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quinta-feira, 18 de junho de 2020

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Em Paraty, o Festival Literário não esquece as bibliotecas escolares e públicas

Fátima Bezerrra, senadora, Brasil, 2017



Senadora Fátima Bezerra participou de debate na Flip em Paraty

Bibliotecas e livrarias não são inimigas nem concorrentes, mas aliadas e confluentes em políticas coerentes de promoção do livro e da leitura. Uma das chaves do sucesso de tais poilítcas está na estabilidade das decisões governativas, a outra na formação dos recursos humanos, incluindo mediadores de leitura, bibliotecários e professores e educadores.
Mais uma vez em confluência e convergência, não em concorrência e dispersão de energias.


Fátima debate políticas públicas voltadas para a leitura e para a escrita na FLIP - Tribuna do Norte

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Brasil, 2015: Escolas ocupadas tinham milhões em material escolar nunca distribuído. Por Mauro Donato

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/livros-600x360.png

Produtos só são recursos se houver gente a fazê-los viver e a dar acesso

Na escola Orville Derby (Zona Leste), a quantidade era tanta que os alunos fizeram uma barreira na frente da diretoria com os livros novos estocados e não distribuídos. Neles, um cartaz afixado aguarda a chegada do diretor após a desocupação: “Hoje os livros que te impedem o acesso. Ontem nosso acesso é que era impedido.”


Diário do Centro do Mundo » Escolas ocupadas tinham milhões em material escolar nunca distribuído. Por Mauro Donato

quinta-feira, 5 de abril de 2012

33 páginas de leitura útil para quem se dedica a bibliotecas escolares

Rede Municipal de Bibliotecas Escolares de Curitiba. 118 bibliotecas, 100 das quais criadas desde 2007
O Sistema de Bibliotecas Online do Município (700 mil títulos no acervo) conta ainda com 45 farois do saber, para a comunidade, em áreas públicas, e 1 biblioteca técnica


A obra:



Biblioteca escolar como espaço de produção do conhecimento : parâmetros para bibliotecas escolares (ebook), coord. Bernardete Campello. Publicação de 2010 (Belo Horizonte, Universidade de Minas Gerais), agora disponível em formato digital de livre acesso.





Sempre referenciando o Manifesto da IFLA/Unesco para as bibliotecas escolares (1999) e a recente Lei estadual brasileira - Lei 12.244 de 24 de maio de 2010 - que estipula a obrigatoriedade de uma biblioteca em cada escola, bem como a realidade das escolas do país, nos diferentes Estados.

Na primeira parte, de 17 páginas, viajamos por conceitos essenciais à construção e desenvolvimento de bibliotecas escolares, organizados em 6 temáticas: Espaço físico, Acervo, Computadores com acesso à internet, Organização do acervo, Serviços e atividades, Pessoal.
"A biblioteca conta com bibliotecário responsável e funcionários para atendimento aos usuários em todos os turnos em que a escola está aberta: 
•• no nível básico: um bibliotecário supervisor [1 para cada sistema de 4 bibliotecas, até 4ooo alunos]responsável por um grupo de bibliotecas (nos casos em que a biblioteca faz parte de um sistema/rede que reúne várias bibliotecas), além de pessoal auxiliar em cada uma das bibliotecas, em cada turno [pode haver até 3 turnos diferentes]; 
•• no nível exemplar: um bibliotecário responsável pela biblioteca e pessoal auxiliar em cada turno, de acordo com o número de alunos da escola " (p. 17)
Na segunda parte, 16 páginas, propõe-se um instrumento de avaliação que merece atenção e reflexão, a partir da recolha e comparação de dados com metas de melhoria definidas para cada dimensão da biblioteca. À medida que estas metas são atingidas, regista-se o ano em que tal se alcançou. Promove-se assim uma ideia de biblioteca em evolução.
"Este instrumento de avaliação e planejamento foi elaborado para permitir que a comunidade escolar elabore um retrato de sua biblioteca ou estabeleça planos para sua criação. A partir daí, é possível traçar metas para seu aperfeiçoamento. Essas metas devem ser definidas criteriosamente, levando-se sempre em consideração as especificidades da escola e as possibilidades existentes." (p. 18)
Na dimensão "Serviços e actividades", identificam-se: 
Consulta no local. Empréstimo domiciliar (manual e automatizado). Orientação para a pesquisa ( individual à pesquisa, coletiva e na internet). Visitas orientadas. Folheto/guia da biblioteca. Contar histórias. Divulgação de novas aquisições. Boletim informativo. Mural. Exposições. Clube de leitura. Feira de livros. Encontro com escritores. Palestras. Apresentações artísticas. Concursos/prémios. Oficinas. Blog/site da biblioteca.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

MOBILIZAÇÃO PELAS BIBLIOTECAS ESCOLARES EM SÃO PAULO (BRASIL)



No próximo dia 28/11, às 14h30min no plenário Tiradentes, localizado na  Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP, será realizado a  audiência pública com a Secretária de Estado da Educação, organizado pela  Comissão de Educação da ALESP. A 21 e 22, mais de 200 profissionais juntaram-se falando das bibliotecas escolares no Brasil e noutros países, e a Agenda da Literacia da Informação/ALFIN está na boca de toda a gente. Em São Paulo, precisamente.
O CRB-8, por meio de sua Comissão de Educação e Biblioteca Escolar,  espera contar com a participação de Bibliotecários e Estudantes de  Biblioteconomia (e outros simpatizantes à causa) para pressionar o poder  público sobre a questão da Biblioteca e do Bibliotecário Escolar no ensino  público estadual.
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