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sexta-feira, 7 de maio de 2021

365Dias Leitura

 

3 6 5 Dias, a amarelo, em cima de linhas pretas. Em baixo das linhas, leitura a preto. Organização do texto lembrando livros pousados em prateleiras de estante.

3 6 5 Dias, a amarelo, em cima de linhas pretas. Em baixo das linhas, leitura a preto, tudo dentro de cercadura. Organização do texto lembrando livros pousados em prateleiras de estante, dentro de écran digital.

Desenho preto e branco de figura masculina de chapéu com livro, figura feminina com livro e passarinho com livro.

Como se chega ao logotipo do projeto 365DiasLeitura (Viseu, 2021), de que a Laredo Associação Cultural é parceira. Desenho original de Miguel Horta, design de Ana Rosa Assunção.

Apresentação dia 8 maio 2021, 14.30, em linha a partir da Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, Viseu. Inscrições e informação : 365diasleitura@gmail.com


Viseu vai ter bibliotecas digitais para incentivar a leitura 

O projeto “365 Dias de Leitura” vai disponibilizar livros digitais em vários  locais de Viseu, seja um jardim ou uma central de transportes, o hall de um  hotel ou a sala de espera de um cabeleireiro. O processo para sugerir  espaços e os acervos vai começar agora.  

A partir de dia 1 de agosto, Viseu acolhe o projeto “365 Dias de Leitura”, que  consiste em disponibilizar bibliotecas digitais comunitárias em vários espaços de  Viseu, que podem estar no centro histórico, em instituições de intervenção social  e cultural e outras entidades que venham a solicitá-lo à organização.

O processo  de escolha desses locais e as obras que vão integrar cada uma das bibliotecas  móveis inicia-se no dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, e apela à participação da comunidade viseense e não só! 

A partir de uma ideia de Cláudia Sousa, o projeto “365 Dias de Leitura”, financiado pelo Viseu Cultura 2021, Linha Programar, vai permitir, até ao final do ano,  o acesso gratuito a mais de 300 livros, através de 15 leitores digitais, específicos  para este tipo de leitura. 

Associado ao efeito surpresa de encontrar estas pequenas bibliotecas em  espaços que podem variar desde um jardim à central de camionagem, de um  hotel a um cabeleireiro, passando por um café ou uma associação,”365 Dias de  Leitura“ pretende dar valor, promover e investir no livro e na leitura, nas pessoas  e na comunidade. 

Ao diversificar os espaços de acesso à leitura, ”365 Dias de Leitura“ pretende  contribuir, ainda, para a revitalização, dinamização e sustentabilidade das zonas  de interesse patrimonial, motivando a deslocação e o encontro nos locais onde  estarão disponíveis, gratuitamente, equipamentos leitores e livros digitais. 

Para lá de acrescentar uma oferta cultural diferente e constante,”365 Dias de  Leitura“ propõe-se ser acessível a todos, incluindo pessoas cegas e de baixa  visão. Cláudia Sousa, profissional de Viseu com trabalho na área da divulgação  do livro e da leitura, destaca nesta iniciativa a importância da leitura, quaisquer  que sejam os suportes. 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Inclusão, Equidade, Educação

manual.png

Um manual que tardava. 48 páginas. Prosseguindo na aposta da Unesco nos ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030, nomeadamente no 4 - Educação. Embora a tradução em português se ressinta de várias fragilidades, a leitura pode ser deveras útil para profissionais e decisores de políticas educativas, a diversos níveis.
Inclusão e equidade são encaradas como um processo, abrangendo conceitos, orientações políticas, estruturas e sistemas, e práticas.
"Inclusão é o processo que ajuda a superar barreiras que limitam a presença, participação e conquistas dos estudantes. 
Equidade é garantir que existe uma preocupação com justiça/processos justos, de modo que a educação de todos os estudantes seja considerada como de igual importância."
Notícia daqui: https://blogue.rbe.mec.pt/manual-para-garantir-inclusao-e-2322522
PDF descarregável, integral, aqui: https://app.box.com/s/a9arn7vlzz7gol4lurh31y8yv4or1j0c

domingo, 24 de março de 2019

Biblioteca inclusiva : a formação é essencial

dibujo de una cadena de accesibilidad

Está claro que as bibliotecas  não vão passar de não inclusivas a inclusivas da noite para o dia, mas está nas nossas mãos avançar na direção da acessibilidade . Mudar o chip significa pensar em cada uma das ações que fazemos todos os dias: um novo serviço, organizar uma atividade, fazer uma seleção de coleções de documentários, desenhar um panfleto de divulgação...
 
Se cada vez que um de nós, para realizar essas ações, parar um momento para pensar sobre como satisfazer as necessidades de grupos com deficiência estaremos a dar um passo para a acessibilidade e, assim, para a inclusão.
 
