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quinta-feira, 14 de março de 2019

GREVE CLIMÁTICA ESTUDANTIL 15 MARÇO 2019

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"(...)para lá da saudável recepção do ministro do Ambiente a uma delegação de jovens que participa na organização, a comunidade educativa permaneceu fechada na rotina. Enquanto as manifestações de sexta-feira protagonizadas
por jovens se multiplicam por toda a Europa, por cá docentes, 
directores  escolares e pais permanecem alheados. Ou até receosos de associar a mobilização a qualquer acto
subversivo que viola o espírito do país pacato e trabalhador,
o cimento da nossa estabilidade e ao mesmo tempo a cola do nosso atraso. Fazer com que os jovens se politizem e saibam que a sua cidadania é crucial não cabe  nesta visão autolimitada do mundo.
É assim que o fado do desinteresse dos jovens pela política
e por tudo o que tenha a ver com o bem comum se torna uma condenação." Manuel Carvalho, 13.03.2019,Público

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Literacia+, enquanto é tempo



"A predilecção dos media dominantes pelo sensacionalismo, a necessidade de novidades constantes, e a ênfase nos lucros em vez de na responsabilidade cívica tornou-os vulneráveis à manipulação estratégica. Muitos participantes da extrema-direita estão bem destas dinâmicas. A capacidade de indivíduos de extrema direita para trabalhar em rede, colaborar, e se reunirem rapidamente para promover novos temas, e o seu jeitinho para criar espectáculo que atraia as notícias dos media, permitiu-lhes difundir propaganda e efectivamente espalhar desinformação. Como demonstrámos, para além do impacto óbvio que o crescente discurso racista, sexista, e homofóbico pode ter nas pessoas individualmente, o aumento das mensagens de extrema.direita tem, potencialmente, impactos graves na participação democrática e cívica. Esperamos que o nosso trabalho ajude a tornar mais complexas as narrativas simplistas sobre "fake news" ou "Trump memes" e contribua com bases para futuro estudo e activismo."
p. 47

Um documento útil, oportuno e pertinente. A usar, antes que seja tarde.

Notícia via Carlos Pinheiro, aqui

sábado, 9 de fevereiro de 2019

LER+ DÁ SAÚDE - PNL2027!

Ler+ dá Saúde

O Plano Nacional de Leitura 2027, a Direção Geral de Saúde, a Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e a Associação de Medicina Geral e Familiar assinaram ontem, 7 de fevereiro, o Protocolo para a implementação e o desenvolvimento do Programa Ler+ dá Saúde.
Este programa tem por principal objetivo promover a literacia e a saúde dos mais jovens através do aconselhamento, por médicos e enfermeiros, da leitura em família e da sua prática regular com as crianças entre os 0 e os 6 anos, entendendo esta prática como fundamental a um crescimento saudável e integral.
De notar o envolvimento dos parceiros, integrando ainda a Fundação Aga Khan, e a formação prevista para profissionais de saúde, a cargo da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa.

Ler mais aqui:
http://pnl2027.gov.pt/np4/ler+dasaude.html?fbclid=IwAR20hrD-3spno7AHl_SVNDmKIGXow3ztwX2-YA4P83S_hxnoOgg0FO1NaRM

