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domingo, 1 de dezembro de 2019

Avaliação - Domingos Fernandes


Primeira parte - até 1:18:18
Domingos Fernandes sobre avaliação
Deveras clarificador e útil para professores. Merece atenção.

A ver se retomamos o foco nas aprendizagens, e não nos algoritmos que facilmente fazem com que o essencial se dilua em acessórios.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Bibliotecas escolares no tempo do digital

Biblioteca Laredo

Uma leitura inspiradora 
Soffiato, Donatella Lombello Biblioteche scolastiche al tempo del digitale / Donatella Lombello Soffiato
; Mario Priore ; col. Anna Cristini, Luisa Marcquardt, Antonella De Robbio. - 1ª
ed. - Milano Editrice Bibliografica : 2018. - 1 v. - (Biblioteconomia e scienza
dell'informazione ; 17). - Bibliografia. - ISBN 978-88-7075-996-9 
 Resumo:
Leitura e escrita tradicionais e digitais, produção de conteúdos informativos e narrativas híbridas, information and reading literacy, digital lending: como muda o papel da biblioteca escolar na era da internet, para responder aos novos desafios educativos, entre aulas aumentadas, turmas decompostas, e flipped classroom
No espaço educativo da escola, transforma-se o paradigma da abordagem ao saber e à literatura. Novas modalidades didático-metodológicas, entre a leitura "potenciada", ou partilhada na web, digital storytelling, e os testes lineares-sequenciais, permitem aos nossos alunos saber conjugar, nas soluções dos problemas do conhecimento e também a capacidade de interpretar as páginas literárias tempos contraídos e fragmentados da rede, com o tempo - offline - mais distendido da reflexão e da elaboração, pessoal e colectiva. 

Biblioteche scolastiche al tempo del digitale - Donatella Lombello Soffiato, Mario Priore - Libro Editrice Bibliografica

quinta-feira, 15 de março de 2018

Picturebooks and Graphic Narratives in the Classroom

Lisboa, 8 June 2018 = 8 Junho 2018  9.00-17.00

Free ticket = Participação gratuita

English and Portuguese = Inglês e Português
Deadline for abstract submission = Data para apresentação de ocmunicações: 23 March 2018 = 23 Março 2018
  • Notification of acceptance: = Aviso de aceitação da comunicação 19 April 2018 = 19 Abril 2018

Picturebooks and Graphic Narratives in the Classroom

terça-feira, 4 de novembro de 2014

5 FLUÊNCIAS

AS 5 FLUÊNCIAS PRINCIPAIS DA APRENDIZAGEM NO SÉC. XXI
Outubro 29, 2014
Hoje quero partilhar convosco esta fantástica leitura com que me deparei no Global Citizen Education. O título do artigo é 21st Century Fluencies. Baseia-se sobretudo no livro de Crockett e outros, Literacy is Not Enough.
O principal argumento deste texto é o de que as fluências do século XXI são competências processuais de que os estudantes necessitam para singrarem num mundo em rápida mudança. Estas competências processuais incluem coisas como pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, inovação, para só mencionar algumas. As fluências do século XXI”, como nos dizem os seus autores, “não tratam de hardware, são sobretudo headware (menteware) e heartware (coraçãoware).”

Fonte da imagem: http://goo.gl/GJKHzD


O artigo aprofunda as cinco principais fluências. Eis uma breve síntese de cada uma delas. Podem encontrar uma análise mais detalhada de cada uma delas no texto original.


"Fluência na Solução é a capacidade de pensar de forma criativa para resolver problemas em tempo real, definindo com clareza o problema, desenhando uma solução apropriada, concretizando a solução e, então, avaliando o processo e o resultado.”

Fluência Criativa é o processo pelo qual a proficiência artística adiciona significado através do design, da arte, e da narração de histórias. Tem a ver com o uso do design inovador para acrescentar valor à função de um produto através da sua forma.
"Fluência na Colaboração é uma perícia do trabalho em equipa que atingiu, no inconsciente, a capacidade de trabalhar de modo cooperativo com parceiros virtuais e reais em ambiente online, para resolver problemas e para criar produtos originais.”
" Há dois componentes na Fluência nos Media. Em primeiro lugar, a capacidade de olhar de forma analítica para qualquer comunicação para interpretar a mensagem real, e para avaliar a eficácia do mediumk escolhido. Em segundo lugar, criar comunicações originais alinhando a mensagem e a audiência através do medium mais adequado e efetivo.”
Fluência de Informação é a capacidade de, inconsciente e intuitivamente, interpretar informação em todas as formas e formatos, de modo a conseguir extrair o conhecimento essencial, autenticá-lo, e perceber o seu sentido e a sua significação.”


