sexta-feira, 16 de março de 2012

What Technologies will impact libraries in 2-5 years?

Não, não é falta de óculos: para ver esta imagem, basta clicar aqui, que abre em formato acessível  :)

Uma sondagem vale o que vale, mas esta é respeitável e interessante. Segundo os inquiridos, dentro de 5 anos as tecnologias mais influentes nas bibliotecas serão os E-books, as aplicações para Tablets e telemóveis, e o Cloud computing. Todo o artigo é interessante, e remete ainda para algumas pistas menos comuns (a referência a "large screen, gesture-based info-exploration" e "linked data" fazem reflectir sobre a dimensão presencial e a distância dos serviços de biblioteca, por exemplo, e sobre muitas outras coisas)
Dá que pensar bnao apenas na evidente expansão de novas tecnologias, mas também nas ideias que se têm sobre o que são e virão a ser quer as bibliotecas quer estas e outras tecnologias.
E ainda na evolução da vida e das nossas representações de futuro e passado. Há 5 anos, o mesmo inquérito obteria que resultados? Qual a tecnologia que irá emergir e que nem sequer é mencionada nestas perguntas?
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Acedi via Fernando do Carmo, no Facebook (grupo Bibliotecários em acção)

quinta-feira, 15 de março de 2012

2º webinar BAD – Tudo sobre as licenças Creative Commons : Notícia BAD


2º webinar BAD – Tudo sobre as licenças Creative Commons : Notícia BAD:
Gratuito para associados
10€ para não associados
Dia 20 de Março, 3ª feira, entre as 13h e as 14h.
Num computador com banda larga, perto de si
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Fazer crescer cidadania digital global


Cinco fluências na cartilha da educação do futuro, que na literacia se estrutura e na cidadania digital global se revê, com as desigualdades do costume e os combates associados.
Literacias, ou fluências (interessante conceito!) designadas como de
solução
informação
criatividade
media
colaboração
Leia mais aqui
http://allthingslearning.wordpress.com/2012/03/14/getting-fluent-with-the-five-fluencies/

quarta-feira, 14 de março de 2012

Construir comunidades inteligentes - redes de bibliotecas escolares e públicas

Seminário BAD hoje, na magnífica sala da Biblioteca Nacional em Lisboa.
Foi bom partilhar com os colegas algumas notícias e algumas questões de quem anda empenhado em desenhar redes de colaboração entre bibliotecas, apostando no crescimento da literacia de que o nosso país tanto precisa, e afirmando a missão de bibliotecas escolares e públicas na educação ao longo da vida de quem vive nas comunidades que todas servem.


Além da apresentação acima disponibilizada, foram referidos alguns documentos:


Logotipo Information Literacy Unesco (2010)
Fact sheet: about public and school libraries (2010), da New Jersey Association of School Librarians e da New Jersey Library Association
Redes concelhias ordenadas por Direção Regional de Educação (2012)
Acordo de cooperação RBE (2010)
Plano de Ação do PCCRBE Programa de Catálogos Coletivos RBE (2008-    )

quinta-feira, 8 de março de 2012

Muda o pessoal da biblioteca escolar, o que é que muda na escola?

Um estudo fresquinho (EUA 2012), a ler com atenção. Uma das conclusões:
For the time being, what we know from this study and its predecessors is that the research on school librarians and their association with students’ test scores is remarkably consistent in its findings: regardless of how rich or poor a community is, students tend to perform better on reading tests where, and when, their library programs are in the hands of endorsed librarians. Furthermore, at schools where library programs gain or maintain an endorsed librarian when school budgets get tight, students tend to excel. At schools where library programs lose or never had an endorsed librarian, students suffer as a result.
www.lrs.org/documents/closer_look/CO4_2012_Closer_Look_Report.pdf

Acedido José Afonso Furtado

Dia Internacional da Mulher 20912: ainda e sempre, Educação



International Women's Day 2012: Let's mark it with a commitment to education | Glenys Kinnock and Jo Cox | Global development | guardian.co.uk

Os jovens, a informação e a internet : o papel dos educadores


"Há um combate a travar pelos professores/educadores, no coração da educação para os media: ensinar os jovens a ter sentido crítico relativamente ao que encontram na internet; fazê-los ter consciência de que é preciso saber triar os dados que se encontram.
As evoluções recentes do motor de busca mais usado, Google, que personaliza os resultados desde 2009 (armazenando os históricos dos internautas) e que acaba de aí incluir a informação proveniente da vossa rede social tornam isto cada vez mais indispensável.

Deparam-se assim com um triplo desafio:
- voltar a despertar a curiosidade, a vontade de procurar mais longe;
- destacar e fazer adquirir as bases do espírito crítico : seleccionar as informações, procurar, corrigir as eventuais contradições;
- fazê-los compreender que não se nasce a saber navegar (surfar) bem, a saber encontrar informações, tem de ser aprendido."

Primeiro de dois artigos publicados em Janeiro de 2008 (em francês no original)

presse à l'école » Les jeunes, l’information et Internet : un défi pour les enseignants