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domingo, 1 de dezembro de 2019

Avaliação - Domingos Fernandes


Primeira parte - até 1:18:18
Domingos Fernandes sobre avaliação
Deveras clarificador e útil para professores. Merece atenção.

A ver se retomamos o foco nas aprendizagens, e não nos algoritmos que facilmente fazem com que o essencial se dilua em acessórios.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Nem todos os testes são maus

 Resultado de imagem para edutopia testing

What Does the Research Say About Testing?

There’s too much testing in schools, most teachers agree, but well-designed classroom tests and quizzes can improve student recall and retention.
October 25, 2019
"SETTING THE RIGHT TESTING CONDITIONS

Test achievement often reflects outside conditions, and how students do on tests can be shifted substantially by comments they hear and what they receive as feedback from teachers.
When teachers tell disadvantaged high school students that an upcoming assessment may be a challenge and that challenge helps the brain grow, students persist more, leading to higher grades, according to 2015 research from Stanford professor David Paunesku. Conversely, simply saying that some students are good at a task without including a growth-mindset message or the explanation that it’s because they are smart harms children’s performance—even when the task is as simple as drawing shapes.
Also harmful to student motivation are data walls displaying student scores or assessments. While data walls might be useful for educators, a 2014 study found that displaying them in classrooms led students to compare status rather than improve work.
The most positive impact on testing comes from peer or instructor comments that give the student the ability to revise or correct. For example, questions like, “Can you tell me more about what you mean?” or “Can you find evidence for that?” can encourage students to improve  engagement with their work. Perhaps not surprisingly, students do well when given multiple chances to learn and improve—and when they’re encouraged to believe that they can." 
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domingo, 18 de março de 2018

Como avaliar um recurso educativo digital, com o olhar de professor



Orientação para seleção e avaliação de conteúdos e recursos digitais / CIEB. Brasília, CIEB, 2017.  (CIEB Notas Técnicas ; 5). 19 p.

Uma publicação simples e acessível, que pode ser muito útil.
Em Português de Brasil, atualizada (2018)


Nesta nota técnica, apresentamos dois conjuntos de orientações para professores e usuários de Recursos Educacionais Digitais (REDs) que têm por objetivo auxiliar os processos de escolha e avaliação destes. 
O objetivo é definir parâmetros simples e rápidos que não requeiram conhecimentos especializados sobre tecnologia, ou processos complexos de análise e avaliação dos REDs, permitindo, assim, que qualquer professor ou usuário possa utilizá-los em seu dia a dia de análise e escolha ao acessar repositórios de REDs disponíveis. 

É importante ressaltar que não se deve confundir esses parâmetros de escolha e avaliação para professores e usuários com parâmetros e processo de curadoria a serem utilizados por especialistas para determinar o conjunto de REDs que serão disponibilizados em repositórios

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Education innovation: A case study in what not to do


"There is no body of evidence that iPads will increase math and reading scores on state standardized tests. There is no evidence that students using iPads (or laptops or desktop computers) will get decent paying jobs after graduation.
These are the most common reasons boards of education and school administrators across the nation give for buying tablets for K-12 students. But not in LAUSD.
Acquiring 1:1 iPads for students, according to the LAUSD press release is to: “provide an individualized, interactive and informative-rich learning environment” for every student. One would have to assume that such an “environment” would lead to gains in test scores. But it is an assumption. Since many low-income families do not have computers at home or Internet connections, providing iPads is a worthy reason — what used to be called “closing the digital divide“ — for the large expenditure.
On what basis, however, will the district determine whether to move to Phase 2 of the plan? Again, according to the official press release, the assessment of this first phase “will include feedback … from teachers, students, parents and other key stakeholders.” That’s it. No hard data on how often the devices were used, in what situations, and under what conditions. Nor mention of data on student outcomes.
Now, informal surveys of teachers and school administrators show mixed reactions, even disaffection for iPads in classrooms."
Education innovation: A case study in what not to do

domingo, 25 de agosto de 2013

Avaliar professores para melhorar (e mesmo só para isso!)



E agora um discurso completamente sensato porém não habitual: avaliar para melhorar, avaliar-se para corrigir... Autoscopia com video-gravações e análise do que se fez durante as aulas...
Não confundir com mecanismos geradores de burorcarias e burrocracias... disfarçados de procedimenos de avaliação!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A propósito de concursos para professor bibliotecário, a decorrer


