Mostrar mensagens com a etiqueta democracia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta democracia. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de fevereiro de 2017

O que formos em 2030 também depende das bibliotecas


O acesso a informação é um direito humano básico que pode acabar com o ciclo da pobreza e apoiar o desenvolvimento sustentável. A biblioteca é o único local, em muitas comunidades, em que as pessoas podem aceder a informação que os ajude a melhorar a sua formação, a desenvolver novas capacidades, a encontrar trabalho, a iniciar empresas, a tomar decisões informadas em matéria de agricultura e de saúde, ou a entender o que se está a passar com questões do meio ambiente. (...) 
As bibliotecas são para toda a gente 
Há bibliotecas em toda a parte, no campo e na cidade, na universidade e no local de trabalho. As bibliotecas atendem toda a gente, independentemente da sua raça, origem social ou étnica, género ou tendência sexual, idade, incapacidade, religião, situação económica ou crenças políticas. As bibliotecas apoiam as populações vulneráveis e marginalizadas e contribuem para garantir que não se neguem a ninguém as oportunidades básicas e os direitos humanos
IFLA, 2013 (trad. Laredo AC, a partir do original em inglês)

A FEBAB Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições traduziu dois documentos essenciais da IFLA, pensados para o nosso futuro comum no planeta até 2030, no seguimento da Declaração da IFLA sobre Bibliotecas em 2013, da Declaração de Lyon em 2014  e de decisões das Nações Unidas em 2015.

Recomenda-se a sua leitura e difusão em bibliotecas de todo o tipo e tamanho. A informação, o acesso democrático aos recursos do conhecimento e a competências em literacia são determinantes no desenvolvimento da população em todos os cantos da Terra.


Publicações em língua portuguesa disponíveis aqui:
E ainda...

Resultado de imagem para as bibliotecas sao para toda a gente


(via Mithós a Ler)

quinta-feira, 20 de junho de 2013

EURODIG 2013, Lisboa



Twitter efervescente.
European Dialogue on Internet Governance
Edição de 2103, Lisboa: 2 dias, mais de 600 participantes fisicamente presentes, de países eutipeus mas também vizinhos (Mediterrâneo, Próximo Oriente, Leste...). Painéis com "pesos pesaos, intervenções interessantes da audiência, na sala e on line.
Temas realmente essenciais ao desenvolvimento das sociedades.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Democracia e bibliotecas



Na visão de Backus, podem ser partilhados não apenas os livros, mas toda uma variedade de materiais, incluindo ferramentas, uma sala vaga, carros, mobília, música e arte, entre pares, através das bibliotecas, numa base que pode ser construída pela confiança e a credibilidade. "As bibliotecas podem permitir às pessoas um uso melhor dos seus próprios recursos, pela partilha", afirma. "Pela  partilha através da biblioteca, em vez de ter de se organizar uma rede totalmente nova (para a partilha), podemos dar um pouco mais de poder à gente que usa a biblioteca." 
"O meu interesse pelas bibliotecas", continua, "tem a ver com a tentativa de ser uma força alternativa para alguma coisa mais próxima de uma sociedade e de uma cultura que a si mesmo se possui, democraticamente. Em pleno capitalismo do mercado hiper-livre, as bibliotecas estão a tentar representar, ainda, alguma alternativa onde as coisas ainda se partilham e o conhecimento é construído e apropriado de modo cooperativo." (...)
“As bibliotecas existem para que as pessoas se possam informar por si mesmas. " diz Backus. “Mas não têm de ser apenas locais para aceder à informação. São, cada vez mais, lugares, para fazer alguma coisa sobre aquilo que se está a aprender; para adquirir conhecimento e fazer alguma coisa com ele."

“ Cheguei ao ponto em que quando penso numa biblioteca, a minha imaginação não a representa como um edifício cheio de estantes de livros, " continua. "Representa-a como um espaço e uma rede muito mais interactivos. Todos conhecemos o poster de biblioteca que diz "Lê", mas penso que o ponto crucial do serviço de biblioteca é transformar essa palavra "Lê" em "Age", "Questiona", "Faz", "Experimenta", "Põe a cabeça de fora".

Artigo de Cat Johnson, acedido pela ajuda de Miguel Mimoso Correia, no FBLer mais (em inglês) aqui

25 de Abril de 2012. Nem de encomenda!

Instrumentos digitais para aprender fazendo... em digital

Imagem daqui Em língua portuguesa, mais uma sugestão de caixa de ferramentas digitais. Algumas destas ferramentas digitais que podem...