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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Direitos de Literacia - Cidadania Europeia

11 PONTOS DESTACADOS - PROGRAMA EUROPEU LIFELONG LEARNING


Declaração dos Direitos de Literacia dos Cidadãos Europeus

ELINET - Rede Europeia de Literacia, 2016
Nessa data, estimavam-se 55 milhões de adultos sem competências de literacia, 1 em cada 5 jovens de menos de 15 anos também.

Todas as pessoas na Europa têm direito à literacia. Os Estados-Membros da UE devem assegurar que sejam facultados às pessoas de todas as idades, independentemente da sua classe social, religião, etnia, origem e género, os recursos e as oportunidades necessários para desenvolverem competências de literacia suficientes e sustentáveis por forma a compreenderem e utilizarem de modo eficaz a comunicação escrita, seja ela manual, impressa ou digital.
1. As crianças devem ser estimuladas para a literacia em casa
2. Os pais devem receber apoio para ajudarem os seus filhos na aquisição da literacia
3. O desenvolvimento da linguagem e da literacia emergente exige um ensino pré-escolar acessível e de alta qualidade
4. A qualidade do ensino da literacia para crianças, adolescentes e adultos deve ser entendida como uma questão central de todas as instituições educativas
5. Todos os professores devem ser preparados eficazmente para o ensino da literacia, tanto na sua formação inicial como na contínua, para responder às exigentes tarefas que têm de desempenhar
6. As competências digitais devem ser promovidas em todos os grupos etários.
7. A leitura por prazer deve ser altamente promovida e estimulada
8. As bibliotecas devem ser acessíveis e ricas em recursos
9. As crianças e os jovens que têm problemas com a literacia devem receber apoio apropriado e especializado
10. Os adultos devem ser apoiados no desenvolvimento das competências de literacia necessárias para a sua participação plena na sociedade.
11. Os políticos, os profissionais, os pais e as comunidades devem trabalhar juntos no sentido de garantir a qualidade de acesso à literacia, reduzindo as diferenças sociais e educativas.
Texto integral da Declaração aqui. Video promocional (em inglês, com legendagem) aqui

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Gentileza É Cidadania

Movimento Gentil

Movimento Gentil
Este é um projeto, com a parceria da Comissão Nacional da UNESCO, do Comité Olímpico de Portugal e da Direção Geral da Educação, que surge numa altura em que se tornou popular, um pouco por todo o mundo, o discurso assente numa divisão entre “nós” e os “outros” e que se começam a criar “muros” entre os povos.  A RTP quer construir pontes e reforçar que a vida em sociedade é mais rica para todos se formos gentis uns com os outros. O mote do Movimento Gentil é que “é tão fácil, gratuito, contagia todos e contribui para um mundo melhor. Basta uma pessoa e um gesto para mudar o mundo.”

Uma bela iniciativa, Portugal, 2019.
Prossegue...
Temos de começar e recomeçar, vale a pena.


domingo, 19 de janeiro de 2020

Escola e papéis (não, não falo de burocracia)


“Estão a passar para a escola papéis que não deveriam ser só da escola: nós estamos a ficar com a responsabilidade da assistente social, psicólogo, quase fazemos consultas, prestamos atendimento… O princípio da loja do cidadão! No fim já não distingues nada, se estás na fila da EDP, do Registo ou da Segurança Social /Ficamos perdidos/ A escola está cheia daquilo que não tem de estar e vazia do que lá devia estar."
"A escola mata mesmo a infância? “É o que sentimos”, responde Sofia Rosa. “Sabemos o que não devemos fazer, mas depois fazemos”, desabafa Ana Cotrim. Existirá maior desconforto do que este? “Sabemos que a escola tem efectivamente de mudar. Se esta peça proporcionar reflexão e debate, a aposta foi ganha”, conclui Sofia Rosa. "
Retirado da notícia que fala do produto de um Laboratório de Escrita que decorreu esta semana (?) e desemboca em representações do espectáculo produzido.
As representações acontecem nos dias 26 de janeiro de 2020, no São Luiz, para público em geral, e nos dias 23, 24 e 25 para escolas. Prometem...
No dia 25 de janeiro, sábado  – conversa c/ público mediada por Rui Canário e Irene Santos + Lançamento livro Professar após o espectáculo
Apoio das Escolas de Lisboa ES Camões, EBS Passos Manuel, Externato Fernão Mendes Pinto.

