sábado, 20 de janeiro de 2018

"Quem defende que as crianças têm de trabalhar mais, depis de um dia inteiro na escola, esqueceu-se do que é ser criança"

 
César Bona, 2017
"Parece então que subestimamos constantemente as crianças...Sim, em todos os sentidos. Eles têm imensas coisas que podem partilhar connosco e não valorizamos. A nível social, isso também acontece. Faz falta perguntar às crianças como mudavam um parque, que alterações gostariam de ver no bairro onde vivem, o que gostariam que acontecesse para melhorar a vida dos outros. Quando uma pessoa arrisca fazê-lo, os resultados são sempre surpreendentes.
Há turmas menos fáceis, geralmente constituídas por crianças que têm milhares de razões para estarem tão descontentes, tão revoltadas. Primeiro, temos de tentar saber o que passam, nas horas em que não estão ali, e temos de ver isso como um investimento. Para lhes ganhar a confiança, o respeito e depois arrancar a alta velocidade para as outras aprendizagens.
(...) a verdade é que todos temos algo para oferecer. Se nos focarmos no mal, só vemos o mal. Se desviarmos a atenção para o bom, então esse valor vem ao de cima. Estimula a sua autoestima e isso pode fazer maravilhas (...)"


Visão | "Quem defende que as crianças têm de trabalhar mais, depois de um dia inteiro na escola, esqueceu-se do que é ser criança"

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Dá Voz à Letra | Fundação Calouste Gulbenkian


Dá Voz à Letra deste ano recebeu mais de 90 candidaturas de elevada qualidade! Uma tarefa difícil para o júri que teve de escolher os 20 semifinalistas que vão participar na segunda fase do concurso no dia 20 de janeiro, entre as 10:00 e as 17:00.
Concorreram estudantes dos 15 aos 18 anos, de escolas do ensino público ou privado da Île-de-France (Academias de Créteil, Paris e Versailles), o melhor leitor ou leitora em voz alta. Grava um vídeo com a duração máxima de 3 minutos, onde seja visível a tua imagem a ler, em voz alta, um texto à tua escolha em língua portuguesa. (Só são aceites candidaturas individuais).


Dá Voz à Letra | Fundação Calouste Gulbenkian

sábado, 6 de janeiro de 2018

A universidade sem professores ou exames

Há sempre alguém que sabe mais que nós.

Uma escola diferente, a 42. Paris, França, séc. XXI.  E São Francisco, EUA,

Ao contrário do que sugere o título, há professores - o "corpo docente" ("pedagogical team) que sugere projetos. E prazos - para concluir projetos.

E muitos computadores.

E colaboração.

Website (francês, inglês) ; http://www.42.fr/la-piscine/



Artigo em português:;



A universidade sem professores ou exames

A universidade sem professores ou exames

Há sempre alguém que sabe mais que nós.

Uma escola diferente, a 42. Paris, França, séc. XXI.  E São Francisco, EUA,

Ao contrário do que sugere o título, há professores - o "corpo docente" ("pedagogical team) que sugere projetos. E prazos - para concluir projetos.

E muitos computadores.

E colaboração.

Website (francês, inglês) ; http://www.42.fr/la-piscine/



Artigo em português:;



A universidade sem professores ou exames

A universidade sem professores ou exames

Há sempre alguém que sabe mais que nós.

Uma escola diferente, a 42. Paris, França, séc. XXI.  E São Francisco, EUA,

Ao contrário do que sugere o título, há professores - o "corpo docente" ("pedagogical team) que sugere projetos. E prazos - para concluir projetos.

E muitos computadores.

E colaboração.

Website (francês, inglês) ; http://www.42.fr/la-piscine/



Artigo em português:;



A universidade sem professores ou exames

A universidade sem professores ou exames

Há sempre alguém que sabe mais que nós.

Uma escola diferente, a 42. Paris, França, séc. XXI.  E São Francisco, EUA,

Ao contrário do que sugere o título, há professores - o "corpo docente" ("pedagogical team) que sugere projetos. E prazos - para concluir projetos.

E muitos computadores.

E colaboração.

Website (francês, inglês) ; http://www.42.fr/la-piscine/



Artigo em português:;



A universidade sem professores ou exames

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Conhecimento_Genero_e_Cidadania_Ensino_Secundario






Fresquinho, Lisboa, 2017

Guião de Educação
Autores:

Cristina C. Vieira (Coord.), Conceição Nogueira,
Fernanda Henriques, Fernando M. Marques, Filipa Lowndes
Vicente, Filomena Teixeira, Lina Coelho, Madalena Duarte, Maria
Helena Loureiro, Paula Silva, Rosa Monteiro, Teresa-Cláudia
Tavares,Teresa Pinto, Teresa Toldy, Virgínia Ferreira

Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário é o quinto Guião de
Educação produzido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade (CIG) no
âmbito de um projeto, iniciado em 2008, de produção e edição de materiais
científico-pedagógicos destinados à integração da igualdade de género nos currículos
dos diferentes ciclos dos ensinos básico e secundário. À semelhança dos Guiões
anteriores, a presente publicação, cuja conceção teve início em 2014 e contou com
o apoio do POPH através do Eixo 7 – Igualdade de Género, e foi acompanhada pela
Direção Geral da Educação



Conhecimento_Genero_e_Cidadania_Ensino_Secundario.pdf

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A cultura da escola vai mudar

 
"O que a economia hoje pede são competências diferentes daquelas que este modelo de escola desenvolve. Para além das competências digitais e do inglês língua estrangeira, requer-se hoje os chamados “soft skills”, ser capaz de colaborar, ter espírito de iniciativa. Sem querer que a escola ande a reboque da economia, penso que isso vai condicionar a escola. O que eu gostava é que a escola, para além de desenvolver estas novas competências, também formasse pessoas capazes de decidir o seu destino e de escolher em que tipo de sociedade pretendem viver. "
Maria Emília Brederode Santos, 2017 


Entrevista. A cultura da escola vai mudar “porque a economia está a pedir coisas diferentes”

domingo, 24 de dezembro de 2017

Grupo de partida : 73 escolas

imagem.jpg


73 escolas selecionadas, de todo o País, que terão apoio para um plano de ação de 2 anos, até 2019.




O aLer+ 2027, iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), destina-se a apoiar escolas que pretendam desenvolver um ambiente integral de leitura, centrado na melhoria da compreensão leitora e no prazer de ler, tendo por base novas estratégias e práticas, não só em contextos formais de aprendizagem, mas, também, noutros contextos de socialização da leitura, digitais, não formais e informais.




A fase zero do aLer+ 2027 partiu da identificação, com base em critérios pré-definidos, de um conjunto de agrupamentos/ escolas não agrupadas que se constituiu como grupo de partida para esta nova etapa do Programa.




De forma a prosseguir a sua execução, é solicitado às escolas sede dos agrupamentos/ escolas não agrupadas selecionadas, que submetam, até 22 de janeiro de 2018, no SIPNL, um Plano de Ação que, excecionalmente, terá uma duração de 2 anos: 2017-18 e 2018-19. 



aLer+ 2027 | projeto - Blogue RBE