sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Educação, Leitura, Literatura



Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional Folio Educa Educação, Leitura, Literatura (programa aqui ), dias 17 e 18 de Outubro, em Óbidos. Lotação limitada.
Formação creditada para docentes: 12 h
Inscrição, 30 euros, aqui 
Durante os restantes dias do Festival (15-25 outubro), há ainda:
  • sessões para escolas com mediadores de leitura de grande qualidade (11h, 15h); gratuitas, inscrição obrigatória.
Inscrições e informação adicional:

Tel. 262 955 561
  • tertúlias literárias (18h); entrada livre
Ver Programação Folio Educa dia a diaaqui. Curadoria: Maria José Vitorino, Teresa Calçada.

Viva o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.

The School Library Rocks!
A biblioteca escolar é super!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Literacia / numeracia assimilada pela internet. Desde pequenino, como as selfies!



“Sabias que em Portugal há muito mais raparigas do que rapazes a estudar para médicos? — Elas são cerca de 8000 e eles 4000.”



Uma Pordata para crianças, porque as estatísticas “são o abecedário do futuro” - PÚBLICO

É super, e dança: a biblioteca escolar

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares - Outubro de 2015




The school library rocks
living it, learning it, loving it!

A biblioteca escolar é super
vivendo-a, aprendendo-s, adorando-a!

Subthemes

  • A biblioteca escolar como um espaço e um lugar: encontro, partilha, debate. Aprendizagem colaborativa e crescimento
  • The school library as a space and place: meeting, sharing, discussing. Collaborative learning and growing.


  • A biblioteca escolar como um ambiente de aprendizagem: acesso 24/7 a materias, recursos, professores, ambiente e aprendizagem eletrónica e mais.
  • The school library as learning environment: 24/7 access to materials, resources, teachers, electronic learning environment and more.


  • A biblioteca escolar como um laboratório: experiência e descoberta em ciência, artes e educação para os media
  • The school library as laboratory: experience and discovery in science, arts and mediaeducation


  • A biblioteca escolar como uma janela para o mundo: leitura, escrita e comunicação.
  • The school library as a window to the world: reading, writing and communication
International School Library Month Press Release 2015

International School Library Month is fast approaching and may be celebrated for the whole month of October or for any time span within that month that suits a school or library. The theme this year is: The school library rocks.
International projects that are underway for 2015 are the ISLM Bookmark Project where schools exchange bookmarks and make contact with children in other countries and theISLM Skype Project. Many school libraries will choose to have local or national celebrations, promoting the value libraries bring to the lives of children through reading, information literacy, transmission of cultural heritage and engagement with the community.
Ideas for how school libraries have celebrated internationally last year may be found on the IASL website on the ISLM 2014 Projects page. Reports came in from Croatia, India, Indonesia, Pakistan, Palestine, Poland, Portugal, Romania, Serbia, Seychelles, Slovenia, South Africa, Spain and Ukraine. It would be great to see even more countries reporting on their celebrations in 2015. Please send ISLM reports to the IASL Secretariat by 15 November, 2015.
IASL is very grateful to our ISLM Coordinator, Marie O’Brien, for all her work in facilitating the projects and celebrations and we wish all school libraries a wonderful time of celebration in October.

sábado, 12 de setembro de 2015

Tecla a tecla se chega à ideia...

A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas…

digital
David Bowden (City University London) publicou há já algumas primaveras um extraordinário trabalho sobre “digital literacy”.

‘A alfabetização digital tem que ver com o domínio das ideias, não das teclas’


Esta frase de Gister (1997) resume estupendamente este trabalho. Em definitivo, creio que a mensagem central desta análise é que o conceito de alfabetização deve:
– Compreender-se desde uma perspectiva mais ampla e complexa.
– Não se limitar ao uso de uma tecnologia em particular.
– A ligação de significados e a componente contextual jogam um papel estratégico.