Trad. de inglês para português Maria José Vitorino 2014.11.04

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Embedded Librarianship in Online Learning Environments


Preparado/a para ser um Embedded Librarian e agir profissinalmente a distância, em ambientes de aprendizagem online?
Apresentação de Elizabeth Lieutenant, Catholic University of America, USA (04.12.2013)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Ter ou não ter bibliotecário escolar / professor bibliotecário qualificado, a tempo inteiro e com equipa de apoio faz mesmo diferença no sucesso educativo!

RESEARCH (2012) CONCLUSION
This study adds to the evidence that all K–12 students need and deserve quality school library programs with full-time certified staff. Students are more likely to succeed when they have library programs that are well staffed, well funded, technologically well equipped, well stocked, and more accessible. And, the neediest learners may benefit the most from trained librarians and quality library programs.
However, much work still needs to be done to use this research to reach influential stakeholders who control the future of school library programs and their staffing. While many states are pursuing state reforms and regulations, this doesn’t negate the role of the individual school librarian to learn and share these findings locally. Everyone needs to nurture library champions who will defend the position that all K–12 school students need and deserve full-time school librarians and well-resourced school libraries in order to develop the skills needed to be productive in the 21st century.

Latest Study: A full-time school librarian makes a critical difference in boosting student achievement | School Library Journal (Março 2013)

De um dos comentários:
Actually, there are two points that I saw in the article which highlight ‘some of the activities of librarians do within their schools to make these students perform so much better in school’ as you requested.
- teaching the Standards for the 21st-Century Learner, and
- teaching inquiry-based learning.
You can see the information in the section titled “The role of the school library program and academic standards”. The information mentions “dramatically higher scores” and students being less likely to score below basic.
Also, I think you are correct that the “cataloging and shelving” activities you mention do not make the difference in student achievement. That is probably why schools where the full-time librarians have support staff do better than where there is no support staff (because the support staff would be doing the cataloging and shelving type activities and the librarian would be spending more of his/her time teaching the 21st century skills and inquiry-based learning activities that make the difference).

domingo, 28 de julho de 2013

Aprendizagem móvel dentro e fora da escola - prémio Hipertexto 2013

Pode participar deste concurso qualquer cidadão do Brasil ou do mundo, desde que o trabalho (aplicativo ou obra de arte digital) seja original, inédito (não publicado antes em qualquer meio) e produzido em português, inglês, espanhol ou francês, sendo que, se o trabalho for originalmente produzido em uma das línguas estrangeiras citadas, deverá o autor anexar uma tradução da descrição em Língua Portuguesa. Inscrições até 30 de Agosto de 2013 

Ler mais aqui: http://www.simposiohipertexto.com.br/inscricoes/premio-hipertexto2013/

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Biblioteca coração da comunidade escolar


Imagem daqui. The Learning commons, Scott Library
Deitar abaixo paredes físicas e, ou, de funcionamento, e alargar as condições de privacidade ao mesmo tempo que se enriquecem os meios para a convivência e a colaboroação


“O novo "Learning Commons" desempenha muitas funções na vida dos estudantes. Não estamos a deitar nada fora: estamos apenas a adicionar valor ao que já temos. Algumas das possibilidades surgem no quadro seguinte.”

Múltiplas Funções numa Área Comum de Aprendizagens

Biblioteca Tradicional


  • Acessível aos alunos no horário letivo
  • Orientações e apoio por professor bibliotecário
  • Bons recursos educativos e tecnologias para apoio ao curriculum
  • Promoção e apoio a leitura autónoma
  • Aprendizagem por projetos e investigação
  • Apoio a aprendizagem diferenciada
  • Zonas confortáveis ara estudo e lazer
  • Zonas para trabalho em grupo-turma, em pequeno grupo, ou individual
  • Visibilidade de sinais do desempenho dos alunos
Biblioteca Virtual


  • Acesso 24/7/365
  • Recursos digitais para apoiar o curriculum
  • Desenvolvimento de projetos /tarefas de “sala de de aula” com a biblioteca
  • Espaços para trabalho colaborativo dr alunos e professores
  • Ferramentas de aprendizagem e tutoriais/aconselhamento
  • Ferramentas e espaços para criar e para comunicar
  • Conexões com peritos da comunidade
  • Apoio centrado no utilizador
Construção de Conhecimento


  • Aprendizagem baseada na investigação apoiada (guided inquiry) e na resolução de problemas
  • Tarefas escolares relevantes para a vida real
  • Aprendizagem concebida quer sobre os conteúdos e quer sobre os processos
  • Metacognição e avaliação contínua
  • Desenvolvimento de literacias múltiplas
  • Integração de tecnologia sem barreiras
  • Capacidades de pensamento de nível elevado
  • Construção coletiva de conhecimento
  • Ensino e aprendizagem com eficiência; eficácia
Desenvolvimento sustentável da Escola


