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sábado, 9 de maio de 2020

Instrumentos digitais para aprender fazendo... em digital

Going Digital Toolkit: medir o desenvolvimento digital da OCDE ...
Imagem daqui


Em língua portuguesa, mais uma sugestão de caixa de ferramentas digitais.

Algumas destas ferramentas digitais que podem ser úteis na escola, em casa, na biblioteca, no tablet... Escolha pela Rede de Bibliotecas Escolares, 2020 Embora as datas não sejam intuitivas, em cada "folha" desta montra lá está: 4 de Abril. Deve ser deste ano.

Instrumentos acessíveis, geralmente com tutoriais, para nos atrevermos a experimentar. 

https://digital-rbe-d01.blogspot.com/

domingo, 15 de março de 2020

Ferramentas - sugestões

Resultado de imagem para tejo
Passadiços do Tejo - Póvoa de Santa Iria (Vila Franca de Xira)
[A ver melhor depois de pararmos para descansar neste domingo luminoso]

Alguns recursos sugeridos a professores bibliotecários pela RBE (Portugal, Rede de Bibliotecas Escolares) que podem ser úteis a todos e todas (sugestões em actualização)

Ex.
-Plataformas de aprendizagem interativa: • Escola virtual: https://www.escolavirtual.pt/ - disponível em acesso livre • Aula digital: https://auladigital.leya.com/ - disponível em acesso livre • ERTE: https://www.erte.dge.mec.pt/tic/recursos

Fonte:

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Criar videos é mais fácil do que parece

A linguagem audiovisual

12 vídeos
3509 visualizações
Última atualização a 27/01/2020

Recursos sobre a produção vídeo, desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição.
Criados para servir de apoio a alunos e professores que participam no Concurso Media@ção, estes recursos podem ser úteis a todos os que se interessam pela linguagem e produção audiovisual e pelo vídeo educativo. www.rbe.mec.pt/np4/2479.html

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Miúdos a votos, 4ª edição

Miúdos a votos


 Inscrições até 17 de janeiro de 2019, aqui
A Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses, através desta iniciativa que promove a leitura e o desenvolvimento de competências de cidadania ativa. 
Os números registados no ano letivo transato são indicadores inequívocos do êxito deste projeto: participaram 727 escolas de todo o país (e ainda França, Angola e Moçambique) nas quais votaram 78 382 alunos, em listas constituídas a partir de mais de 23 000 nomeações.Para além da importância desta ação na promoção da leitura, realizada entre pares, a partir das suas próprias escolhas, a iniciativa Miúdos a Votos constitui um exercício ímpar de cidadania, valorizando a responsabilidade do ato de votar. Este propósito ganha particular relevância num ano em que os cidadãos portugueses exercem o poder político através de sufrágio universal, igual e direto em eleições para a Assembleia da República. Se, por um lado, há uma preocupação crescente com as taxas de abstenção em Portugal, por outro lado, há estudos que sustentam que a probabilidade de as pessoas irem votar aumenta com a sua consciencialização de que o voto é um dever cívico essencial que concorre para a manutenção da democracia. Porque não começar de pequenino? 
Como já é do conhecimento geral, nesta iniciativa será dada a possibilidade às crianças e jovens, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostam, replicando os procedimentos e as normas de uma eleição real: a do Presidente da República. 
Tal como nos anos anteriores, a iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua.


http://rbe.mec.pt/np4/2367.html

domingo, 24 de dezembro de 2017

Grupo de partida : 73 escolas

imagem.jpg


73 escolas selecionadas, de todo o País, que terão apoio para um plano de ação de 2 anos, até 2019.




O aLer+ 2027, iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), destina-se a apoiar escolas que pretendam desenvolver um ambiente integral de leitura, centrado na melhoria da compreensão leitora e no prazer de ler, tendo por base novas estratégias e práticas, não só em contextos formais de aprendizagem, mas, também, noutros contextos de socialização da leitura, digitais, não formais e informais.




A fase zero do aLer+ 2027 partiu da identificação, com base em critérios pré-definidos, de um conjunto de agrupamentos/ escolas não agrupadas que se constituiu como grupo de partida para esta nova etapa do Programa.




De forma a prosseguir a sua execução, é solicitado às escolas sede dos agrupamentos/ escolas não agrupadas selecionadas, que submetam, até 22 de janeiro de 2018, no SIPNL, um Plano de Ação que, excecionalmente, terá uma duração de 2 anos: 2017-18 e 2018-19. 



aLer+ 2027 | projeto - Blogue RBE

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ambição : bibliotecas indispensáveis (escolares também)


Hoje li um livro novo e pensei nos CIBE's e PB's, e no imenso orgulho que tenho em fazer parte da RBE/Rede de Biliotecas Escolares. Um projeto que qualifica o meu país, porque trabalha com o essencial de um país: as pessoas (agora diz-se as comunidades, mas a ideia é a mesma: o povo). Bem hajam!
O livro? Ora, está em livre acesso, é de 2012, chama-se Expect More... vejam aqui http://quartz.syr.edu/blog/wp-content/uploads/2014/01/ExpectMoreOpen.pdf