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

8 de setembro 2018 - Alfabetização para toda a gente

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“Quando aprenderes a ler, serás livre para sempre”, escreveu Frederick Douglass, no século XIX, um escravo negro americano liberto, campeão da causa abolicionista e autor de várias obras. Este apelo à emancipação através da leitura e, de um modo mais geral, do domínio dos conhecimentos fundamentais - ler, escrever e contar - tem um alcance universal. 
A alfabetização é o primeiro passo para a liberdade, para a libertação das condicionantes sociais e económicas. É o pré-requisito para o desenvolvimento, individual e coletivo. Reduz a pobreza e as desigualdades, cria riqueza e ajuda a erradicar problemas de nutrição e de saúde pública. 
Desde a época de Frederick Douglass, e particularmente nas últimas décadas, foram alcançados progressos consideráveis em todas as regiões do mundo, e milhões de homens e mulheres foram resgatados da ignorância e da dependência através de um amplo movimento de alfabetização e de democratização do acesso à educação. No entanto, a perspetiva de um mundo em que cada indivíduo seja detentor de conhecimentos fundamentais permanece um ideal. 
Hoje em dia, em todo o mundo, mais de 360 milhões de crianças e adolescentes não estão matriculados na escola; seis em cada 10 crianças e adolescentes – ou seja, 617 milhões - não adquirem as competências mínimas em literacia e numeracia; 750 milhões de jovens e adultos ainda não sabem ler e escrever - e destes, dois terços são mulheres. Estas lacunas, que são extremamente incapacitantes, levam à exclusão de fato da sociedade e perpetuam a espiral de desigualdades sociais e desigualdades de género. 
A tudo isto se soma agora um novo desafio: um mundo em plena mutação, onde o ritmo das inovações tecnológicas está continuamente a acelerar-se. Para poder encontrar um lugar na sociedade, conseguir um emprego e responder aos desafios sociais, económicos e ambientais, as competências tradicionais em literacia e numeracia já não são suficientes; novas competências, inclusive em tecnologias da informação e comunicação, estão a tornar-se cada vez mais necessárias. 
É um desafio preparar os jovens e os adultos para empregos que na sua maioria ainda não foram inventados. É por isso indispensável ter acesso a uma aprendizagem durante toda a vida, tirar proveito de caminhos e pontes entre as diferentes modalidades de formação e beneficiar de grandes oportunidades de mobilidade. 
Em 2018, este Dia Internacional é subordinado ao tema “Alfabetização e desenvolvimento de competências” e foca-se numa abordagem evolutiva da educação. A UNESCO está ativamente envolvida nesta redefinição de políticas de alfabetização e incentiva práticas educacionais inovadoras. Também apoia as diferentes formas de cooperação entre o setor público e o setor privado, porque somente uma compreensão global da causa da educação pode responder adequadamente às necessidades de um mundo que parece reinventar-se a cada dia. 
Neste Dia Internacional, convido todos os atores do mundo da educação, e de outros setores, pois trata-se de uma causa que a todos diz respeito, a mobilizarem-se a fim de que o ideal de uma sociedade mundial inteiramente alfabetizada se converta um pouco mais em realidade. 
Audrey Azoulay
2018

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Empatia Literária : como?



  • Empatía: Identificação mental e afetiva de um sijeito com o estado de ânimo de outro
  • Literario: Relativo a literatura
  • Empatia literária o literatura empática: Exercício de redacção que consiste em colocar-se no lugar de um autor e procurar imitar o seu estilo, as suas ideias
Parece "copiar e colar"... Serve para entender melhor os clássicos e desfrutar das suas obras. Ler e escrever + escrever paar ser lido + escrever para entender e sentir melhor o que se leu.

Bibliografia: Felipe Zayas, no artigo “La educación literaria: tipos de actividades”.

terça-feira, 27 de março de 2018

Por maior Literacia - IFLA, IBBY, ILA

literacy-image

A IFLA junta forças com o International Board on Books for Young People (IBBY) e a International Literacy Association (ILA), amanhã, 28 de Março de 2018 em Bolonha, Itália e assina conjuntamente um Memorandum de Entendimento (MoU) para trabalharem pelo aumento dos níveis de literacia para 100%, em todo o mundo.
O MoU reforça o compromisso das 3 organizações globais, e a promessa e partilha de conhecimento, trabalho conjunto, e participação nos respetivos congressos para sublinhar a importância da leitura e do acesso a informação, encontrando formas práticas de o tornar uma realidade. As signatárias acreditam que todos devem ser capazes de ler e de aceder a informação, o que corresponde a ferramentas essenciais para a vida quotidiana numa sociedade moderna, seja em papel seja bum écran. Alcançando todas as crianças, despertando a sua paixão pela leitura e pela descoberta do conhecimento mundial, construimos um futuro melhor para todos.

