bibliotecas, composição do acervo, acesso dos encarcerados e das encarceradas, punição a gestores que mantiverem acervos fechados (sem uso) ou restringirem o acesso e regras para o caso de extravio de livro, estabelecendo diferenciação com relação às punições disciplinares da prisão. Especial atenção deve ser dada a projetos e programas de estímulo e mediação de leitura nas unidades, com ou sem participação de organizações da sociedade civil. Existem experiências importantes que devem ser analisadas e divulgadas como referência para todo o
sistema prisional. O mesmo deve ser considerado com relação ao estímulo a escrita nas unidades prisionais por meio de cartas, bilhetes, redações, poesias, etc, como parte de estratégias de letramento. O acesso ao papel e a canetas e lápis é condição fundamental; 


24) a inclusão digital de pessoas encarceradas e o direito à documentação básica: devem ser definidas também estratégias para a ampliação efetiva da inclusão digital das pessoas privadas de liberdades como parte da política nacional de inclusão digital em desenvolvimento pelo governo federal, adaptada às especificidades do ambiente digital. Destacamos a importância da inclusão imediata das unidades prisionais no projeto Computador para a Inclusão (Ministério do Planejamento/MEC/Ministério do Trabalho e Emprego) e no Programa Nacional de Informática na Educação (MEC). O Plano Nacional de Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica, lançado pelo governo federal em 2007 e implementado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, deve prever a construção de um plano destinado ao sistema prisional que gere respostas à grande demanda por documentação existente entre as pessoas encarceradas. O trabalho deve ser desenvolvido em articulação com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

www.cmv-educare.com/wp-content/uploads/2013/07/FINAL-relatorioeducaçãonasprisoesnov2009.pdf

Brasil, 2015: Escolas ocupadas tinham milhões em material escolar nunca distribuído. Por Mauro Donato

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/livros-600x360.png

Produtos só são recursos se houver gente a fazê-los viver e a dar acesso

Na escola Orville Derby (Zona Leste), a quantidade era tanta que os alunos fizeram uma barreira na frente da diretoria com os livros novos estocados e não distribuídos. Neles, um cartaz afixado aguarda a chegada do diretor após a desocupação: “Hoje os livros que te impedem o acesso. Ontem nosso acesso é que era impedido.”


Diário do Centro do Mundo » Escolas ocupadas tinham milhões em material escolar nunca distribuído. Por Mauro Donato