Título: PROFESSAR, de Lígia Soares e Sara Duarte
Mais informação sobre bilhetes e horários https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/professar-2/


quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Miúdos a votos, 4ª edição

Miúdos a votos


 Inscrições até 17 de janeiro de 2019, aqui
A Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses, através desta iniciativa que promove a leitura e o desenvolvimento de competências de cidadania ativa. 
Os números registados no ano letivo transato são indicadores inequívocos do êxito deste projeto: participaram 727 escolas de todo o país (e ainda França, Angola e Moçambique) nas quais votaram 78 382 alunos, em listas constituídas a partir de mais de 23 000 nomeações.Para além da importância desta ação na promoção da leitura, realizada entre pares, a partir das suas próprias escolhas, a iniciativa Miúdos a Votos constitui um exercício ímpar de cidadania, valorizando a responsabilidade do ato de votar. Este propósito ganha particular relevância num ano em que os cidadãos portugueses exercem o poder político através de sufrágio universal, igual e direto em eleições para a Assembleia da República. Se, por um lado, há uma preocupação crescente com as taxas de abstenção em Portugal, por outro lado, há estudos que sustentam que a probabilidade de as pessoas irem votar aumenta com a sua consciencialização de que o voto é um dever cívico essencial que concorre para a manutenção da democracia. Porque não começar de pequenino? 
Como já é do conhecimento geral, nesta iniciativa será dada a possibilidade às crianças e jovens, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostam, replicando os procedimentos e as normas de uma eleição real: a do Presidente da República. 
Tal como nos anos anteriores, a iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua.


http://rbe.mec.pt/np4/2367.html

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Literacia curta e ligeira dá asneira






Getty Images.
 GETTY IMAGES.


A solução está na educação (na escola E ao longo da vida).  O problema não é a tecnologia, mas a literacia. Ler e entender, dá saúde e faz crescer, individual e  colectivamente.
Literacia curta e ligeira, dá asneira.

Como valorizar o rigor em vez da rapidez? A leitura em vez da partilha imediata? A compreensão em vez do comentário?
Como educar as crianças a navegarem criticamente por si mesmas nas marés de informação, em vez de repetirem o que outros lhes dizem e confiarem em assitentes digitais que lhes pensam por elas e lhes explicam o mundo?
Como garantir que as escolas voltem a ensinar a triangular informação, a arbitrar conflitos, a separar factos de opiniões, a identificar sequências de informação, a orientar uma pesquia o, simplesmente, a verificar e validar antes de formular juízos ou tirar conclusões?
Como voltar a ensinar a sociedade a pensar?
Como resgatar a cidadania na selva informativa digital cada vez mais saturada de falsidades, sem mapa nem bússola que nos dê segurança?

Resposta: ensinar à cidadania mundial as bases da literacia da informação. 
Navegar é uma arte, viver também.
Como escreveu Camões: quem não sabe Arte não a estima.


"Beneath the spread of all “fake news,” misinformation, disinformation, digital falsehoods and foreign influence lies society’s failure to teach its citizenry information literacy: how to think critically about the deluge of information that confronts them in our modern digital age. 
Instead, society has prioritized speed over accuracy, sharing over reading, commenting over understanding. Children are taught to regurgitate what others tell them and to rely on digital assistants to curate the world rather than learn to navigate the informational landscape on their own. Schools no longer teach source triangulation, conflict arbitration, separating fact from opinion, citation chaining, conducting research or even the basic concept of verification and validation. In short, we’ve stopped teaching society how to think about information, leaving our citizenry adrift in the digital wilderness increasingly saturated with falsehoods without so much as a compass or map to help them find their way to safety. The solution is to teach the world's citizenry the basics of information literacy.


A Reminder That 'Fake News' Is An Information Literacy Problem - Not  A Techology Problem

Kalev LeetaruAI & Big Data







Ler mais aqui
https://www.forbes.com/sites/kalevleetaru/2019/07/07/a-reminder-that-fake-news-is-an-information-literacy-problem-not-a-technology-problem/?fbclid=IwAR2smEqrxZg1kI1ul2XjYqDbJBoVijinPCmoMohFSP2lLRj8RCvTIYZMmBU#457b72986a6f

sábado, 29 de junho de 2019

Manuais escolares gratuitos e cultura básica integral, 2019

a foto de perfil de Mariana Avelãs, A imagem pode conter: Mariana Avelãs, a sorrir, closeup e ar livre

Quem escreve assim é cidadã, não é professora, nem bibliotecária. Tem filhos que está a criar.
E é culta.
Essa é a diferença.
A boa diferença.