IFLA Secretary General, Gerald Leitner:
Universal literacy remains one of the great challenges of our time. Truly sustainable, bottom-up development depends on everyone having the ability to read and engage with information. In signing this memorandum with IBBY and ILA, I look forward to continuing a partnership that is making a real difference for people and communities around the world.

Wally de Doncker, President of IBBY:
All our members approve the introduction of a formal commitment to the principles of the International Convention on the Rights of the Child (1990). It is our responsibility to uphold these rights, as they reflect to seek, receive and impart information and to the elimination of ignorance and illiteracy

Douglas Fisher, President of the ILA Board of Directors:
ILA views literacy as a fundamental, inalienable human right. This Memorandum reaffirms our collective commitment to our shared goal of literacy for all. We look forward to strengthening the partnership between our organizations

A assinatura do Memorandum acontece durante a 55ª Feira do Livro Para Crianças de Bolonha

Ler mais sobre o tema nas páginas da IFLA: library development pages

domingo, 2 de julho de 2017

Pela Paz, semana a semana, sempre



"Dizque", essa personagem que exagera, é um menos falado membro da família das "Fake News", e um vilão a quem convém estar atento.
O poder do boato é real, vive da credulidade do povo, refastela-se na fraca literacia, engorda com a ausência de pensamento crítico. E faz danos. Os boatos modernos já não usam tanto as vozes das vizinhas ou o rumor nas tabernas, estão por aí nos media, nas redes sociais, infiltrados ou descarados.
Como reza o lema da Unesco, assim vamos construindo a Paz nas mentes dos homens e das mulheres - é trabalho que nunca mais acaba, em toda a parte. Dz que é urgente? Neste caso, é verdade.
Ler mais sobre a Semana da Literacia da Informação e dos Media 2017 aqui:

Publicado também no Facebook e no Twitter - não se resiste aos fabulososos meios da ilusão da reprodução infinita, não é?

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Passado Colonial. "Não sabemos o lado verdadeiro da nossa história"

 
Frederica: "A História foi o que nos trouxe até aqui e temos de a conhecer, porque nos a perceber quem somos." 
Marta concorda: "Há uma grande vontade de esconder as coisas como elas realmente foram. Olhando para o manual do 12.º ano, mesmo em relação ao nazismo não tem nada por aí além. Daí que quando a professora mostrou o documentário sobre os campos de concentração aquilo foi um choque tremendo e foi bem dado. Temos da guerra colonial a ideia de que foram todos muito selvagens tanto de um lado como do outro, mas do império colonial o que nos vem à cabeça é a imagem do mapa e da Europa a dizer "Portugal não é um país pequeno". 
Do 25 de Abril sabemos todos os pormenores, falamos de tudo e mais alguma coisa. Mas da guerra colonial só nos dão a ideia geral. Nós temos 12 anos de escolaridade obrigatória. E pelo menos num desses anos, no último, devemos aproveitar a oportunidade para nos educarmos sobre certos assuntos que não são falados em mais lado nenhum, porque ainda são tabu. Não sabemos o lado verdadeiro das coisas, o lado verdadeiro da nossa história."




ALFIN 



Literacia Informacional não trata de saber lidar com ambientes digitais, mas com competências de produção de pensamento crítico, pesquisa, descoberta, transformação e criação de informação. Neste caso sobre o que somos e queremos ser, matéria da História e das Ciências Humanas, que todos os dias descobrimos serem saberes essenciais no século XXI, tal como as artes da comunicação e da expressão. Para saber mais, leiam a reportagem, publicada hoje, 100 anos depois da Revolução de Outubro, muitos mais depois de 1441, quando se inicia o comércio de escravos por mãos porturguesas, e de  outros factos significativos, se os soubermos descobrir, ler e interpretar.




Reportagem - Passado Colonial. "Não sabemos o lado verdadeiro da nossa história"

domingo, 12 de março de 2017

Literacia & Bibliotecas Escolares na Geografia das Oportunidades Para Toda a Gente

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Para ter omoletas, é preciso ovos. Para conseguirmos cidadãos com níveis de literacia adequados ao século XXI, é preciso mais que coleções de livros/bibliotecas de turma e duas idas por semana à biblioteca municipal... E mais que compras de tablets e portáteis sem acompanhamento de ninguém na sua utilização e na exploração do potencial destas e de outras tecnologias. Na escola, que é onde toda a gente vai nas democracias. E fora dela, mas também nela.


