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sexta-feira, 12 de março de 2021

La Década Digital de Europa: objetivos digitales para 2030 | Universo Abierto




Década Digital da Europa: objetivos digitais para 2030 . Comissão Europeia, 2021

Texto completo

A Europa aspira a capacitar empresas e indivíduos para um futuro digital sustentável, mais próspero e centrado no ser humano.

Em 9 de março de 2021, a Comissão apresentou uma visão e caminhos para a transformação digital da Europa até 2030. Esta visão da Década Digital da UE desenvolve-se em torno de quatro pontos cardeais:

Capacidades

  • Especialistas em TIC: 20 milhões  + convergência de género
  • Habilidades digitais básicas:  mínimo de 80% da população

Infraestruturas digitais seguras e sustentáveis

  • Conectividade:  Gigabit para todos, 5G em qualquer lugar
  • Semicondutores de ponta:  dobrando a participação da UE na produção global
  • Dados: Edge e Cloud:  10.000 nós de fronteira de alta segurança, neutros para o clima
  • Computação:  primeiro computador com aceleração quântica

Transformação digital de empresas

  • Assimilação de tecnologia:  uso de nuvem, IA e big data por 75% das empresas na UE
  • Inovadores: aumento  da expansão de startups e financiamento para dobrar os unicórnios na UE
  • Usuários tardios:  mais de 90% das PMEs atingem pelo menos um nível básico de intensidade digital

Digitalização de serviços públicos

  • Principais serviços públicos:  100% online
  • Saúde eletrônica:  disponibilidade de 100% dos prontuários
  • Identidade digital:  uso de identificação digital por 80% dos cidadãos

Estas quatro áreas fazem parte da 'Bússola Digital' da Europa, que traduzirá as ambições digitais da UE até 2030 em termos concretos através de:

  • metas e marcos essenciais
  • uma forte estrutura de governança conjunta, incluindo um sistema de monitoramento para determinar sucessos e lacunas
  • projetos multinacionais que combinam investimentos da UE, dos Estados-Membros e do setor privado

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

4 dimensões da inclusão digital

 


NÃO SER INFO-EXCLUÍDO 

4 dimensões da inclusão digital:

  • Motivação - compreender como é que a internet e a tecnologia digital nos podem ajudar a conectar, aprender, ou ter acesso a oportunidades, e, em consequência, ter um objetivo com sentido para se envolver no mundo digital
  • Acesso - ter acesso a equipamentos digitais, serviços digitais, software, e conteúdos digitais que vão ao encontro das nossas necessidades, a um custo suportável, e sendo capaz de conectar-se com a internet do local onde se trabalha, estuda, e se desfruta o lazer
  • Competências - ter o saber-fazer necessário para usar a internet e a tecnologia digital de modos apropriados e benéficos para cada um de nós
  • Confiança - ter confiança na internet e em serviços online e possuir a literacia digital suficiente para lidar com informação pessoal e para compreender e evitar esquemas fraudulentos, comunicação danosa, e informação falsa ou malévola


Fonte: Governo da Nova Zelândia, 2021

Link: https://natlib.govt.nz/blog/posts/digital-inclusion-whats-it-all-about


Four dimensions of digital inclusion

The Digital Inclusion Blueprint focuses on four interdependent elements that determine if a person is digitally included:

Motivation — understanding how the internet and digital technology can help us connect, learn, or access opportunities, and consequently having a meaningful purpose to engage with the digital world.
Access — having access to digital devices, services, software, and content that meet our needs at a cost we can afford, and being able to connect to the internet where you work, live, and play.
Skills — having the know-how to use the internet and digital technology in ways that are appropriate and beneficial for each of us.
Trust — having trust in the internet and online services and having the digital literacy to manage personal information and understand and avoid scams, harmful communication, and misleading information.




sábado, 9 de maio de 2020

Instrumentos digitais para aprender fazendo... em digital

Going Digital Toolkit: medir o desenvolvimento digital da OCDE ...
Imagem daqui


Em língua portuguesa, mais uma sugestão de caixa de ferramentas digitais.

Algumas destas ferramentas digitais que podem ser úteis na escola, em casa, na biblioteca, no tablet... Escolha pela Rede de Bibliotecas Escolares, 2020 Embora as datas não sejam intuitivas, em cada "folha" desta montra lá está: 4 de Abril. Deve ser deste ano.

