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domingo, 3 de março de 2019

LISBOA, BIBLIOTECA DE MARVILA, 2019.03.18




Decorre no dia 18 de março, na Biblioteca de Marvila, entre as 10h00 e as 17h00, o “VII Encontro da Rede de Bibliotecas Escolares de Lisboa – Bibliotecas Escolares de Todos e para Todos”.
Esta iniciativa tem como objetivo contribuir para uma educação promotora de conhecimentos e competências de literacia, disponibilizando recursos e atividades para todos.
Para participar é necessária inscrição até ao dia 4 de março.

Pelas 14h30, decorrm Workshops (cada participante deverá indicar os workshops por ordem de preferência, de 1 a 5)


  • Aprender com a diversidade Isabel Sasseti Paes – AE Eça de Queiroz, Coordenadora da REDE
  • inclusão 
  • Criação de livros inclusivos Rui Fernandes - CRTIC Amadora - CANTIC 
  • Biblioteca Humana Bibliotecas de Lisboa Princípios-chave e desafios na operacionalização da Educação Inclusiva Helena Neves - Associação Pró-Inclusão 
  • Bibliotecas Inclusivas: Bairros Leitores Maria José Vitorino e Miguel Horta – Laredo, Associação Cultural



BICUL ALENQUER 2019.03.09

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pelo silêncio frutuoso nas bibliotecas

Semáforo para controlar el nivel de ruidos


Se quiser comprar um, custa pouco mais de 120€, aqui:
http://www.hermex.es/tienda/articulo/semaforo-para-controlar-el-nivel-de-ruidos

Como aplicar?

Uma notícia de Fevereiro de 2017, fala-nos de um exemplo numa biblioteca escolar, um projeto inovador em Leiria, Portugal, na Escola EB23 José Saraiva

Um semáforo combate os efeitos do ruido excessivo na biblioteca. Quando o ruído é excessivo, acende-se a luz vermelha e ouve-se uma buzina. Segundo o artigo, a experiência está a resultar.
Os sintomas mais comuns nos adultos, de uma exposição prolongada ao ruído são as dores de cabeça, a ansiedade e “stress”, as perturbações metabólicas e as dificuldades em dormir
Entre crianças e adolescentes, destacam-se a baixa produtividade, a interferência na comunicação e as dificuldades na aprendizagem.
Ler mais aqui:

rdl06-07_panorama_ruido-nas-escolas.indd

http://rbleiria.pt/wp-content/uploads/2017/02/LE071502.pdf


domingo, 26 de fevereiro de 2017

O que formos em 2030 também depende das bibliotecas


O acesso a informação é um direito humano básico que pode acabar com o ciclo da pobreza e apoiar o desenvolvimento sustentável. A biblioteca é o único local, em muitas comunidades, em que as pessoas podem aceder a informação que os ajude a melhorar a sua formação, a desenvolver novas capacidades, a encontrar trabalho, a iniciar empresas, a tomar decisões informadas em matéria de agricultura e de saúde, ou a entender o que se está a passar com questões do meio ambiente. (...) 
As bibliotecas são para toda a gente 
Há bibliotecas em toda a parte, no campo e na cidade, na universidade e no local de trabalho. As bibliotecas atendem toda a gente, independentemente da sua raça, origem social ou étnica, género ou tendência sexual, idade, incapacidade, religião, situação económica ou crenças políticas. As bibliotecas apoiam as populações vulneráveis e marginalizadas e contribuem para garantir que não se neguem a ninguém as oportunidades básicas e os direitos humanos
IFLA, 2013 (trad. Laredo AC, a partir do original em inglês)

A FEBAB Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições traduziu dois documentos essenciais da IFLA, pensados para o nosso futuro comum no planeta até 2030, no seguimento da Declaração da IFLA sobre Bibliotecas em 2013, da Declaração de Lyon em 2014  e de decisões das Nações Unidas em 2015.

Recomenda-se a sua leitura e difusão em bibliotecas de todo o tipo e tamanho. A informação, o acesso democrático aos recursos do conhecimento e a competências em literacia são determinantes no desenvolvimento da população em todos os cantos da Terra.


Publicações em língua portuguesa disponíveis aqui:
E ainda...

