Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy. Desde 2008 To gather for later reading (again) materials on IL issues. Since 2008
sábado, 3 de julho de 2021
sexta-feira, 12 de março de 2021
La Década Digital de Europa: objetivos digitales para 2030 | Universo Abierto
Década Digital da Europa: objetivos digitais para 2030 . Comissão Europeia, 2021
A Europa aspira a capacitar empresas e indivíduos para um futuro digital sustentável, mais próspero e centrado no ser humano.
Em 9 de março de 2021, a Comissão apresentou uma visão e caminhos para a transformação digital da Europa até 2030. Esta visão da Década Digital da UE desenvolve-se em torno de quatro pontos cardeais:
Capacidades
- Especialistas em TIC: 20 milhões + convergência de género
- Habilidades digitais básicas: mínimo de 80% da população
Infraestruturas digitais seguras e sustentáveis
- Conectividade: Gigabit para todos, 5G em qualquer lugar
- Semicondutores de ponta: dobrando a participação da UE na produção global
- Dados: Edge e Cloud: 10.000 nós de fronteira de alta segurança, neutros para o clima
- Computação: primeiro computador com aceleração quântica
Transformação digital de empresas
- Assimilação de tecnologia: uso de nuvem, IA e big data por 75% das empresas na UE
- Inovadores: aumento da expansão de startups e financiamento para dobrar os unicórnios na UE
- Usuários tardios: mais de 90% das PMEs atingem pelo menos um nível básico de intensidade digital
Digitalização de serviços públicos
- Principais serviços públicos: 100% online
- Saúde eletrônica: disponibilidade de 100% dos prontuários
- Identidade digital: uso de identificação digital por 80% dos cidadãos
Estas quatro áreas fazem parte da 'Bússola Digital' da Europa, que traduzirá as ambições digitais da UE até 2030 em termos concretos através de:
- metas e marcos essenciais
- uma forte estrutura de governança conjunta, incluindo um sistema de monitoramento para determinar sucessos e lacunas
- projetos multinacionais que combinam investimentos da UE, dos Estados-Membros e do setor privado
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
4 dimensões da inclusão digital
NÃO SER INFO-EXCLUÍDO
- Motivação - compreender como é que a internet e a tecnologia digital nos podem ajudar a conectar, aprender, ou ter acesso a oportunidades, e, em consequência, ter um objetivo com sentido para se envolver no mundo digital
- Acesso - ter acesso a equipamentos digitais, serviços digitais, software, e conteúdos digitais que vão ao encontro das nossas necessidades, a um custo suportável, e sendo capaz de conectar-se com a internet do local onde se trabalha, estuda, e se desfruta o lazer
- Competências - ter o saber-fazer necessário para usar a internet e a tecnologia digital de modos apropriados e benéficos para cada um de nós
- Confiança - ter confiança na internet e em serviços online e possuir a literacia digital suficiente para lidar com informação pessoal e para compreender e evitar esquemas fraudulentos, comunicação danosa, e informação falsa ou malévola
Fonte: Governo da Nova Zelândia, 2021
Link: https://natlib.govt.nz/blog/posts/digital-inclusion-whats-it-all-about
Four dimensions of digital inclusion
The Digital Inclusion Blueprint focuses on four interdependent elements that determine if a person is digitally included:
Motivation — understanding how the internet and digital technology can help us connect, learn, or access opportunities, and consequently having a meaningful purpose to engage with the digital world.
Access — having access to digital devices, services, software, and content that meet our needs at a cost we can afford, and being able to connect to the internet where you work, live, and play.
Skills — having the know-how to use the internet and digital technology in ways that are appropriate and beneficial for each of us.
Trust — having trust in the internet and online services and having the digital literacy to manage personal information and understand and avoid scams, harmful communication, and misleading information.
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
sábado, 9 de maio de 2020
Instrumentos digitais para aprender fazendo... em digital
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| Imagem daqui |
Em língua portuguesa, mais uma sugestão de caixa de ferramentas digitais.
