sexta-feira, 25 de março de 2016

¿Cómo se construye un lector? | QueLeer

Leer
Así lo entiende también Michèle Petit: lo único que se puede hacer es “movilizar mucha energía y recursos para sostener a las personas que inventan día tras día para que la apropiación de la cultura escrita se vuelva deseable, incluso en ambientes inicialmente alejados de dicha cultura”, dice, y agrega que “en la Argentina, existen muchos hombres y mujeres que practican un verdadero arte de la mediación, respetando a la gente a la que se dirigen: docentes que experimentan caminos diferentes en contextos difíciles, bibliotecarios, escritores, cuentacuentos, psicólogos… A estas personas es a quienes hay que apoyar para que se multipliquen las oportunidades, para que se difunda su arte”. 
Sin embargo, en nuestro país esta suerte de “jerarquización del intermediario” que propone Petit, y también Andruetto, nunca estuvo más lejos que ahora: los centros de formación docente, los profesorados, actualmente no son más que una extensión de la secundaria: para recibir el título sólo basta tener un poco de paciencia, saber esperar. 
En los últimos años, si hay algo que no se ha hecho –y que la nueva gestión está muy lejos de impulsar– es prestigiar al docente y al bibliotecario, o al cuentacuentos: todos pobres diablos que ya ni siquiera pueden asar un pedazo de carne o encender el aire acondicionado, o que reciclan los saquitos de té mientras las campañas de lectura –cambiemos, por un momento, el ángulo– funcionan a la perfección: entre los libros más vendidos de esta semana aparecen El arte de no amargarse la vida y Los superpoderes del éxito, del mago More, libros que acaso deberían venir –no sé cómo a nadie se le ocurrió– con globos amarillos de regalo. Después de todo, como dice Tomás Abraham, filósofo patafísico, en el fondo “todo es una sola cosa”.


¿Cómo se construye un lector? | QueLeer

domingo, 20 de março de 2016

sábado, 19 de março de 2016

Têm quase 10 anos e o futuro à sua espera

Olá, Senhores Presidentes e Senhor Primeiro Ministro 
Todos nós gostaríamos de pedir a Paz e o Amor no mundo.


Nós soubemos que houve muita gente a sofrer na II Guerra Mundial e ficámos muito impressionados com o que se passou nessa época tão triste. Aprendemos que o Hitler e as suas polícias nazis perseguiram muitos judeus, ciganos e homossexuais e muitos morreram em campos de concentração.

Temos estado a ler o «Diário de Anne Frank» e ficámos muito tristes com tudo o que lhe aconteceu a ela e à sua família.
Foi a este propósito que começámos a pensar no que acontece às pessoas em todas as guerras:  as que aconteceram ao longo dos anos e as que estão a acontecer agora.
Sabemos que é por isso que há tantos refugiados a virem para a Europa. Tal como sucedeu na II Guerra Mundial em que houve muitos judeus a fugirem da Europa para os Estados Unidos da América e para outras partes do Mundo.
Por isso vos escrevemos esta carta a pedir Paz e Amor no Mundo.
Vamos divulgá-la para que muitos mais meninos e meninas peçam pela paz no mundo.
Mandamos muitos cumprimentos a todos, 
A turma do 4.º D 
Escola EB Leão de Arroios 
(Agrupamento de EscolasLuís de Camões, Lisboa, Portugal)
(18/2/2016)


Uma Aventura na Europa...: Carta a todos os Presidentes: «Todos nós gostaríamos de pedir a Paz e o Amor no mundo.»

quarta-feira, 16 de março de 2016

What is the question?

Figure 1: Adapted, with permission, from Dr. Burgelman’s 2015 presentation.


During our discussions about Open Science and the OSPP, it became clear that this explosion of data will require a new breed of knowledge curators. “Librarians are the knowledge gatekeepers of the future,” Burgelman said. “We will need people to help us navigate in this sea of available data. We need to know not only what and where are the data, but more importantly, what is the question?”
Welcome to Science 2.0 | Open Access in Action

domingo, 13 de março de 2016

Does Your Library Transform Lives?



ALA and ilovelibraries.org has you covered. You can visit their website and make a free account to access all of their great materials. They have everything from a full-fledged campaign to changing your email signature. You can get as involved as you like! Here are some ideas they suggest that we love:

  • Tweet about your most innovative and impactful services using the #librariestransform hashtag. 
  • Download and print “Because...” posters and them around your community. Think about posting them in unexpected places. 
  • Download and print the postcards and send them to your stakeholders with messages about new, innovative programs and services at your library. Or, use them to reconnect with lapsed cardholders, inviting them to re-visit the library. 
  • Include Libraries Transform messaging in your community newsletters, e-newsletter or regular email blasts to stakeholders. 
  • Invite your community members to share their stories of how “libraries transform” on your social media platforms – Facebook, YouTube, Instagram, etc.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Bibliotecas Digitais