Resultado de imagem para as bibliotecas sao para toda a gente


(via Mithós a Ler)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Educação, Leitura, Inclusão, Bibliotecas, Prisões - Brasil



Um Relatório sobre a Educação nas Prisões Brasileiras, realizado em 2009 pela Relatoria Nacional para o Direito Humano à
Educação, particularmente significativo e inspirador para trabalho educativo em geral e com bibliotecas em especial nos estabelecimentos prisionais. Intervenções em Portugal, tais como o Leituras em Cadeia (Projecto Gulbenkian, parceria com Laredo Associação Cultural, Ministério da Justiça e Delta Cafés), parecem confirmar muitas observações e rumar no mesmo sentido.
Desde 2011 que por decreto-lei 51/2011, de 11 de abril, todos os estabelecimentos prisionais portugueses devem ter serviço de leitura e de biblioteca, valorizando a diversidade cultural e linguística dos/as reclusos/as art.ºs 93 e 94).


"O artigo 21 (da Lei de Execução Penal) estabelece a exigência de implantação de uma biblioteca por unidade prisional, para uso de todas as categorias de reclusos, provida de livros instrutivos, recreativos e didáticos .”(p. 10)
  • "(...) as bibliotecas, quando existentes, possuem acervos pobres ou problemas de acesso (encontramos acervos de livros novos fechados em salas há mais de 1 ano). São poucas as unidades que apresentam algum tipo de estratégias de estímulo e mediação de leitura. Há unidades que castigam o preso/a presa pela perda de um livro da biblioteca, utilizando regras disciplinares de segurança, como a ida para a “solitária”;
  • faltam exames oftalmológicos periódicos e acesso a óculos, o que compromete os processos de aprendizagem;
  • os computadores, quando existentes, sofrem da falta de manutenção, são de difícil acesso e em número insuficiente à demanda.” (p. 85-86)

Recomenda-se, nomeadamente:

23) uma política de estímulo à leitura e à escrita nas unidades prisionais: o Ministério da Educação estabeleceu no início de 2009 convênios por meio do PAR (Planos de Ações Articuladas) com 19 estados para a implantação de bibliotecas nas unidades prisionais. Importante avanço que precisa ser complementado com a normatização nacional que estabeleça regras para a implantação, renovação de bibliotecas, composição do acervo, acesso dos encarcerados e das encarceradas, punição a gestores que mantiverem acervos fechados (sem uso) ou restringirem o acesso e regras para o caso de extravio de livro, estabelecendo diferenciação com relação às punições disciplinares da prisão. Especial atenção deve ser dada a projetos e programas de estímulo e mediação de leitura nas unidades, com ou sem participação de organizações da sociedade civil. Existem experiências importantes que devem ser analisadas e divulgadas como referência para todo o
sistema prisional. O mesmo deve ser considerado com relação ao estímulo a escrita nas unidades prisionais por meio de cartas, bilhetes, redações, poesias, etc, como parte de estratégias de letramento. O acesso ao papel e a canetas e lápis é condição fundamental; 


24) a inclusão digital de pessoas encarceradas e o direito à documentação básica: devem ser definidas também estratégias para a ampliação efetiva da inclusão digital das pessoas privadas de liberdades como parte da política nacional de inclusão digital em desenvolvimento pelo governo federal, adaptada às especificidades do ambiente digital. Destacamos a importância da inclusão imediata das unidades prisionais no projeto Computador para a Inclusão (Ministério do Planejamento/MEC/Ministério do Trabalho e Emprego) e no Programa Nacional de Informática na Educação (MEC). O Plano Nacional de Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica, lançado pelo governo federal em 2007 e implementado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, deve prever a construção de um plano destinado ao sistema prisional que gere respostas à grande demanda por documentação existente entre as pessoas encarceradas. O trabalho deve ser desenvolvido em articulação com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

www.cmv-educare.com/wp-content/uploads/2013/07/FINAL-relatorioeducaçãonasprisoesnov2009.pdf

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Nem tudo o que interneta é treta.... as bibliotecas não se negam ao digital!

Cartaz numa Escola dos EUA, difundido pela American Library Association no Instagram (outubro 2015): 

Because not everything in the Internet is true  librariestransform.org


A photo posted by American Library Association (@americanlibraryassociation) on

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ambição : bibliotecas indispensáveis (escolares também)


Hoje li um livro novo e pensei nos CIBE's e PB's, e no imenso orgulho que tenho em fazer parte da RBE/Rede de Biliotecas Escolares. Um projeto que qualifica o meu país, porque trabalha com o essencial de um país: as pessoas (agora diz-se as comunidades, mas a ideia é a mesma: o povo). Bem hajam!
O livro? Ora, está em livre acesso, é de 2012, chama-se Expect More... vejam aqui http://quartz.syr.edu/blog/wp-content/uploads/2014/01/ExpectMoreOpen.pdf