Instrumentos acessíveis, geralmente com tutoriais, para nos atrevermos a experimentar. 

https://digital-rbe-d01.blogspot.com/

domingo, 1 de abril de 2018

Information Literacy: Progress, Trends and Challenges / ed. L. Freeman (2018)

 Information Literacy: Progress, Trends and Challenges
The overall findings suggest that digital natives were not necessarily information literate, and that information literacy should be systematically promoted through hands-on activities. This book aims to stress the importance of information literacy in elementary education, discuss the scope of learning content that should be implemented within the curriculum, and to describe how the critical attitudes of the conscious media user can be shaped from an early age. The authors describe information literacy purposes and relationships in organizations within the context of the selected theories, and how they theoretically and practically connect. (do resumo)
Contributo de 3 autores portugueses, bibliotecários experientes no Ensino Superior:



Chapter 1. Education and Psychology Trends: Impact on Information Literacy (pp. 1-30) (Tatiana Sanches, Carlos Lopes and Maria da Luz Antunes) 
Chapter 2. Open Science Challenges for Information Literacy (pp. 31-60) (Carlos Lopes, Maria da Luz Antunes and Tatiana Sanches) 
Chapter 3. Information Literacy in Higher Education: Effects of Study Courses, Teaching Methods, Scientific Literacy and the Use of Information and Communication Technologies (pp. 61-90) (Bojana Boh Podgornik, Danica Dolnièar, Tomaž Bartol and Andrej Šorgo) 
Chapter 4. Information Literacy in the Perspective of Early School Education (pp. 91-112) (Irena Pulak) 
Chapter 5. Information Literacy and Organizational Theory (pp. 113-132) (Emmett Lombard and Vishal Arghode) 


O preço é que é puxadito...

Information Literacy: Progress, Trends and Challenges

sábado, 27 de janeiro de 2018

Internet & Saúde / Overdoses Digitais / Adição Digital & Detox


Quantos de nós passam 10 ou mais horas em frente de ecrans - computador, telemóvel, tablet, televisão? O que seria de nos se aplicássemos esse tempo noutras coisas?

E o que se passa com os mais jovens?

Oiçam este podcast , com transcrição, sobre desintoxicação digital. Por adolescentes, em inglês...



What does it mean to grow up online? We investigate how the www is changing our bodies and our brains. A college student shares his experience at rehab for Internet addiction. Bestselling author Nir Eyal breaks down what apps borrow from gambling technology. Writer Heather Schwedel talks about taking a cue from Kanye and breaking up with Twitter. And blogger Joshua Cousins talks about the Internet as a lifeline, in the wake of recent natural disasters.

IRL Podcast Episode 9: Digital Overload

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Manual de alfabetização em Internet do Consejo de Europa | Universo Abierto

internet-literacy-handbook
1ª ed. 2003, 2ª ed. 2017

O mundo da Internet mudou muito desde a primeira publicação deste Manual, em 2003. Aumentou o número de utilizadores, que são cada vez mais jovens. Evoluíram as formas como as pessoas usam a Internet, mudou aquilo que procuram, emergem da noite para o dia novos obstáculos - por exemplo, na segurança pessoal.
Esta nova edição atenta à multiplicidade das transformações, sempre com o mesmo objetivo do Manual: oferecer a famílias, educadores e responsáveis pelas políticas suficientes conhecimentos técnicos suficientes para que possam navegar, com os jovens, através das tecnologias.
A nova edição alarga o âmbito das fichas informativas que ancoram conceitos "novos" de cidadania digital e paternidade digital. Inclui 26 fichas organizadas em 6 áreas temáticas, entre as quais uma dedicada especificamente a "Encarando o futuro" da Internet. O Manual está construído para ser fácil de usar, e útil, como se ilustra na ficha "Encontrar informação de qualidade na Web". Também está disponível em linha, podendo ser descarregado na totalidade ou separadamente, por cada ficha.


Richardson, J., E. Milovidov, et al. [e-Book] Internet literacy handbook. Estrasburgo, Council of Europe, 2017.
Texto completo, para descarregar: inglêsfrancês
Fonte acedida via Universo Abierto : blog da biblioteca de Traducción y Documentación de la Universidad de Salamanca. Manual de alfabetización en Internet del Consejo de Europa | Universo Abierto

segunda-feira, 3 de abril de 2017

INCoDe.2030 - iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal

20170403 Mctes Incode2030
5 eixos, pela Cidadania e a generalização de Competências Digitais

Inclusão
Educação
Qualificação
Especialização
Investigação

Programa até 2030.

Agentes envolvidos: entidades da administração oública (como Ministérios, IEFP, FCT...), universidades, escolas/agrupamentos de escolas do ensino básico e secundário, empresas privadas, duas redes de bibliotecas: RNBP e RBE - bibliotecas públicas e bibliotecas escolares.
A cerimónia de lançamento foi hoje, em Lisboa.