Em 2011, no Canadá, apenas 56% das escolas básicas tinham professor-bibliotecário (um retrocesso face aos 80% em 1997/98); 66% das escolas secundárias tinham professor bibliotecário eram 78% em 1997/98); 40% das escolas básicas e 57% das secundárias possuiam uma política para trabalho/utilização de redes sociais.

A People For Education, uma ONG Canadiana acessível - o site apresenta informação em 15 línguas, incluindo o português - estava preocupada com estes sinais de atraso e produziu um estudo sobre o impacto das bibliotecas escolares na literacia das futuras gerações, que vale a pena conhecer.
"Quando inquiridos sobre se a sua escola tinha um plano ou estratégia d epromoção da literacia, os diretores de escolas (básicas) eram 6 vezes mais capazes de descrever planos para melhorar a elaboração de testes/padrãode leitura e escrita do que de dar conta de estratégias para melhorar as competências dos alunos na pesquisa ou no uso de tecnologia da informação; os diretores de escolas secundárias estavam 3 vezes mas à vontade para responder com descrições de estratégias para melhorar resultados de literacia.Mas algumas escolas deram respostas relacionadas com a pesquisa e a tecnologia da informação. E nestas escolas, metade indicaram o professor-bibliotecário como tendo um papel chave no desenvolvimento das suas estratégias."
Recomendaram em 2011:

  • "apoio governamental ao papel de liderança dos professors-bibliotecários, que podem trabalhar com os professores de sala de aula para desenvolvewr programas de literacia da informação conretizáveis, para todos os alunos
  • apoio governamental para educação em informação e tecnologia nas faculdades de educação e ao longo do desenvolvimeno profissional de todos os professores"

Leiam mais aqui
http://www.peopleforeducation.ca/wp-content/uploads/2011/07/School-Libraries-2011.pdf

Em 2016, a mesma organização, no seu relatório anual sobre as escolas, não esquece as bibliotecas, defendendo a formação qualificada do professor-bibliotecario e o seu reconhecimento como parte da equipa educativa como decisivos na qualidade das oportunidades que a escola oferece. A estratégia de Ontario é valorizada como positiva - assumidas as bibliotecas escolares como "Learning Commons"
In Ontario, many school libraries have recently transitioned to a Learning Commons model, where the library provides both a physical and virtual space for student learning. 
This model requires collaboration between teacher–librarians, classroom teachers, students, principals, and technical staff. It also integrates technology into a space that is dynamic and adaptable based on students’ learning needs.
Leiam mais aqui 
The geography of opportunity: what’s needed for broader student success 
http://www.peopleforeducation.ca/wp-content/uploads/2016/05/P4E-Annual-Report-2016.pdf

Cidadãos Globais - como os ajudaremos a crescer?


baby computer

Tema do Mês - 4 Cs e para que deve servir a educação escolar (e não apenas escolar) - Pensamento Crítico, Colaboração, Comunicação, Criatividade.
A Biblioteca Escolar pode fazer um D - uma grande Diferença!

"Então, que fazemos? Continuamos a ensinar os alunos a ler e a escrever, a pensar nos seus problemas de matemática, a aprender coisas de história e geografia. Mas também precisamos de os ensinar EXPLICITAMENTE a trabalhar em colaboração com outros e a respeitar o trabalho de equipa. Precisamos de os ensinar a comunicar, tamto oralmente como por escrito, e a compreender o papel da comunicação efetiva enquanto cidadãos globais. Precisamos de os ensinar a serem criativos e inovadores de modo a que encontrem formas novas e diferentes de lidar com problemas, e a que não tenmham medo de arriscar. Precisamos de os ensinar a serem pensadores críticos de modo a que consigam realmente percorrer e compreender a sobrecarga de informação dispoinível na ponta dos seus dedos."
http://projects.upei.ca/ed626-2015/tag/4-cs/