"Se calhar, a melhor maneira de garantir a sustentabilidade dos manuais gratuitos é... valorizar as bibliotecas. Todas."

TODAS, OUVIRAM? TODAS!

Mariana Avelãs2 h ·
Ainda os manuais | Nenhuma medida de partilha funciona se for accionada com base na vigilância. Porque assume que a partilha de bens comuns é uma aberração, e, se não for a coerção, algum tipo de individualismo inato nos leva a destruir o que é de todos.  

Sou viciada em bibliotecas. Devolvo vários livros por semana. Ninguém verifica o estado em que os devolvo. Não tenho menos cuidado com eles por serem de nós todos -- antes pelo contrário. Mas existe um registo de que o livro esteve na minha posse, e se ele aparecer num tal estado que não pode estar na estante de uma biblioteca, até é possível detetar um padrão que indique que os livros que requisito tendem a ficar estragados. Na verdade, suponho que é mais económico, a todos os níveis, simplesmente assumir que alguns livros têm de ser substituídos de vez em quando. 

Com os manuais é diferente? Sim, porque ficam na posse de quem os requisita durante 9 meses, e não 3 semanas. O que significa que têm de ser mais resistentes. Mas a maior parte do desgaste acentuado é causado por decisões das próprias escolas: 1. pontas gastas e capas soltas são a consequência de mochilas com quilos de manuais todos os dias. Até porque toda a gente diagnostica o problema que isso é per se, mas ninguém faz nada para resolvê-lo. Se os manuais ficarem em casa para estudo autónomo, ou ficarem na escola para serem usados nas aulas, isso já não acontece. Ganhávamos todos com isso. 2. Manuais rabiscados são a consequência natural de se achar que... podem ser apagados. E de professores que acham normal que se escreva em manuais. E de direções que, sabe-se lá porquê, exigem livros de 1.º ciclo devolvidos como se não tivessem sido usados no 1.º ciclo. Não é preciso verificar as páginas uma a uma no final do ano, basta garantir que não são danificados durante o ano. Ninguém inspeciona as cadeiras no fim de uma aula para ver se o aluno não colou lá pastilhas, pois não? Ninguém tem de provar que não instalou vírus num computador na biblioteca quando o usa, pois não? 

Não faz sentido nenhum esta balbúrdia para pais, professores e escolas em torno dos manuais. Os livros deviam ser da escola, e geridos pela escola. Distribuídos aula a aula ou na primeira aula de cada disciplina, assumindo-se que o uso é civilizado, e devolvidos no final do ano nos mesmos moldes. Cabe à escola avaliar o estado do seu banco de livros e encomendar o que for preciso para mantê-lo eficaz. E ensinar que valorizar o que é de todos é bom para todos. 

Se calhar, a melhor maneira de garantir a sustentabilidade dos manuais gratuitos é... valorizar as bibliotecas. Todas.
2019.06.29. Facebook. A partir de Portugal, União Europeia 

sábado, 30 de março de 2019

Biblioteca Escolar, Para Que Te Queremos


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Fonte: https://www.ensil-online.org/a-library-in-every-school (acedido 20190330) 