Notícias:
Governo apresenta iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal :: Notícia :: Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior :: República Portuguesa

INCoDe.2030 é iniciativa do governo que quer tornar Portugal mais digital

sábado, 9 de abril de 2016

LIDIA

Um projeto a seguir com muita atenção
O Projeto LIDIA - Literacia Digital de Adultos nasce do Prémio Inclusão e Literacia Digital atribuído ao Projeto TACCLE2 em 2014, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, através da Rede TIC e Sociedade.
Workshops, BAO (recursos) e muito mais...
 



LIDIA
Literacia Digital de Adultos
http://lidia.ie.ulisboa.pt/

Agradeço ao seminário Bibliotecas Inclusivas proporcionado pelo agrupamento de Escolas Leal da Câmara em Rio de Mouro (8 e 9 de abril de 2016) a oportunidade de conhecer este recurso.
Ver mais aqui
http://bibliotecapan.wix.com/seminario

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Nem tudo o que interneta é treta.... as bibliotecas não se negam ao digital!

Cartaz numa Escola dos EUA, difundido pela American Library Association no Instagram (outubro 2015): 

Because not everything in the Internet is true  librariestransform.org


A photo posted by American Library Association (@americanlibraryassociation) on

sábado, 12 de setembro de 2015

Tecla a tecla se chega à ideia...

A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas…

digital
David Bowden (City University London) publicou há já algumas primaveras um extraordinário trabalho sobre “digital literacy”.

‘A alfabetização digital tem que ver com o domínio das ideias, não das teclas’


Esta frase de Gister (1997) resume estupendamente este trabalho. Em definitivo, creio que a mensagem central desta análise é que o conceito de alfabetização deve:
– Compreender-se desde uma perspectiva mais ampla e complexa.
– Não se limitar ao uso de uma tecnologia em particular.
– A ligação de significados e a componente contextual jogam um papel estratégico.


A análise revê uma série de alfabetizações e nomenclaturas. É uma série de alfabetização(ões) com apelido. Alfabetização Informacional, Alfabetização Tecnológica, Alfabetização Digital, Alfabetização em Rede, Alfabetização Bibliotecnológica/Livraria, Alfabetização Mediática (‘mediacy’), entre outras. Sem dúvida, o importante é que dê conta da necessidade de desenvolver competências orientadas para a construção de conhecimento; a pesquisa em informação; a navegação por hipertexto; e a capacidade de avaliar conteúdos.
Parece-me que o que os postulados da partilha somam, especialmente em relação à capacidade de partilhar informação e conhecimentos, é um aspecto imprescindível. Não é má ideia fazer-se a pergunta: Quando alguém partilha tudo o que sabe, aprende, estuda, escuta e pensa? Como e de onde?
Gostávamos que estas fossem algumas das destrezas que estimulassem os contextos de aprendizagem, tanto formais como informais. Todas elas, para deixar de entender que o desenvolvimento de competências informacionais NÃO está limitado ao uso de dispositivos tecnológicos (ou de teclas, como diria Gister).
‘O que se exige não é um novo programa de estudos, mas sim, uma reestruturação do processo de aprendizagem… baseado nas fontes de informação disponíveis para que as pessoas o utilizem já de forma permanente na aprendizagem e na resolução de problemas”.
O texto de Bawden é uma mini-enciclopédia de conceitos satélites à volta das alfabetizações. Aqui fazemos uma breve nuvem de tags (como a que criámos para e-competências) mas especificamente centrada nas destrezas relacionadas com a alfabetização informacional:
* Aceder, avaliar e utilizar a informação;
* Reconhecer a necessidade de informação;
* Identificar a informação necessária para responder a cada problema particular;
* Encontrar a informação que se necessita;
* Avaliar a informação encontrada;
* Organização da informação;
* Uso eficaz da informação para resolver o problema específico;
* Formular perguntas baseadas nessa necessidade de informação;
* Identificar as fontes potenciais de informação;
* Desenvolver estratégias de pesquisa com êxito;
* E, uma das mais difíceis na era da infoxicação (em vez de discriminar) é integrar a informação nova numa área de conhecimento ou contexto específico.

’Graças à ciência e à tecnologia, o acesso a todo o conhecimento factual aumenta de forma exponencial enquanto que o seu preço decresce. Está destinado a ser global e democrático. Rapidamente estará acessível em qualquer sítio, em qualquer televisão ou ecrã de computador. Então a resposta é clara: síntesesEstamo-nos a afogar em informação, embora estejamos sedentos de saber. De agora em diante o mundo será governado por ‘especialistas em sintetizar’, gente capaz de reunir a informação adequada no momento adequado, opinar criticamente sobre ela, e tomar decisões importantes e inteligentes’. (Wilson 1998A, p300).
Fonte recomendada:
P. Gilster (1997), Digital literacy, Wiley, New York NY.