"Livros digitais e recursos pedagógicos sobre o valor da democracia e da participação cívica dirigidos a crianças e jovens. Visam suscitar o conhecimento de realidades culturais diferentes, a interiorização de valores de tolerância e respeito mútuo, a compreensão intercultural e comportamentos relacionais positivos.
Biblioteca Digital foi desenvolvida graças a recursos públicos provenientes da Noruega, da Islândia e do Liechtenstein, no âmbito dos EEA Grants, através do Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian.
O Projeto tem como objetivo criar uma biblioteca de livros digitais que abordarão o valor da democracia e da participação cívica, a defesa dos direitos das minorias e da igualdade de género, 
o combate contra discriminações e desigualdades sociais, 
o racismo, a xenofobia, a linguagem de ódio, 
induzindo a compreensão intercultural, a interiorização de valores de tolerância e o respeito mútuo, 
a partir do conhecimento e reflexão sobre diversas realidades culturais."
Conta neste momento com 15 títulos, incluindo texto integral (versão multimedia) e material de apoio a cada título, para todas as idades. Autores de texto: Ana Afonso, Ana Maria Magalhães, Carlos Correia, Inês Pupo, Isabel Alçada, José Jorge Letria, Luísa Ducla Soares, Mariana Magalhães, Rita Martinho Autores de ilustração: Ana Gini, Carlos Marques, Cristina Malaquias, Helena Pinheiro de Melo, Nuno Feijão, Rafaela Mapril.

Um conceito próximo do da Biblioteca Digital do PNL

Vejam aqui:
Biblioteca OLP



De repente, deu-me uma saudade da História do dia, do António Torrado e da Cristina Malaquias, com apoio técnico de gente de Portalegre, um outro conceito, uma biblioteca digital bem acessível, e muito acedida durante anos... tão bom que era, infelizmente saiu da web por falta de continuidade do seu financiamento!

segunda-feira, 7 de março de 2016

De Gruyter Saur / IFLA Research Paper Award 2016

De Gruyter SaurIFLA





Tens menos de 8 anos de experiência profissional em serviços de bibliotecas e ciências da informação?

Valorizas incentivos para investigação e publicação originais?

Estão abertas candidaturas para este prémio (1000 euros, e publicação internacional), até 31 de março de 2016


  • Tópico deste anoDigital Libraries: Knowledge creation and sharing
  • Finalidade: Advance research on Digital Libraries as environment facilitating collaboration, creation and sharing of knowledge






Call on IFLA/De Gruyter Research Award 2016. The award is aimed at encouraging original research and publication by those relatively new to the profession. Those with no more than eight years of professional experience in library and information services are eligible. For more information look at:


De Gruyter Saur / IFLA Research Paper Award 2016

lerdo ler: Uma mensagem para o livro infantil - Conta uma his...

lerdo ler: Uma mensagem para o livro infantil - Conta uma his...: Para 2016, a mensagem com o tema “Era uma vez …”  tem a escritora Luciana Sandroni responsável pelo texto e Ziraldo como autor da ilust...

domingo, 6 de março de 2016

Bibliotecas do futuro

enki Library
Imagem daqui


La biblioteca como editora de contenidos

Julio Alonso Arévalo, Marta Vázquez Vázquez (2015)



Resumen 
Una de las características más innovadoras de la biblioteca del siglo 21 tiene que
ver con la toma de una postura activa frente a la gestión y generación de
contenidos. Con la llegada de la Web 2.0 las bibliotecas no sólo siguen
salvaguardando y difundiendo información como han venido realizando a lo largo
de su historia, también cada vez con más frecuencia crean nueva información con
el objetivo de prestar los mejores servicios a sus ciudadanos, a través de recursos
y servicios tales como la elaboración guías de investigación, boletines de alerta y
novedades, recursos web, información a través de sus blogs, y como
administradores de contenidos a través de repositorios y revistas de acceso
abierto. Un paso más allá en esta dinámica tienen que ver con la biblioteca como
editora y distribuidora de libros, especialmente en el ámbito local, siendo la
impulsora, formadora, dinamizador y difusoras de las obras de los autores de su
comunidad.  
Palabras clave 
bibliotecas, espacio, diseño, futuro, información a la comunidad, editoriales,
edición, autoedición, libros electrónicos. 
Texto integral: MEI-EpoII-Vol6-n10y11.pub

How the School Library Helps Build Strong Blended Classes | I Love Libraries

School library




With more than 265 students in nine hybrid classes coming to the school library and learning commons, there is a wealth of opportunities to work together.  As Michael Wesch states, "to connect, organize, share and collaborate,… we have to move from knowledgeable — that is just knowing a bunch of stuff — to being actually knowledge-able; that's being able to find sort, analyze, criticize, and ultimately create new information and knowledge.



How the School Library Helps Build Strong Blended Classes | I Love Libraries