Essencial na escola, por presença qualificada ou por omissão ou desqualificação, a biblioteca escolar é determinante no rumo das aprendizagens de alunos e profissionais, e no desenvolvimento da literacia de todos. 
Não basta afirmar a promoção do pensamento crítico, de competências de leitor e de criador de informação em todos os suportes, incluindo a capacidade de inferir sentidos, ler nas entrelinhas, e de produzir conteúdos, recorrendo a linguagens diversas e tecnologias disponíveis para expressão e comunicação, é preciso que existam bibliotecas escolares reconhecidas e geridas como elemento essencial da escola e do que nela se passa, ricas de possibilidades, realmente acessíveis e inclusivas, apoio na compreensão dos problemas e parte das soluções. Recurso diário de cada indivíduo e dos grupos que a escola organizar, permite, estimula - turma/classe/ano, departamentos, grupos de projeto, grupos informais. 
Para tal, são importantes espaços físicos, meios técnicos, coleções, mas sobretudo orientações, referências e... pessoas preparadas e apoiadas nesse sentido, Trabalhando em rede, mais facilmente reforçam a sua preparação e as suas forças. Distinguem a escola em que se integram, e a qualidade e valor das aprendizagens que nela ocorrem., dos alunos mas também dos profissionais que com eles trabalham. Para bem e para mal.
Um país, um sistema educativo que as preze ganha vantagens geracionais comprovadas na promoção das literacias e da cidadania. Quem a despreze, no longo prazo, perde.
O balanço faz-se no futuro. E está a ser eito todos os dias.
"As the research and information arm of the school, school library programs can provide professional development to teachers and instruct students on information use and ethics. Fully integrated library programs with certified librarians can boost student achievement and cultivate a collaborative spirit within schools. School leaders who leverage these assets will realize what research has shown: Quality school library programs are powerful boosters of student achievement that can make important contributions to improving schools in general and, in particular, closing the achievement gap among our most vulnerable learners."
LANCE (2018)

quinta-feira, 14 de março de 2019

GREVE CLIMÁTICA ESTUDANTIL 15 MARÇO 2019

 Resultado de imagem para GREVE CLIMATICA
"(...)para lá da saudável recepção do ministro do Ambiente a uma delegação de jovens que participa na organização, a comunidade educativa permaneceu fechada na rotina. Enquanto as manifestações de sexta-feira protagonizadas
por jovens se multiplicam por toda a Europa, por cá docentes, 
directores  escolares e pais permanecem alheados. Ou até receosos de associar a mobilização a qualquer acto
subversivo que viola o espírito do país pacato e trabalhador,
o cimento da nossa estabilidade e ao mesmo tempo a cola do nosso atraso. Fazer com que os jovens se politizem e saibam que a sua cidadania é crucial não cabe  nesta visão autolimitada do mundo.
É assim que o fado do desinteresse dos jovens pela política
e por tudo o que tenha a ver com o bem comum se torna uma condenação." Manuel Carvalho, 13.03.2019,Público

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Biblioteca Municipal de Viana do Castelo


Comecei o dia a ouvir música interpretada por alunos de Escolas que contam com a Música no que o seu curriculum valoriza, e a um video com testemunhos de alunos do 5º ao 7º ano, falando de Diários de Leitura, que vão alimentando na escola. Registaram passagens de livros que leem, pensamentos, ilustrações, comentários... Participação do Agrupamento de Darque no XI Encontro de Bibliotecas Escolares do Concelho de Viana do Castelo, que decorre nos primeiros dias de Fevereiro e hoje, sábado, celebra a Rede nas instalações da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo. Este ano dedicado a Cidadania e Ética.

Após uma abertura centrada na palavra e na linguagem, pela Coordenadora Nacional da RBE, Manuela Silva, começa o primeiro painel, com Teresa Calçada (PNL2027),Maria Emília Brederode Santos (CNE) e Manuel Pinto (Univ. Minho). O moderador, Benjamim Moreira, diretor do Agrupamento de Santa Maria Maior, alerta para que a celebração só por si pode adormecer, sendo necessário ir mais além: conhecimento, cidadania, educação.
Sala cheia, de gente atenta. Parabéns à organização.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Leitura Fácil


Logótipo criado pela luso reads para identificar os livros de Leitura Fácil.

A Leitura Fácil é uma maneira  de elaborar e mostrar a informação para que possa ser lida e compreendida por qualquer pessoa, independentemente das capacidades línguisticas ou cognitivas que esta possa apresentar.

Os livros de Leitura Fácil  são adaptações de obras literárias, que cumprem as directrizes internacionais estabelecidas pela IFLA (International Federation of Library Associations and 
Institutions), no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.

O público-alvo da Leitura Fácil são todas as pessoas que têm dificuldades de leitura e/ou compreensão, quer esta seja uma dificuldade transitória (problemas de aprendizagem,  imigração, níveis baixos de literacia, escolarização tardia, etc.) ou  permanente (deficiências sensoriais ou psicológicas, transtornos neuropsicológicos, demências...).