Algumas destas ferramentas digitais que podem ser úteis na escola, em casa, na biblioteca, no tablet... Escolha pela Rede de Bibliotecas Escolares, 2020 Embora as datas não sejam intuitivas, em cada "folha" desta montra lá está: 4 de Abril. Deve ser deste ano.
Instrumentos acessíveis, geralmente com tutoriais, para nos atrevermos a experimentar.
https://digital-rbe-d01.blogspot.com/
terça-feira, 4 de junho de 2019
domingo, 1 de abril de 2018
Information Literacy: Progress, Trends and Challenges / ed. L. Freeman (2018)

The overall findings suggest that digital natives were not necessarily information literate, and that information literacy should be systematically promoted through hands-on activities. This book aims to stress the importance of information literacy in elementary education, discuss the scope of learning content that should be implemented within the curriculum, and to describe how the critical attitudes of the conscious media user can be shaped from an early age. The authors describe information literacy purposes and relationships in organizations within the context of the selected theories, and how they theoretically and practically connect. (do resumo)Contributo de 3 autores portugueses, bibliotecários experientes no Ensino Superior:
Chapter 1. Education and Psychology Trends: Impact on Information Literacy (pp. 1-30) (Tatiana Sanches, Carlos Lopes and Maria da Luz Antunes)
Chapter 2. Open Science Challenges for Information Literacy (pp. 31-60) (Carlos Lopes, Maria da Luz Antunes and Tatiana Sanches)
Chapter 3. Information Literacy in Higher Education: Effects of Study Courses, Teaching Methods, Scientific Literacy and the Use of Information and Communication Technologies (pp. 61-90) (Bojana Boh Podgornik, Danica Dolnièar, Tomaž Bartol and Andrej Šorgo)
Chapter 4. Information Literacy in the Perspective of Early School Education (pp. 91-112) (Irena Pulak)
Chapter 5. Information Literacy and Organizational Theory (pp. 113-132) (Emmett Lombard and Vishal Arghode)
O preço é que é puxadito...
Information Literacy: Progress, Trends and Challenges
sábado, 27 de janeiro de 2018
Internet & Saúde / Overdoses Digitais / Adição Digital & Detox

Quantos de nós passam 10 ou mais horas em frente de ecrans - computador, telemóvel, tablet, televisão? O que seria de nos se aplicássemos esse tempo noutras coisas?
E o que se passa com os mais jovens?
Oiçam este podcast , com transcrição, sobre desintoxicação digital. Por adolescentes, em inglês...
What does it mean to grow up online? We investigate how the www is changing our bodies and our brains. A college student shares his experience at rehab for Internet addiction. Bestselling author Nir Eyal breaks down what apps borrow from gambling technology. Writer Heather Schwedel talks about taking a cue from Kanye and breaking up with Twitter. And blogger Joshua Cousins talks about the Internet as a lifeline, in the wake of recent natural disasters.
IRL Podcast Episode 9: Digital Overload
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Manual de alfabetização em Internet do Consejo de Europa | Universo Abierto
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| 1ª ed. 2003, 2ª ed. 2017 |
segunda-feira, 3 de abril de 2017
INCoDe.2030 - iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal
Notícias:
INCoDe.2030 é iniciativa do governo que quer tornar Portugal mais digital
sábado, 9 de abril de 2016
LIDIA
O Projeto LIDIA - Literacia Digital de Adultos nasce do Prémio Inclusão e Literacia Digital atribuído ao Projeto TACCLE2 em 2014, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, através da Rede TIC e Sociedade.
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| Workshops, BAO (recursos) e muito mais... |
LIDIA
Literacia Digital de Adultos
http://lidia.ie.ulisboa.pt/
Agradeço ao seminário Bibliotecas Inclusivas proporcionado pelo agrupamento de Escolas Leal da Câmara em Rio de Mouro (8 e 9 de abril de 2016) a oportunidade de conhecer este recurso.
