
A Beautiful Poster Featuring Basic Digital Skills Every Teacher Should Have ~ Educational Technology and Mobile Learning
Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy. Desde 2008 To gather for later reading (again) materials on IL issues. Since 2008

Siguen instaladas viejas ideas que son parte de la lentitud del sistema para reaccionar. A veces con el razonamiento de que si siempre se hizo así para qué cambiar (…)
Una de las tendencias es regalarle el fracaso a la familia o al niño y no asumir la responsabilidad de que todos los chicos pueden aprender y deben aprender. Andan buscando desde antes que empiece el año escolar quiénes van a repetir o quiénes son los disléxicos o los que tienen alguna patología por la cual la cosa no va a andar. Y realmente todo cambia muy fuerte cuando el maestro dice “aquí no va a haber repetidores” y cuando asume desde el inicio que “aquí van a aprender todos”. Eso exige un involucramiento fuerte del maestro con el aprendizaje; ahí entramos en otra vertiente, en la que el oficio del maestro se ha ido burocratizando cada vez más y desprofesionalizando al mismo tiempo. Recibe instrucciones y las ejecuta: esa es la definición de un burócrata. En tanto, el profesional es el que sabe lo que está haciendo, por qué lo está haciendo y tiene una racionalidad y una especificidad que puede defender profesionalmente.
Emília Ferreiro, 2016

Digital literacy is not about the skills of using technologies, but how we use our judgment to maintain awareness of what we are reading and writing, why we are doing it, and whom we are addressing.
"(...) o professor reúne-os em grupos e diz: vamos aprender acidentes geográficos, a ilha, a península. Aos 10 anos, eles já ouviram estas palavras, já as viram muitas vezes. Dizemos: em grupo, vão escrever uma ilha por palavras vossas, sem ir ver a lado nenhum. Uma menina dizia - não sei explicar o que é uma montanha. E fazia um gesto que ilustrava a ideia de montanha. Escreve isso. Uma coisa que sobe. Uma coisa, não, terra. Terra que sobe. A certa altura estão apaixonados, não se aborrecem, falam uns com os outros. Quando o professor diz: vamos saber o que os livros dizem, os alunos já estão a trabalhar mentalmente com a imaginação. É mais lento mas é mais profundo."
(...)E temos o Projeto Leitor, para promover a leitura livre. Como fazem isso?Este Projeto Leitor é muito bonito. O que diz o currículo oficial é que a escola deve promover o gosto pela leitura. Não é ler três livros e fazer um teste. Como fazer? Dando-lhes mais liberdade e ampliando o número de livros. Os alunos têm 100 livros, e têm de ir lendo. Há alunos que leem 10, 12, 14. Outros leem quatro ou cinco, é o mínimo por ano. Num ambiente digital, os alunos partilham o que leem. Escrevem: li isto, gostei por isto ou aquilo, e isso é partilhado entre três colégios. Temos alunos de um colégio que influem muito nos alunos de outro. Todos os alunos têm de ir escrevendo sobre o que leem. Como o professor não dedica tanto tempo a explicar, o que faz é observar e ler o que eles escrevem. Um professor consegue sempre intuir - estás a copiar tudo, tudo o que escreveste foi copiado, porque eu conheço-te e sei que isto não tem nada a ver contigo. Tem tempo para lhe dizer - vamos lá... Ou tem tempo para dizer a um companheiro - vamos tentar que fulano leia mais. O resultado que observamos é que os alunos leem, uns na sala de aula, outros no chão, outros no sofá, outros no salão. E leem. Não há disciplina para ler, não estão todos sentados. Os alunos vão lendo e escrevendo e os professores não fazem exames sobre os livros, fazem debates. Vamos falar sobre este livro. Ou sobre este quadro. E fazem debates.
Como avaliam essa evolução?
Primeiro, observamos quantos livros leem. E depois quando terminam as férias e regressamos à escola, fazemos uma espécie de focus group: quantos livros leram no verão? No verão não é obrigatório. Eu, nenhum. Eu, dois. Eu, quatro. Ao fim de três anos, saberemos se há alguma relação entre o que fazemos e o que leem no verão. Se lerem mais é porque gostam de ler. É uma aposta de longo prazo.
Entrevista a Pepe Menéndez, diretor adjunto da Fundació Jesuïtes Educació,
Catalunha, 2016"O problema do ensino é que é muito aborrecido. Nós mudámos o olhar" - Portugal - DN

Create a Culture of Explanation Instead of a Culture of the Right Answer
You know you have created a rich learning event when all students are engaged in arguing about the best approach to the assignment. When you use questions and problems that allow for multiple strategies to reach a successful outcome, you give students the opportunity to make choices and then compare their approaches. This strategy challenges them to operate at a higher level of thinking than when they can share only the "correct" answer. Avidly collect problems and tasks that have multiple paths to a solution. As a math teacher, I create problems that have a lot of numbers instead of the usual two. For example, I can present this problem:
5 + 13 + 24 - 8 + 47 - 12 + 59 - 31 - 5 + 9 - 46 - 23 + 32 - 60
Then I can say, "There are at least three fundamentally different strategies for doing the following problem. Can you find them all?"
Na escola Orville Derby (Zona Leste), a quantidade era tanta que os alunos fizeram uma barreira na frente da diretoria com os livros novos estocados e não distribuídos. Neles, um cartaz afixado aguarda a chegada do diretor após a desocupação: “Hoje os livros que te impedem o acesso. Ontem nosso acesso é que era impedido.”
(roubado ao Rogério Junqueira Kaiowá)
- Você entende o que aconteceu? Você entende por que aquelas pessoas fizeram isso?
- Sim, porque elas são muito muito malvadas. Eles não são muito gentis, os malvados. E… a gente precisa mesmo tomar cuidado, a gente precisa mudar de casa…
- Não se preocupe, não precisamos mudar de casa. A França é a nossa casa.
- Sim, mas tem os malvados, papai.
- Sim, mas pode ter malvados em qualquer lugar.
- Eles têm pistolas, eles podem atirar na gente, porque eles são muito malvados.
- Não faz mal, eles têm pistolas e nós temos flores.
- Mas as flores não fazem nada, são para… são para…
- Sim, olhe, todo mundo está trazendo flores.
- Sim…- É para combater as pistolas.
- É? É para proteger?
- Isso.
- E as velas também?
- São para não esquecermos as pessoas que se foram.
- Ah… são para nos proteger, as flores e as velas.
- Está melhor agora?
- Sim, estou melhor.
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