​Para que possam ser lidos por todos,  independentemente das capacidades linguísticas ou cognitivas de cada leitor, os livros obedecem a alguns critérios no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.
Exemplo de páginas interiores dos livros de Leitura Fácil.

Fonte: http://www.lusoreads.com/leitura-f-cil.html



Resultado de imagem para leitura fácil










Organizações empenhadas na Leitura Fácil na Europa (Portugal: Fenacerci)
http://easy-to-read.eu/pt-pt/organisations/

segunda-feira, 3 de abril de 2017

INCoDe.2030 - iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal

20170403 Mctes Incode2030
5 eixos, pela Cidadania e a generalização de Competências Digitais

Inclusão
Educação
Qualificação
Especialização
Investigação

Programa até 2030.

Agentes envolvidos: entidades da administração oública (como Ministérios, IEFP, FCT...), universidades, escolas/agrupamentos de escolas do ensino básico e secundário, empresas privadas, duas redes de bibliotecas: RNBP e RBE - bibliotecas públicas e bibliotecas escolares.
A cerimónia de lançamento foi hoje, em Lisboa.

Notícias:
Governo apresenta iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal :: Notícia :: Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior :: República Portuguesa

INCoDe.2030 é iniciativa do governo que quer tornar Portugal mais digital

quinta-feira, 9 de maio de 2013

2º congresso Literacia, Media e Cidadania - veja em direto pela TV

Canal nº 221870 – Rede de Biblioteca Escolares no MEO Kanal

Portal do Congresso aqui

2.º Congresso: Literacia, Media e Cidadania (sexta feira e sábado, 10 e 11 de maio de 2013 em Lisboa)

Pode assistir ao Congresso (sessões plenárias) na sua televisão ou na Internet. Se for cliente MEO siga as instruções indicadas abaixo.
    Prima o botão verde do comando  MEO e digite 221870 para ver o canal "Rede de Bibliotecas Escolares"

Na Internet: http://videos.sapo.pt/otS5KrtvAQGL5Iu6BBQ5

Programa do Congresso:http://literaciamediatica.pt/congresso/programa-20130509-124617

domingo, 24 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fazer crescer cidadania digital global


Cinco fluências na cartilha da educação do futuro, que na literacia se estrutura e na cidadania digital global se revê, com as desigualdades do costume e os combates associados.
Literacias, ou fluências (interessante conceito!) designadas como de
solução
informação
criatividade
media
colaboração
Leia mais aqui
http://allthingslearning.wordpress.com/2012/03/14/getting-fluent-with-the-five-fluencies/

segunda-feira, 11 de julho de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Literacia & Cidadania, rima e assobia!

Não pude ir a Braga, ao Congresso :( mas encontrei este recurso muito interessante.
Trata-se de materiais produzidos e/ou recolhidos expressamente sobre o tema da Literacia para a Cidadania, por Lesley Farmer, que alguns de nós já conhecem (Vice Presidente da IASL duranmte alguns anos, é professora numa Universidade da Califórnia que forma especialistas para bibliotecas escolares).


Durante o seu ano sabático, produziu este recurso, de acesso aberto e gratuito. Em inglês, mas se houver quem queira traduzir, podem submeter-lhe os resultados (entende o português, tem tido colaboração com escolas brasileiras, e na Califórnia o espanhol é mais falado ainda que o inglês) http://k12digitalcitizenship.wikispaces.com/.

Email da Professora L. Farmer lfarmer@csulb.edu

Se a contactarem, mandam-lhe um abraço meu. :)

domingo, 6 de dezembro de 2009

Itaki Calvino among oursouls = Calvino entre nós-imos

Ir aonde a gente passa para perturbar os dias e fazer pensar. Que tem isto a ver com ler e bibliotecas, literacia de informação e nós? Ora, vocês descobrem!

Se numa noite de Inverno um viajante: o livro de Calvino é o ponto de partida deste projecto multidisciplinar, que parou na estação Coimbra B. Viajante é uma experiência colectiva, proposta aos sentidos do espectador. Esta viagem é feita de sons e desenhos, vídeo, instalação, fotografia, pintura e escultura.

Simplesmente maravilhante. Obrigada Luís Januário, do blog htpp://anaturezadomal.blogspot.com, obrigada Vasco Paiva e ESEC