Ver mais aqui
http://bibliotecapan.wix.com/seminario
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Nem tudo o que interneta é treta.... as bibliotecas não se negam ao digital!
A photo posted by American Library Association (@americanlibraryassociation) on
sábado, 12 de setembro de 2015
Tecla a tecla se chega à ideia...
A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas…

A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas… | TIC, Educação e Web
terça-feira, 27 de maio de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Será que o sítio web vai salvar a tua biblioteca (e os teus bibliotecários)?
A propósito de melhorias, uma bibliotecária, Sue Kowalski e Pine Grove Middle School de uma escola dos EUA, confrontada com o prémio anual da ALA (Associação Americana de Bibliotecas) para o melhor Programa de Biblioteca Escolar do Ano, estudou os critérios com muita atenção em 2010, sobretudo as falhas no seu VLC, que entendeu ser um ponto fraco. Levou o ano todo a corrigir o seu trabalho de acordo com o que lhe pareceram serem práticas melhores. Em 2011, ela e a sua escola ganharam o prémio!
Virtual Learning Commons VLC
A estrutura de um VLC
De acordo com o modelo criado por David Loertscher, do Estado de San Jose, e Carol Koechkin, consultora em educação, há 5 “espaços” básicos num “virtual learning commons”.
A página principal, e centro de informação, é o que mais se aproxima do antigo “sítio web da biblioteca”. Segundo David Loertscher, é aqui que se mantêm as bases de dados, juntamente com fotos e contactos do pessoal, e um calendário de eventos; também pode atrair os alunos apresentando um slideshow de videos feitos por eles.
A cultura da escola é um “anuário escolar ao vivo”, de acordo com Loertscher. “É aqui que ganham expressão as atuações da banda, dos coros, da equipa de futebol, de quem quer que tenha ganho um prémio. É isso que atrai os jovens. E nessa altura podes levá-los até outras coisas, como a aprendizagem e a literacia.”
A seguir, diz ele, vem a cultura de literacia e de leitura, a página que serve como o centro de “celebração da literacia e da criação de conteúdos em todas as formas.” Tal inclui recensões de filmes e de livros feitas por alunos, professores, e bibliotecários; “gostos” em listas de leitura; concursos de escrita; leituras de poesia; e resultados de clubes de leitura.
Em quarto lugar está o centro de construção de conhecimento, onde as pessoas se juntam para colaborar e co-ensinar em, projetos de aprendizagem. Se um professor prepartou uma unidade sobre a Guerra Civil, por exemplo, o bibliotecário e o professor podem trabalhar juntos para reunir os recursos de que os estudantes (e as suas famílias) vão precisar o projeto.
A última área é o centro experimental de aprendizagem, onde vive “a melhoria da escola”, de acordo com Loertscher. “ É o lugar para experimentar coisas novas – e não há problema em falhar aqui antes de o adotar em toda a escola.” Pode incluir itens como um “lounge virtual do professor”, com projetos, oportunidades e novidades. Pode haver ligações para padrões (standards), recursos para desenvolvimento profissional, ou documentos fundamentais. Esta área provavelmente apresenta notícias da escola, um local onde a direção e os professores podem publicar calendários, espaços de trabalho, relatórios de progresso, planos e ações.
domingo, 22 de setembro de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Literacia digital & bibliotecas (todas)
4. Increase Access to Digital Literacy Programming
Bibliotecas e Programas de Literacia Digital
Conclusões e recomendações, 2013, ALA (EUA)
Ler mais aqui http://www.districtdispatch.org/wp-content/uploads/2013/06/2013_dltf_recommendations.pdf
sábado, 30 de março de 2013
Literacia Digital
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Mais um produto RTP Ensina, desta vez para os mais novos e sobre a cidadania e os Direitos das Crianças. 15 programas curtos (5 min cada),...