Action Plan for Good Libraries 
And what about those libraries that fall in the middle?
The difference between a good library and a great library can be subtle. There are some very good libraries out there. These libraries are dedicated to making you happy and serving your needs. They have the latest in materials (books, DVDs, journal articles, etc.). Their websites are well organized and functional. They prize customer service and they get you what you need. They tend to collect a lot of data on the community and have active marketing. Many communities feel these libraries are meeting their expectations.
But if you want to see the difference between a good library and a great one, try visiting a Borders bookstore or a Blockbuster video store. You can’t. They don’t exist anymore. And when they closed, the only signs you saw were advertising clearance sales and deep discounts. But you know what signs you see when they try and close a great library? Signs of protest. You see picket lines. You see angry town hall meetings. Why? Well, that takes us back to the very first chapter. The reason why is because the library is part of the community. It is not a set of comfy chairs and an excellent collection. It is a symbol, and a friend, and a teacher.
But let’s be honest. Some libraries close with nary a whisper. Academic library budgets are downsized and corporations close their libraries. They close bad libraries, yes, but they also close good libraries. The difference between good and great comes down to this: a library that seeks to serve your community is good, and a library that seeks to inspire your community to be better every day is great. You can love a good library, but you need a great library. When you limit your expectations of a library to a supplier for your consumption, the library is in direct competition with Amazon, Google, and the local paper. But if you expect more—if you expect your library to be an advocate for you in the complex knowledge infrastructure—if you expect your library to be a center of learning and innovation—if you expect your library to help you create knowledge and not simply get you easy access to the work of others—if you expect your librarians to be personally concerned with your success—if you expect the library to be a third place that glues together a community—if you expect your library to inspire you, to challenge you, to provoke you, but always to respect you beyond your means to pay—then you expect a great library. You deserve a great library. Go out and get it!"

Bom trabalho!

sábado, 26 de julho de 2014

Concursos externos para Professor Bibliotecário (Portugal Continental) 2014


Mais tarde este ano, já abriu a informação no sítio da DGAE.
Como podem ver aqui, já há concursos externos (fase 2) abertos formalmente: http://www.dgae.mec.pt/web/14654/179

Nos termos da portaria 756/2009 e seguintes,as direcções das escolas/agrupamentos devem usar a aplicação da DGAE e divulgar nos seus sítios web, entre outras formas que podem utilizar (afixação na sede do AE, por exemplo).

Por exemplo, até agora, em Lisboa, surgiram dois concursos:


  • ES Marquês de Pombal (no ano passado dispunha de 13h para funções de PB, por ter menos de 500 alunos, este ano não sei) - de 30.07.2014 a 05.08.2014 : http://www.esmp.pt/index1.html
  • AE Manuel da Maia (horário completo) - até 08.08.2014 (ou desde?) - não tem informação disponível no sítio web; contactos - Rua Freitas Gazul 6, 1350-149 Lisboa, tel. 21 392 8870

Mais informações atualizadas, como de costume, na página da RBE: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/1238.html

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Teresa Calçada




Teresa Calçada, Coordenator of Portugal's School Libraries Network since its creation, in


1996, smoothly retired last month. We'll miss her, and a lot! I wish her new contributions to


 our nation's Culture and Education continue to built a brighter future, for all. 



In this photo, with Antonio Pina Falcão (President of BAD) and Peter Genco (President of 
IASL), during Lisbon IASL Conference, in 2006

Recent interview (portuguese press, 2014.01.19) : http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-dificuldades-justificam-uma-politica-publica-de-leitura-nas-escolas-e-fora-delas-1620174

Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares portuguesa desde a sua criação, em 1996, aposentou-se discretamente no mês passado. Vai fazer-nos falta, e muita! Espero que os seus novos contributos para a Cultura e a Educação do nosso país continuem a construir um futuro mais brilhante, para todos.
Nesta foto, com António Pina Falcão (presidente da BAD) e Peter Genco (Presidente da IASL), durante a Conferência Internacional da IASL em Lisboa, em 2006.
Entrevista recente (imprensa portuguesa, 2014.01.19):  http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-dificuldades-justificam-uma-politica-publica-de-leitura-nas-escolas-e-fora-delas-1620174

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Learning Commons Biblioteca Escolar RBE



O conceito de "Learning Commons" não é fácil de traduzir - no entanto, de há muito em Portugal que a RBE defende e pratica uma visão de biblioteca neste sentido, ultrapassando a "tradicional" biblioteca só de papel, só de livros e leitura de livros...  Rompemos muitas paredes e muitos muros, físicos e culturais, abrimos espaços e tempos de outras formas de ser biblioteca escolar.
Não precisámos de abandonar a antiga e nobre palavra Biblioteca, mas envolvêmo-la diariamente em funções de centro de recursos educativos, lugar de cultura e criação, convívio, arte e colaboração.
Por tudo isso, as preocupações associadas ao "Learning Commons" são-nos familiares, plasmadas em padrões de organização e gestão mas também em referenciais de aprendizagens indissociáveis da biblioteca escolar RBE, em desenvolvimento desde 1996.
Cenas como estas são mais correntes do que nunca entre nós:


Ler mais aqui

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Bogotá 2013, contributo da RBE (Lisboa)



Comunicação enviada a distância para Bogotá, de Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares (Portugal), na impossibilidade, por motivos de saúde, de estar presente no painel para que fora convidada pela Rede Capital de bibliotecas Públicas-Bibliored, no dia 23 de abril de 2013, em Bogotá, Colômbia. O painel, dedicado precisamente aos Planos de Leitura e às bibliotecas escolares "con expertos de Portugal y de Colombia", contou com a presença de Fernando Pinto do Amaral, comissário do PNL (Plano Nacional de Leitura), igualmente convidado por BiblioRed.
A ocasião é relevante, pois, além de Portugal ser o tema da prestigiada Feira Internacional do Livro de Bogotá, Filbo, deste ano, decorre em simultâneo o 11º Congreso Nacional de Lectura, este ano também I Encontro Internacional de Bibliotecas Escolares, organizado por Fondalectura, onde a Ministra da Educação colombiana acaba de lançar a ideia não apenas de uma rede nacional de bibliotecas escolares mas também de uma Rede Internacional de Bibliotecas Escolares, correspondendo aos muitos especialistas que se reuniram confirmando uma vez mais a importância para a educação e as aprendizagens de bibliotecas escolares de qualidade em todos os estabelecimentos educativos, e das parcerias com as bibliotecas públicas para o sucesso das políticas de desenvolvimento da leitura e das literacias. A ministra, María Fernanda Campo, afirmou: "Vamos tentar construir essa rede que tanto nos interessa, porque a leitura e a escrita também são veículos de paz".

quarta-feira, 6 de março de 2013

Belos cartazes para boas leituras - 3 e 4

AE Gil Vicente (Lisboa) Bibliotecas Escolares Gil Vicente e do Castelo, Grupo de coordenação do Projeto aLer+, 2013
O mesmo, em formato portátil :) e com lema. Bom lema :)
Interior do folheto, com programa da Semna da Leitura (Março 2013)
Mais cartazes aqui

Belos cartazes para boas leituras em Lisboa - 1 e 2

AE Nuno Gonçalves (Lisboa). BE/CRE ES D. Luísa de Gusmão. 2013
AE Nuno Gonçalves (Lisboa). CRE. 2013
Mais cartazes aqui

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Newsletter RBE , nº 7 - Junho 2012



Já saiu, recheado de conteúdos, num pdf todo catita, 26 páginas.
O último artigo, traduzido do original australiano (2009), mantém atualidade e merece reflexão.
Quanto mais se reconhece o valor das práticas de investigação-ação por parte dos profissionais para melhorar as bibliotecas escolares e os seus serviços, mais preciosas se tornam as leituras que nos ajudam a formular as questões realmente relevantes e atuais.
Nem sempre é fácil termos em conta a evolução das necessidades e das prioridades de alunos e docentes, que, procurando, encontrando e navegando rapidamente, buscam cada vez mais a resposta 24/7 ao que os preocupa e interessa, e menos um determinado formato em particular, custe o que custar aos fans deste ou daquele suporte.

Tudo isto no século 21, que, inexoravelmente, avança... a última vez que olhei o calendário, 10% até já se foi sorriso. There's no time like present...

A capa também tem graça, há coisas realmente eternas... O humor é um bom propulsor, como sabemos.

Boas leituras!

domingo, 20 de dezembro de 2009

E-Book RBE, criação espontânea, edição Issuu



Saboroso texto de Sílvio Maltez, Professor Bibliotecário do País Real e Autor Brilhante da Terra do Faz de Conta.
A encher de humor e cor o Natal RBE.

domingo, 28 de junho de 2009

RBE no olhar do Norte


QUE VIVA A BIBLIOTECA ESCOLAR!
FINALMENTE... “nasceram” [institucionalmente] as bibliotecas escolares! A mãe é a PORTARIA há dias conhecida [V. aqui] que institui a Biblioteca Escolar como o centro nevrálgico da aprendizagem e da escola.
Parabéns ao Ministério da Educação que, só ao fim de treze anos, teve a literacia suficiente para assumir a necessidade daquilo que os Professores bibliotecários têm defendido apaixonadamente ao longo desses anos, com empenho e dedicação muitas vezes incompreendidos.
Apesar de ser um passo decisivo na caminhada para um melhor ensino-aprendizagem, poderão, no futuro, ser problemáticos os efeitos da execução desta portaria, se não forem acautelados alguns aspectos que ficaram esquecidos. Entre estes aspectos salientamos a ainda nula referência aos Auxiliares de Acção Educativa, dado o seu papel essencial na constituição das equipas para o funcionamento, manutenção e estabilidade dos serviços da Biblioteca Escolar.
Podemos, mesmo assim, comemorar os 13 anos da RBE com esta primeira e boa notícia:
Nasceu a Biblioteca Escolar!... Que viva a Biblioteca Escolar!
Daqui, 2009.06.27

Loulé 2009, bibliotecas escolares