Action Plan for Good Libraries 
And what about those libraries that fall in the middle?
The difference between a good library and a great library can be subtle. There are some very good libraries out there. These libraries are dedicated to making you happy and serving your needs. They have the latest in materials (books, DVDs, journal articles, etc.). Their websites are well organized and functional. They prize customer service and they get you what you need. They tend to collect a lot of data on the community and have active marketing. Many communities feel these libraries are meeting their expectations.
But if you want to see the difference between a good library and a great one, try visiting a Borders bookstore or a Blockbuster video store. You can’t. They don’t exist anymore. And when they closed, the only signs you saw were advertising clearance sales and deep discounts. But you know what signs you see when they try and close a great library? Signs of protest. You see picket lines. You see angry town hall meetings. Why? Well, that takes us back to the very first chapter. The reason why is because the library is part of the community. It is not a set of comfy chairs and an excellent collection. It is a symbol, and a friend, and a teacher.
But let’s be honest. Some libraries close with nary a whisper. Academic library budgets are downsized and corporations close their libraries. They close bad libraries, yes, but they also close good libraries. The difference between good and great comes down to this: a library that seeks to serve your community is good, and a library that seeks to inspire your community to be better every day is great. You can love a good library, but you need a great library. When you limit your expectations of a library to a supplier for your consumption, the library is in direct competition with Amazon, Google, and the local paper. But if you expect more—if you expect your library to be an advocate for you in the complex knowledge infrastructure—if you expect your library to be a center of learning and innovation—if you expect your library to help you create knowledge and not simply get you easy access to the work of others—if you expect your librarians to be personally concerned with your success—if you expect the library to be a third place that glues together a community—if you expect your library to inspire you, to challenge you, to provoke you, but always to respect you beyond your means to pay—then you expect a great library. You deserve a great library. Go out and get it!"

Bom trabalho!

domingo, 2 de novembro de 2014

Let´s take a walk on the bright side?

 Libraries: People, Place, Platform - see slides 48-52, in:

Future internet of things and librarians

A imagem a baixo é de outra fonte

Imagem de Ned Potter, aqui

"Regardless of how the future unfolds, the Internet will evolve in ways we can only begin to imagine. By allowing ourselves to explore and rehearse divergent and plausible futures for the Internet, not only do we prepare for any future, we can also help shape it for the better."

Ler mai aqui:
The Future of the Internet | Pew Research Center's Internet & American Life Project

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Embedded Librarianship in Online Learning Environments


Preparado/a para ser um Embedded Librarian e agir profissinalmente a distância, em ambientes de aprendizagem online?
Apresentação de Elizabeth Lieutenant, Catholic University of America, USA (04.12.2013)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Como usam as bibliotecas os Guias/LibGuides?

Imagem de um Guia de uma Biblioteca no Illinois (Primary Source Village. Tutorial)

Um livro a recomendar a uma biblioteca especializada sobre bibliotecas (Onde está ela? Talvez na BAD...):

Primary Research Group has published Library Use of LibGuides, ISBN 978-157440-257-5
The study explores how many LibGuides libraries are making, the rate of growth in Lib Guide creation, and how extensively LibGuides are used.  The report also covers the estimated time it takes to create a LibGuide and its impact on library productivity.  The study furnishes insights on the number of librarians in an organization who use LibGuides, the support that they receive, and the marketing of LibGuides to faculty and students, among many other issues.  The study also points out the most admired LibGuides, the most used, and gives hard data on the number of LibGuides from institutions other than their own that libraries are using.  The study helps its readers to answer questions such as: how many libraries are using LibGuides as their library website? What are library plans for LibGuides in the future? Have libraries considered alternatives to LibGuides? How satisfied are libraries with LibGuides? What kinds of LibGuides are libraries developing and how are they encour!
 aging students and faculty to use them?
Just a few of the study’s main findings are that:
•       The growth rate over the past year in the stock of LibGuides for the private colleges in the sample was an astounding 63%.
•       College libraries with a budget in excess of $3 million maintained a mean of 109 LibGuides.
•       42.11% of the libraries sampled have one or more individuals whose primary job it is to create LibGuides or other kinds of research guides.
•       Only 3.51% of the libraries sampled have measured or studied how much staff time it takes to develop a typical LibGuide.
•       31.58% of the libraries offer courses, seminars, or otherwise provide formal training in use of LibGuides to library staff.
 For further information view our website at www.PrimaryResearch.com.