Antes de executar qualquer uma dessas ações, devemos considerar e responder a algumas perguntas:
  1. Quais os grupos com deficiências que podem ser de interesse? -> Utilizadores-alvo
  1. Pessoas cegas ou com baixa visão?
  1. Pessoas surdas ou com deficiência auditiva?
  1. Pessoas com deficiências cognitivas?
  1. Como posso chegar até eles?
  1. Conheço as associações ou outras entidades na minha cidade ou área?
  1. Posso localizá-las?
  1. Como posso torná-lo/a mais acessível?
  1. Adaptando o folheto de divulgação? Letras grandes e com cores contrastadas? Leitura fácil? Áudio? Braille? Evitar imagens sem atributos? PDF acessível?...
  1. Interpretando a atividade em linguagem gestual?
  1. Que documentos posso oferecer para cobrir todas as necessidades de leitura e cultura?
  1. Leitura Fácil?
  1. Livros de áudio
  1. Livros em Leitura Fácil? Pictogramas? Língua de sinais?
  1. Filmes com audiodescrição?
 
A lista de perguntas pode ser muito mais ampla. Temos que parar um momento para refletir. Mas para isso, a formação é essencial . Essa é a única maneira de saber quais são as necessidades de leitura e acesso à informação ou ao prazer dos diferentes grupos com deficiência.
É inútil ter novas tecnologias na biblioteca se não soubermos a que grupos ela pode ser útil.

Susana Peix



Referência: Peix, V. (2019). Biblioteca inclusiva... ¿Por dónde empiezo? - BiblogTecariosBiblogTecarios. Retrieved 13 March 2019, from https://www.biblogtecarios.es/susanapeix/biblioteca-inclusiva-por-donde-empiezo-accesibilidad/


domingo, 3 de março de 2019

LISBOA, BIBLIOTECA DE MARVILA, 2019.03.18




Decorre no dia 18 de março, na Biblioteca de Marvila, entre as 10h00 e as 17h00, o “VII Encontro da Rede de Bibliotecas Escolares de Lisboa – Bibliotecas Escolares de Todos e para Todos”.
Esta iniciativa tem como objetivo contribuir para uma educação promotora de conhecimentos e competências de literacia, disponibilizando recursos e atividades para todos.
Para participar é necessária inscrição até ao dia 4 de março.

Pelas 14h30, decorrm Workshops (cada participante deverá indicar os workshops por ordem de preferência, de 1 a 5)


  • Aprender com a diversidade Isabel Sasseti Paes – AE Eça de Queiroz, Coordenadora da REDE
  • inclusão 
  • Criação de livros inclusivos Rui Fernandes - CRTIC Amadora - CANTIC 
  • Biblioteca Humana Bibliotecas de Lisboa Princípios-chave e desafios na operacionalização da Educação Inclusiva Helena Neves - Associação Pró-Inclusão 
  • Bibliotecas Inclusivas: Bairros Leitores Maria José Vitorino e Miguel Horta – Laredo, Associação Cultural



BICUL ALENQUER 2019.03.09

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Ciganos, Portugal, 2018

Bairro Leitor, Conversas do Casalinho, Lisboa, 2017 - aqui 
Cerca de 70 autarquias manifestaram o interesse em criar Equipas de Mediação Intercultural facilitadoras da integração das Comunidades Migrantes e das Comunidades Ciganas. As candidaturas terminam na quinta-feira.
O número foi avançado pela secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro. Até quinta-feira, as autarquias interessadas em ter equipas de facilitadores da integração das comunidades migrantes ou ciganas, de preferência estas últimas, devem encontrar parceiros, definir necessidades e entregar candidaturas.
 Notícia aqui:  https://www.publico.pt/2018/06/12/sociedade/noticia/cerca-de-70-autarquias-interessadas-em-ter-equipas-de-mediacao-intercultural-1834013

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Leitura Fácil


Logótipo criado pela luso reads para identificar os livros de Leitura Fácil.

A Leitura Fácil é uma maneira  de elaborar e mostrar a informação para que possa ser lida e compreendida por qualquer pessoa, independentemente das capacidades línguisticas ou cognitivas que esta possa apresentar.

Os livros de Leitura Fácil  são adaptações de obras literárias, que cumprem as directrizes internacionais estabelecidas pela IFLA (International Federation of Library Associations and 
Institutions), no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.

O público-alvo da Leitura Fácil são todas as pessoas que têm dificuldades de leitura e/ou compreensão, quer esta seja uma dificuldade transitória (problemas de aprendizagem,  imigração, níveis baixos de literacia, escolarização tardia, etc.) ou  permanente (deficiências sensoriais ou psicológicas, transtornos neuropsicológicos, demências...).

​Para que possam ser lidos por todos,  independentemente das capacidades linguísticas ou cognitivas de cada leitor, os livros obedecem a alguns critérios no que diz respeito ao conteúdo, linguagem e formato.
Exemplo de páginas interiores dos livros de Leitura Fácil.

Fonte: http://www.lusoreads.com/leitura-f-cil.html



Resultado de imagem para leitura fácil










Organizações empenhadas na Leitura Fácil na Europa (Portugal: Fenacerci)
http://easy-to-read.eu/pt-pt/organisations/

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Manual "Brincar Inclusivo" da UNICEF

incluir.png Descarregar aqui

O projeto Incluir Brincando é uma iniciativa da Vila Sésamo e do Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF,  que procura contribuir para a garantia do direito a brincar de todas as crianças, respeitando os ritmos e a individualidade de cada uma. Neste guia do brincar inclusivo, encontra sugestões de brinquedos, brincadeiras e jogos que permitem a participação de todas as crianças.
Incluir é bem mais simples do que parece e torna a brincadeira muito mais divertida!




Manual "Brincar Inclusivo" da UNICEF - Blogue RBE