Documentos relacionados (Canadá)

domingo, 26 de fevereiro de 2017

O que formos em 2030 também depende das bibliotecas


O acesso a informação é um direito humano básico que pode acabar com o ciclo da pobreza e apoiar o desenvolvimento sustentável. A biblioteca é o único local, em muitas comunidades, em que as pessoas podem aceder a informação que os ajude a melhorar a sua formação, a desenvolver novas capacidades, a encontrar trabalho, a iniciar empresas, a tomar decisões informadas em matéria de agricultura e de saúde, ou a entender o que se está a passar com questões do meio ambiente. (...) 
As bibliotecas são para toda a gente 
Há bibliotecas em toda a parte, no campo e na cidade, na universidade e no local de trabalho. As bibliotecas atendem toda a gente, independentemente da sua raça, origem social ou étnica, género ou tendência sexual, idade, incapacidade, religião, situação económica ou crenças políticas. As bibliotecas apoiam as populações vulneráveis e marginalizadas e contribuem para garantir que não se neguem a ninguém as oportunidades básicas e os direitos humanos
IFLA, 2013 (trad. Laredo AC, a partir do original em inglês)

A FEBAB Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições traduziu dois documentos essenciais da IFLA, pensados para o nosso futuro comum no planeta até 2030, no seguimento da Declaração da IFLA sobre Bibliotecas em 2013, da Declaração de Lyon em 2014  e de decisões das Nações Unidas em 2015.

Recomenda-se a sua leitura e difusão em bibliotecas de todo o tipo e tamanho. A informação, o acesso democrático aos recursos do conhecimento e a competências em literacia são determinantes no desenvolvimento da população em todos os cantos da Terra.


Publicações em língua portuguesa disponíveis aqui:
E ainda...

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(via Mithós a Ler)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Notícias falsas e questões de género - webinar gratis


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Na hora de Lisboa: 18.30/19.30, dia 10 de fevereiro
Webinar gratuito

Tema: Fake news and gender issues
There's still time to register for a great free webinar coming up next week cohosted by ALISE's Gender Issues SIG and Special Libraries Association's Education Division:Dr. Lesley from California State University Long Beach will be presenting a free webinar on fake news and gende issues. 
The session is part of the DEDU webinar series, and will be held on February 10 at 1:30pm EST. To register, please go to  https://attendee.gotowebinar.com/rt/1927495940305783297 
After registering, you will receive a confirmation email containing information about joining the webinar.  
Brought to you by GoToWebinar® and Webinars Made Easy®
The organizations host monthly webinars to provide a venue for gaining current knowledge in the field and networking.
 
Lesley Farmer and Kristen Schuster

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

domingo, 22 de maio de 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

When Kids Have Structure for Thinking, Better Learning Emerges


PZ Thinking Routines from Sue Borchardt on Vimeo.
To help make these ideas more concrete, Ritchhart and his colleagues have been working to hone in on a short list of “thinking moves” related to understanding. To test whether these moves were really crucial, researchers asked themselves: could a student say she really understood something if she hadn’t engaged in these activities? They believe the important “thinking moves” that lead to understanding are:
  • Naming: being able to identify the parts and pieces of a thing 
  • Inquiry: questioning should drive the process throughout 
  • Looking at different perspectives and viewpoints 
  • Reasoning with evidence 
  • Making connections to prior knowledge, across subject areas, even into personal lives 
  • Uncovering complexity 
  • Capture the heart and make firm conclusions 
  • Building explanations, interpretations and theories. 
These thinking moves all point to the conclusion that learning doesn’t happen through the mere delivery of information. “Learning only occurs when the learner does something with that information,” Ritchhart said. “So as teachers we need to think not only about how we will deliver that content, but also what we will have students do with that content.”

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O futuro da literacia


Students no longer have to wait for when they leave school to have an impact on the outside world, we can use the tools we have to do so right away.

Ler mais aqui http://pernillesripp.com/2015/06/23/the-future-of-literacy/