Um cheirinho da informação disponível, resultado do estudo que envolveu dezenas e dezenas de entidades:
Table 2.8 What are your library's top three LibGuides in terms of total user sessions?
1. Citation styles, copyright & plagiarism, Hot Paper Topics.
2. Business Databases A to Z, Subject Guides (landing page), List of IGOs.
3. Library Databases, Library Hours, EH300 - Business Writing.
4. Downloadables, Databases by Subject, Summer Reading.
5. Civil Service Exams & Test Preparation, Just Listen to Yourself 2013, Digital Literacy.
6. Book Clubs, Movies, Summer Reading Program 2013.
7. Biology, agriculture, business.
8. eBooks – Home, Course Resources: Fall, Year 1, eBooks - Complete List.
9. Emery A. Gunnin Architecture Library, Psychology, Interlibrary Loan.
10. Pharmacy, Education, Marketing & Advertising.
11. Finding a Library Job, Goldstein for Distance Learners, and Information Technology Resources.
12. Citation Guide, Find Articles, Find Books & More.
13. Library Tutorial, Public Speaking, Literary Criticism.
14. Quick Reference Guide: MLA Citation, FRACKING, APA Style Guide.
15. Intro to Business resources, Writing Seminar, entrepreneurship.
16. English and History.
17. Citation, English, Business.
18. Incoming Students' Guide to the YU Libraries; Ancient Jewish History; Footnotes, Bibliographies.
19. Reading Apprenticeship, ESL, Library "HelpZone."
20. Library Services, English Composition, Nursing.
21. EBSCOhost; Citing Sources; Researching & Report Writing.
22. Writing 121 (Composition I), Nursing, Writing 122 (Composition II).
23. Nursing, Psychology, Education.
24. Law, International Law & Medicine.
25. iLL, main menu, nursing.
26. Nursing, Evaluating Websites, and First Year English Research Guide.
27. Article databases, Welcome to the Research Guides, eBooks and audiobooks.
28. Human Library, Job Search Strategies, Communication.
29. Database List, Databases by Subject, Databases by Type.
30. American History I, American History II, Speech Resources.
31. Databases by Subject.
32. MLA Citations, Lincoln: The Constitution and the Civil War, The Research Process.
33. Working Inside the Box: LibGuide Tips for Librarians; Archives and Special Collections; Public Health.
34. History, Psychology, College Outcomes & Assessment.
35. (excluding our web site which is based on a LibGuide) Databases, Halloween, Critical Thinking.
36. Expressive Therapy, Art History, Education.
37. Library Home, OTA, Med_Prof.
38. Beginning research, business info, and strategies for success
39. Products Liability, Warrantless Searches in FL, Fl Condominium Law.
40. Archaeology, Printmaking, Bookbinding.
41. Nursing, Baking & Pastry Arts, Spanish 121.
42. Reading Room ebooks, business.
43. Affordable Care Act.
44. Job & Career Resources; Summer Reading Clubs; Community Resources for Those in Need
Exemplos de Guias de Bibliotecas Escolares (K-12 libraries): http://libguides.com/community.php?m=i&ref=www.libguides.com

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Literacia digital & bibliotecas (todas)


 
1. Increase Investment in Digital Literacy
2. Develop and Sustain Robust Partnerships and Collaborations
3. Strengthen and Expand Research and Assessment
4. Increase Access to Digital Literacy Programming
 

The Digital Literacy Task Force of the ALA Office for Information Technology Policy developed the following recommendations to advance and sustain library engagement in digital literacy initiatives nationwide as a companion to its January 2013 report Digital Literacy, Libraries, and Public Policy. Libraries of all types – school, academic, and public – play a vital role in ensuring all people have the skills and abilities to succeed in the Digital Age. These conclusions and recommendations culminate the task force’s work over 18 months and constitute a call to action on the part of the ALA, library education programs, front-line libraries, various funding bodies, and the diverse stakeholders who use and support library services.
(...)
 
The Task Force defines "digital literacy" as: the ability to use information and communication technologies to find, understand, evaluate, create, and communicate digital information, an ability that requires both cognitive and technical skills.

Bibliotecas e Programas de Literacia Digital
Conclusões e recomendações, 2013, ALA (EUA)

Ler mais aqui http://www.districtdispatch.org/wp-content/uploads/2013/06/2013_dltf_recommendations.pdf

domingo, 26 de maio de 2013

SLJ’s 2013 Job Satisfaction Survey | What’s Not to Love?