A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas… | TIC, Educação e Web

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Será que o sítio web vai salvar a tua biblioteca (e os teus bibliotecários)?


A propósito de melhorias, uma bibliotecária, Sue Kowalski e Pine Grove Middle School  de uma escola dos EUA, confrontada com o prémio anual da ALA (Associação Americana de Bibliotecas) para o melhor Programa de Biblioteca Escolar do Ano, estudou os critérios com muita atenção em 2010, sobretudo as falhas no seu VLC, que entendeu ser um ponto fraco. Levou o ano todo a corrigir o seu trabalho de acordo com o que lhe pareceram serem práticas melhores. Em 2011, ela e a sua escola ganharam o prémio!

O que é VLC? Não consigo encontrar tradução portuguesa à altura... mas tentei traduzir uma explicitação apresentada recentemente por Joyce Valenza:


Virtual Learning Commons VLC 

A estrutura de um VLC 

De acordo com o modelo criado por David Loertscher, do Estado de San Jose, e Carol Koechkin, consultora em educação, há 5 “espaços” básicos num “virtual learning commons”. 

A página principal, e centro de informação, é o que mais se aproxima do antigo “sítio web da biblioteca”. Segundo David Loertscher, é aqui que se mantêm as bases de dados, juntamente com fotos e contactos do pessoal, e um calendário de eventos; também pode atrair os alunos apresentando um slideshow de videos feitos por eles. 

A cultura da escola é um “anuário escolar ao vivo”, de acordo com Loertscher. “É aqui que ganham expressão as atuações da banda, dos coros, da equipa de futebol, de quem quer que tenha ganho um prémio. É isso que atrai os jovens. E nessa altura podes levá-los até outras coisas, como a aprendizagem e a literacia.” 

A seguir, diz ele, vem a cultura de literacia e de leitura, a página que serve como o centro de “celebração da literacia e da criação de conteúdos em todas as formas.” Tal inclui recensões de filmes e de livros feitas por alunos, professores, e bibliotecários; “gostos” em listas de leitura; concursos de escrita; leituras de poesia; e resultados de clubes de leitura. 

Em quarto lugar está o centro de construção de conhecimento, onde as pessoas se juntam para colaborar e co-ensinar em, projetos de aprendizagem. Se um professor prepartou uma unidade sobre a Guerra Civil, por exemplo, o bibliotecário e o professor podem trabalhar juntos para reunir os recursos de que os estudantes (e as suas famílias) vão precisar o projeto. 

A última área é o centro experimental de aprendizagem, onde vive “a melhoria da escola”, de acordo com Loertscher. “ É o lugar para experimentar coisas novas – e não há problema em falhar aqui antes de o adotar em toda a escola.” Pode incluir itens como um “lounge virtual do professor”, com projetos, oportunidades e novidades. Pode haver ligações para padrões (standards), recursos para desenvolvimento profissional, ou documentos fundamentais. Esta área provavelmente apresenta notícias da escola, um local onde a direção e os professores podem publicar calendários, espaços de trabalho, relatórios de progresso, planos e ações.

Ler mais aqui 
Joyce Valenza: Will This Website Save Your Library (and Your Librarians)? -- THE Journal - newsle

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Literacia digital & bibliotecas (todas)


 
1. Increase Investment in Digital Literacy
2. Develop and Sustain Robust Partnerships and Collaborations
3. Strengthen and Expand Research and Assessment
4. Increase Access to Digital Literacy Programming
 

The Digital Literacy Task Force of the ALA Office for Information Technology Policy developed the following recommendations to advance and sustain library engagement in digital literacy initiatives nationwide as a companion to its January 2013 report Digital Literacy, Libraries, and Public Policy. Libraries of all types – school, academic, and public – play a vital role in ensuring all people have the skills and abilities to succeed in the Digital Age. These conclusions and recommendations culminate the task force’s work over 18 months and constitute a call to action on the part of the ALA, library education programs, front-line libraries, various funding bodies, and the diverse stakeholders who use and support library services.
(...)
 
The Task Force defines "digital literacy" as: the ability to use information and communication technologies to find, understand, evaluate, create, and communicate digital information, an ability that requires both cognitive and technical skills.

Bibliotecas e Programas de Literacia Digital
Conclusões e recomendações, 2013, ALA (EUA)

Ler mais aqui http://www.districtdispatch.org/wp-content/uploads/2013/06/2013_dltf_recommendations.pdf