De modo consistente, os resultados em Leitura são melhores para alunos que dispoem de bibliotecários qualificados. Em escolas com bibliotecários a tempo inteiro, não apenas melhoram os resultados “pré-escola básica”, mas também melhoram mais os das escolas do básico ao secundário. (Pennsylvania 2012)
Em média, a percentagem de alunos que se classificam com “nível avançado” em Escrita é 2,5 mais alta em escolas com biblioteca´rios qualificados, a tempo inteiro, que nas que não dispoem de tal, Além disso, nas escolas que dispoem simultaneamente de bibliotecários qualificados e de pessoal de apoio, a percentagem de alunos que se classificam com “nível avançado” em Escrita é o dobro da alcançada pelos alunos das escolas que apenas dispoem de pessoal a tempo inteiro, qualificado. (Pennsylvania 2012)
Os alunos do ensino básico em escolas com bibliotecários escolares qualificados tendem a obter níveis mais elevados em inglês língua não materna que os que frequentam escoas com bibliotecários escolares não qualificados.(New York 2010)
Num estudo sobre alunos do 3º e do 4º grau, a presença de um bibliotecário escolar foi o único prenúncio forte de prazer na leitura; da mesma forma, os alunos do 3º e do 6º grau em escolas sem pessoal de biblioteca com formação tendem a ter desempenhos mais fracos em testes de leitura.(Ontario 2006)
Níveis mais exigentes de recrutamento de pessoal para as bibliotecas estão relacionados com desempenhos de leitura mais elevados, com um aumento de 7 a 13% do ensino básico ao secundário. Houve também progressos notáveis no desempenho na escrita na escola básica e média, até 18%. (Illinois 2005)
Os níveis do pessoal das bibliotecas, quer entre profissionais quer entre paraprofissionais, estão relacionados de forma significativa com o progresso nos serviços que aa bibliotecas fornecem e as melhorias naqueles serviços relativos aos níveis mais elevados nos testes. A força da relação existente entre serviços de biblioteca e resultados nos testes/exames aumenta com o nível de ensino, Estes resultados mantêm-se significativos quando se têm em conta todas as outras variáveis relativas à escola e à comunidade, incluindo média da escolaridade dos pais, pobreza, diferenças étnicas, percentagem de alunos de língua inglesa, e salário médio dos professores. (California 2008)
Assistentes de biblioteca que trabalham sem a supervisão de um bibliotecário escolar com formação não têm impacto nos resultados de leitura. (Colorado 2012)
Entre 2005 e 2011, os alunos de todas as escolas que adquiriram bibliotecários qualificado apresentaram resultados de leitura mais altos e maiores progressos nesses resultados que os alunos sem bibliotecário. Esta relação não pode ser explicada por si só por condições económicas locais.
(Colorado 2012)
“Staffing”, in “School library impact studies : the major findings from the past ten years”, Mansfield University, 2013, p.11-12


Recorde-se que, como consagrou a IFLA, a designação bibliotecário escolar é usada para os profissionais trabalhando em bibliotecas escolares, e que podem ser designados de outras formas, em diferentes países e sistemas escolares e de bibliotecas: professor bibliotecário, mediatecário escolar, especialista de informação e educação, especialista de media - educação, entre outros. Paraprofissionais são os elementos das equipas responsáveis por bibliotecas que não dispoem de formação qualificada como profissionais da área.
Esta obra publicada pela Universidade de Mansfield, para promover os seus cursos online neste campo, resume alguns dos principais resultados da investigação desenvolvida em vários países sobre as bibliotecas escolares releva ainda, para além do tema do Pessoal, mais 8 campos temáticos: Colaboração, Ensino, Horário, Acesso, Tecnologia, Coleções, Orçamento, Desenvolvimento profissional, "Achievement Gap" (não encontro tradução apropriada, talvez - níveis de insucesso?).

No item "Ensino", que não significa de todo part-time como professor e part-time como bibliotecário escolar, destaco:
A chave de um programa de biblioteca exemplar é a capacidade de o bibliotecário escolar de ser um professor efetivo, que optimize o tempo de ensino, oferecendo apoio eductivo e liderança através de parcerias e colaboração, encontrando oportunidades para integração e conexões através do curriculum. (Ontario 2009)
Para ler e reflectir.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Caro(a) Diretor(a): como vai a vossa biblioteca escolar?


Uma ferramenta útil para começar ou continuara a melhorar a biblioteca de cada escola.
Traduzido com autorização de Doug Johnson, cuja amabilidade agradeço e com quem tenho aprendido imenso, via web, que online Mankata-Minnesota (EUA) e Vila Franca de Xira-Ribatejo (Portugal) são muito perto um do outro.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Autoavaliar para melhorar a biblioteca escolar (Espanha, 2011)


Muito interessante, para a cultura profissional de quem trabalha nesta área, a recente publicação de (mais) uma ferramenta para autoavaliação de bibliotecas escolares.
Ler mais aqui:
Bibliotecas escolares ¿entre interrogantes? : Herramienta de autoevaluación
Preguntas e indicadores para mejorar la biblioteca? / Inés Miret, Mónica Baró, Teresa Mañá e Inmaculada Vellosillo. Ed. Ministerio de Educación  : Fundación G. S. Ruipèrez2011

domingo, 20 de dezembro de 2009

E-Book RBE, criação espontânea, edição Issuu



Saboroso texto de Sílvio Maltez, Professor Bibliotecário do País Real e Autor Brilhante da Terra do Faz de Conta.
A encher de humor e cor o Natal RBE.