  • Lições demonstrativas
  • Desenvolvimento profissional incorporado
  • Centro para equipas de aprendizagem profissional
  • Práticas fundamentadas em evidências
  • Elaboração e desenvolvimento de projetos colaborativos
  • Cultura de investigação
  • Iniciativas envolvendo toda a escola desenvolvidas e avaliadas de forma coordenada



Tradução para português (PT) de Maria José Vitorino / ALFINete (2013), do original em inglês

Leading the way on Learning Commons / Carol Koechlin. Ontario Library Association (2008).
in The teaching librarian, Vol. 17, nº 2, (p. 20-23). http://www.accessola.org/Documents/OLA/Divisions/OSLA/T4L/LeadingtheWay.pdf


quarta-feira, 6 de março de 2013

Melhores bibliotecas escolares, melhores resultados dos alunos



Argumentos sustentados em investigações que se vêm realizando no séc XXI. Atenção às fontes referidas no rodapé do Infográfico, muito recentes.
Também é de notar a importância dos factores identificados como relevantes para a qualidade da biblioteca escolar: profissionais qualificados, trabalho colaborativo envolvendo professores e bibliotecários escolares/professores bibliotecários, horários alargados, calendário de funcionamento flexível e adaptado às necessidades, colecções renovadas e alargadas, investimento financeiro.
É preciso que haja bibliotecas (entendidas aqui naturalmente como bibliotecas escolares enquanto centros de recursos, tal como a IFLA as definiu em 1978 e confirmou em 1999 e 2005), mas não basta que assim se designe uma instalação física - a estrutura, essencial ao sucesso da escola e dos alunos, tem de ser efectivamente uma biblioteca escolar, e como tal ser provida de de recursos humanos e materiais, gerida, utilizada e desenvolvida.
Por mais exames que se façam em cada ano de escolaridade, negar os meios essenciais aos alunos é travar o sucesso educativo dos futuros cidadãos. E essencial é a escola para todos, mas também a biblioteca escolar.

Fonte: http://www.lrs.org/news/2013/02/27/make-the-case-for-school-libraries-with-our-new-impact-studies-infographic/

domingo, 10 de junho de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Por uma nova arquitectura escolar e nas redes sociais


Aprendemos e crescemos conforme nos relacionamos. Como nos deixam fazê-lo os lugares que socialmente habitamos, física e virtualmente?

"Pour B. Devauchelle (2012), ces perspectives pourraient trouver leur place dans des « maisons de la connaissance », des lieux ouverts et modulables qui permettraient d’accéder aux savoirs à l’école comme on y accède aujourd’hui hors l’école. Des maisons de la connaissance qui favoriseraient les tâches de recherche et de gestion intelligente des contenus, plutôt que les opérations de mémoire basées sur l’accumulation de ces contenus, aujourd’hui obsolètes.
Des maisons de la connaissance qui donneraient une vraie chance à la personnalisation des apprentissages, qui miseraient sur les savoirs partagés et soutiendraient l’essor d’une culture de la collaboration qui fait tellement défaut dans les écoles françaises. Des maisons de la connaissance qui conduiraient à repenser l’organisation scolaire et à faire des établissements des lieux de décloisonnement des savoirs. "
ENDRIZZI, Laure. Jeunesse 2.0 : les pratiques relationnelles au coeur des média sociaux. in Dossier d'actualité veille et analyses / IFÉ Institut Français de l'Éducation. Nº 71 (Fev. 2012), p.21 [destaques meus]

quinta-feira, 1 de setembro de 2011





 5th National Leading a Digital School Conference.

Preparing Students for their future not your past through the integration of web 2.0 tools with anemphasis on blogging and edmodo


Antecipação da apresentação de Henrietta Miller publicada em post ontem 30 de Agosto de 2011 (vai ser apresentado ao vivo amanhã, 5ª feira, 1 de Setembro) numa terra que afinal não é tão longe assim...
Acedido via Twitter, por mão sábia.
Ler mais aqui

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Aprendizagem invisível



De vez em quanto há conceitos que estimulam. Saiu agora pela mão da Universidade de Barcelona a tradução espanhola do livro Invisible Learning, de Cristóbal Cobo and John Moravec. O pormenor é da capa.
Um cheirinho pelo Google Preview aqui
"Invisible Learning does not propose a theory, but rather establishes a metatheory capable of integrating different ideas and perspectives." (do abstract em inglês)
Interessante a distinção entre aprender fora da sala de aula (na biblioteca, no museu, no estádio, no teatro, no cinema, na rua... nas redes sociais...) e e-learning (ensino a distância). Repensar o formal e o informal nos itinerários em/por que se aprende, precisa-se.
O ebook será pago até cobrir os custos da produção, passando depois a gratuito, asseguram os editores e os autores. Valha-nos isso!