A análise revê uma série de alfabetizações e nomenclaturas. É uma série de alfabetização(ões) com apelido. Alfabetização Informacional, Alfabetização Tecnológica, Alfabetização Digital, Alfabetização em Rede, Alfabetização Bibliotecnológica/Livraria, Alfabetização Mediática (‘mediacy’), entre outras. Sem dúvida, o importante é que dê conta da necessidade de desenvolver competências orientadas para a construção de conhecimento; a pesquisa em informação; a navegação por hipertexto; e a capacidade de avaliar conteúdos.
Parece-me que o que os postulados da partilha somam, especialmente em relação à capacidade de partilhar informação e conhecimentos, é um aspecto imprescindível. Não é má ideia fazer-se a pergunta: Quando alguém partilha tudo o que sabe, aprende, estuda, escuta e pensa? Como e de onde?
Gostávamos que estas fossem algumas das destrezas que estimulassem os contextos de aprendizagem, tanto formais como informais. Todas elas, para deixar de entender que o desenvolvimento de competências informacionais NÃO está limitado ao uso de dispositivos tecnológicos (ou de teclas, como diria Gister).
‘O que se exige não é um novo programa de estudos, mas sim, uma reestruturação do processo de aprendizagem… baseado nas fontes de informação disponíveis para que as pessoas o utilizem já de forma permanente na aprendizagem e na resolução de problemas”.
O texto de Bawden é uma mini-enciclopédia de conceitos satélites à volta das alfabetizações. Aqui fazemos uma breve nuvem de tags (como a que criámos para e-competências) mas especificamente centrada nas destrezas relacionadas com a alfabetização informacional:
* Aceder, avaliar e utilizar a informação;
* Reconhecer a necessidade de informação;
* Identificar a informação necessária para responder a cada problema particular;
* Encontrar a informação que se necessita;
* Avaliar a informação encontrada;
* Organização da informação;
* Uso eficaz da informação para resolver o problema específico;
* Formular perguntas baseadas nessa necessidade de informação;
* Identificar as fontes potenciais de informação;
* Desenvolver estratégias de pesquisa com êxito;
* E, uma das mais difíceis na era da infoxicação (em vez de discriminar) é integrar a informação nova numa área de conhecimento ou contexto específico.

’Graças à ciência e à tecnologia, o acesso a todo o conhecimento factual aumenta de forma exponencial enquanto que o seu preço decresce. Está destinado a ser global e democrático. Rapidamente estará acessível em qualquer sítio, em qualquer televisão ou ecrã de computador. Então a resposta é clara: síntesesEstamo-nos a afogar em informação, embora estejamos sedentos de saber. De agora em diante o mundo será governado por ‘especialistas em sintetizar’, gente capaz de reunir a informação adequada no momento adequado, opinar criticamente sobre ela, e tomar decisões importantes e inteligentes’. (Wilson 1998A, p300).
Fonte recomendada:
P. Gilster (1997), Digital literacy, Wiley, New York NY.


A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas… | TIC, Educação e Web

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

8 de setembro, dia internacional da literacia


Este ano, a comemoração deste dia, decidida pela Unesco em 1965, dedica-se ao Desenvolvimento Sustentável. Sem literacia, este não existirá.
O futuro começa com o alfabeto, como afirma o Secretário-Geral da Unesco

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Uma biblioteca em cada escola. Campanha ALIES desde 2010, também em português



EM CONCLUSÃO
O papel do bibliotecário escolar, atuando em modernas
bibliotecas escolares/centros de recursos multimédia
(BR: multimídia), e dotado de competências técnicas e
habilitações profissionais adquiridos num programa
reconhecido de formação académica em
biblioteconomia, é absolutamente crucial para o
progresso económico e social de todos os países. A
necessidade de uma biblioteca em cada escola básica
e secundária (e não apenas no nível universitário),
gerida por um profissional da informação especializado
em informação e educação, em tempo integral, com
preparação profissional, é um “requisito obrigatório” se
os países querem sobreviver, prosperar e competir
com sucesso no século 21, no contexto da Sociedade
Global de Informação.
Tive o gosto de trabalhar nesta tradução PT/BR com colegas brasileiros. 
Bibliotecário escolar entende-se aqui, tal como "school librarian" nas recentes (2015) Guidelines da IFLA para Bibliotecas Escolares, como profissional qualificado e dedicado a funções na biblioteca escolar, seja designado assim ou de outra forma: em Portugal, usamos o termo professor bibliotecário, sendo raros os responsáveis por bibliotecas escolares não professores, e desejando-se que todos eles tenham formação bibliotecária e/ou de gestão de informação. 
No Brasil, a situação é inversa: só se preveem bibliotecários escolares (bibliotecários graduados em escolas de biblioteconomia/ciências da informação), e deseja-se que tenham formação em educação...
Leituras recomendadas no inicio do ano letivo, para cada professor bibliotecário, a sua equipa, o seu diretor...


Versão em português - folheto publicado pela BAD

www.apbad.pt/Downloads/ALIES_Flyer2012_PT.pdf

The Future Of School Libraries 2015

School Libraries in Action (1961)