SLJ’s 2013 Job Satisfaction Survey | What’s Not to Love?
Method: A job satisfaction survey invite and reminder were emailed to SLJ Extra Helping newsletter subscribers in October 2012. The survey link was also advertised in Extra Helping. Results are based on the responses of 713 U.S. school librarians and 294 U.S. public librarians working directly with children or teens. The data shown in total was weighted to represent national regional breakdowns obtained from the Institute of Museum and Library Services and National Center for Education Statistics

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Portugal em Bogotá, Colombia - Ler em rede, colaborar em iberoamerica





11º Congreso Nacional de Lectura, 1º Encuentro Internacional de Bibliotecas Escolares, 21-24 abril 2013, Bogotá, Colombia. Belo programa organizado pela Fundalectura.  
Coincide com a Feira Internacional do Livro de Bogotá, dedicada este ano à Literatura de Portugal, onde a BiblioRed promove também num dos dias um painel sobre Portugal e o trabalho em rede envolvendo bibliotecas escolares e públicas, em que participarão Teresa Calçada (RBE) e Fernando Pinto do Amaral (PNL) 

Parabéns a Fundalectura e Carmen Bravo, e a Mary Giraldo, grande embaixadora de um futuro melhor, e a todos os companheiros de Bogotá.
Para o ano, vemo-nos em Lisboa?

sábado, 6 de abril de 2013

Como matar uma biblioteca


Como matar uma biblioteca...

Como diria o meu pai, que era um filósofo, "Há muitas maneiras de esfolar um gato". Acrescentaria que há mais do
que algumas maneiras de matar uma biblioteca.
Por exemplo:
√ Deixe de acreditar na missão das bibliotecas. Quem é que acredita mesmo na liberdade de ler, de aprender e de descobrir?
√ Passe menos tempo com a Direcção. A Direcção ideal de uma biblioteca pública deve encontrar-se 4 vezes por ano e concorda com tudo o que o seu Presidente/Director/Administrador recomenda.
√ Pare de falar com os utilizadores. Que é que eles percebem disto, afinal? E na mesma linha, deixe de consultar o pessoal. É um colossal desperdício de tempo.
√ Não se rale com o futuro e como l+a chegará. Sustentabilidade não é um assunto com que as bibliotecas precisem de se preocupar. No fim de contas, sobrevivemos centenas de anos.
√ Deixe de contar a história da biblioteca. Toda a gente já a ouviu.
√ Aceite que a biblioteca é antiga, e que não é preciso continuar a renovar, pintar, e actualizar. Ela é o que é.
√ Aceite que tal como o café instantâneo matou o café em grão, o e-book matará o livro impresso.
√ Deixe de promover o seu produto: toda a gente entende de literacia e de aprendizagem ao longo da vida.
√ Deixe de dar autonomia ao pessoal, e pare com a sua formação. Devem chegar a nós completamente formados.
√ Pare com essa conversa toda sobre inovação. Só serve para dar mais trabalho.
√ E por amor de Deus, pare de mudar as regras e as nossas tradições. É uma chatice!

Tenham uma grande semana! LOL
(trad. Maria José Vitorino)

How to kill a library… #39: 2012

Posted in on a + note by flickfancy on November 5, 2012
As my Dad, who was quite a philosopher, would say “There are many ways to skin a cat.”  I would add that there are more than a few ways to kill a library.
For example:
√ Stop believing in the libraries mission. Do we really believe in the freedom to read, learn and discover?
√ Spend less time with the board. The ideal public library board would meet 4 times per year and agrees with everything the CEO recommended.
√ Stop talking to your customers. What do they know any way? And on the same topic, stop consulting staff. It is a huge time waster.
√ Don’t worry about the future and how you will get there. Sustainability is not an issue with which libraries need to be concerned. After all, we’ve have survived for hundreds of years.
√ Stop telling the library story. Everyone has heard our story.
√ Accept that the library building is old and you don’t need to keep renovating, painting, and updating it. It is what it is.
√ Accept that just like instant coffee killed the coffee bean, the e-book will kill the printed book.
√ Stop promoting the product; everyone knows about literacy and lifelong learning.
√ Stop empowering staff, and stop training them. They should come to us fully trained.
 Stop all this talk about innovation. It just makes for more work.
√ And, for heaven’s sake, stop changing the rules and our traditions. It’s annoying!
Have a swell week!   LOL!                                                        
Kitty Pope                                                                                          #39 November 2012
kpope@library.guelph.on.ca


E-books, falando a sério...

Bibliotecas no futuro


Retirado do Bibliotecar