This study has shown that work placement for Year 10 students in one Scottish school proved to be a valuable learning experience by expanding the students' knowledge of how workplaces functioned, and in particular, how workplace information environments differed from that of the school. Future research in this area could replicate this study in a number of schools, particularly in countries such as the UK and Australia that have extensive work experience programmes. Possible implications for the library and information sector are that teacher librarians might focus more on developing students' ability to create effective search strategies. Teacher librarians might also be influential in advising guidance teachers of the benefits to students that would arise if students were asked to focus more on the workplace information environment while on work experience. Finally, this study may imply that a greater recognition of the importance of students transferring information literacy practices is needed in schools.
(acedido via Jorge Borges, no Facebook)
Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy. Desde 2008 To gather for later reading (again) materials on IL issues. Since 2008
sábado, 18 de junho de 2011
School vs Working Place: literacy skills what for?
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Murakami wisdom words
Murakami recebeu o Prémio Internacional da Catalunha e discursou tocando-nos a razão e o coração no mundo que gira entre Tóquio e Lorca.
"Não devemos ter medo de sonhar. Não podemos deixar-nos engatar pelas causas dos desastres, que se apresentam com o nome de “eficácia” e “conveniência”. Devemos ser “sonhadores pouco realistas”, avançando em passo firme. Os humanos morrem e desaparecem. Mas a humanidade perdura. É algo que se prolonga indefinidamente. Acima de tudo, temos de crer na força da humanidade."
"Não devemos ter medo de sonhar. Não podemos deixar-nos engatar pelas causas dos desastres, que se apresentam com o nome de “eficácia” e “conveniência”. Devemos ser “sonhadores pouco realistas”, avançando em passo firme. Os humanos morrem e desaparecem. Mas a humanidade perdura. É algo que se prolonga indefinidamente. Acima de tudo, temos de crer na força da humanidade."
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Leitura em imagens (outro blog)
![]() |
| (ilustração de Shiori Matsumoto) |
PINZELLADES AL MÓN REVISTA D'IL·LUSTRACIÓ ALS LLIBRES INFANTILS I JUVENILS
Leitura em imagens
| Digital Library / Biblioteca digital (ilustración de Óscar T. Pérez) |
URL: http://bibliolectors.tumblr.com/
Blogue magnífico, a que acedi pela mão da Paixão Pinto :)
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domingo, 12 de junho de 2011
Tecnologias
Ler nas férias : como interagem as bibliotecas com as escolhas de leitura das crianças e dos jovens nos longos dias de Verão?
A imagem é sugestiva e vem daqui.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Como se usa plataforma Moodle em e-learning?
Lendo a dissertação de mestrado recente de Vagarinho, J. (2011), aprendemos mais sobre esta questão. Conclui o autor, a partir de estudo de caso de utilização da Plataforma Moodle em ensino universitário:
No âmbito do estudo realizado e dando resposta à questão de investigação, concluiu-se que a actividade mais utilizada é o recurso com 45% classificada de ―Sempre, seguido do fórum com 22% também classificada de ―Sempre. Por outro lado, exercício, lição e trabalhos são três actividades "Muitas vezes" (56%) utilizadas. E a actividade Etiqueta foi a menos utilizada com 78% da classificação "Nunca". O fórum é a actividade mais fácil de utilizar e em conjunto com a actividade trabalhossão as principais na avaliação dos alunos. Ainda relativamente à actividade fórum e em conjunto com a actividade recursos são as mais aceites pelos intervenientes. Também concluímos que o recurso é a actividade com mais preferência e que estas actividades permitem uma colaboração fácil entre o professor/aluno, aluno/professor e vice-versa.
Um outro estudo recente, acedido através do precioso RCAAP: Kaufmann, M (2010). Moodle as a central platform for the Virtual Campus. A partir de um estudo realizado sobre a Escola Superior Paula Frassinetti, conclui-se:
Our perspective is that, step by step, our institution will be moving towards a 24x7 service provider, available through the Internet, with rich on-line materials and tools like discussion forums and chats, facilitating the creation and fortification of learning communities.We can see an increase of the demand for digital educational content, both by professors and by students. The production of quality educational content is a time-and-money consuming enterprise, regardless, if the content is produced by an outer entity or directly by the professor.
One of the biggest challenges for the future is the reutilization of educational content.
The first major task is to find ways to make educational content (or parts of it) reusable. As all indicates, this shall not be a technique, which is applied to content after its creation. Therefore, material has to be redesigned to be deliverable and divisible, for instance, using the SCORM 2004 model from the ADL initiative (ADL, 2006). In consequence, we foresee that, eventually, whole courses have to be rethought. The second task is to create a flexible digital educational repository, which permits the discovery and the reuse of existing content. Ideally, such a repository should be integrable with the eCampus Moodle technology.
Esperemos estudos deste tipo sobre outros níveis de escolaridade.
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Proporcionar aos adolescentes instrumentos digitais para organizar o caos
Analisa prós e contras do novo paradigma web 2.0, do ponto de vista da educação e o pensamento. A escola tem de encarar as dimensões digital, audiovisual e mediática da literacia. A Cultura Digital funde duas culturas: a tradicional e a audiovisual. Onde e como se aprenderá a saber olhar e pensar antes de consumir/acreditar/confiar? O autor defende o trabalho com o livro, em sala de aula e no espaço pessoal, e a leitura linear como essencial neste novo paradigma, sem que isso signifique abandonar a educação para os media (incluindo a publicidade) e a aprendizagem dos seus códigos e retóricas.
No caso dos adolescentes, a proposta que faz de em contexto de expansão das redes sociais, procurar que se passe da rede "de amigos" a redes "de interesses", ao mesmo tempo que se aproveitam as potencialidades criativas da web 2.0 merece reflexão. O reforço do eu que processa e produz, articulando imagens e texto e proprocionando a organização do caos (tags, marcadores sociais, blogs, wikis, e-portfolio, etc) e a contrução da SUA identidade digital (e real!) parece de facto um caminho a seguir.
Como Angel Encinas, e tal como cada vez mais educadores(as) por esse mundo fora, espero que na escola se aposte no pensamento crítico e não se desista de formar cidadãos digitais criativos, pacientes, libertos de preconceitos e esterotipos.
A Fundacion German Sanchez Ruiperez continua a alimentar pensamento crítico nestas Jornadas de Maio (foram as 19ªs) e ainda bem que há redes de partilha eficazes para nos ajudar a reflectir, mesmo sem ter podido ir a Salamanca presencialmente...
Via João Paulo Proença, no Facebook
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Programa para fortalecer as línguas iberoamericanas na Educação
14 metas (palavra iberoamericana..), e a décima, viva! reza assim:
10. Propuestas coordinadas para impulsar la lectura y las bibliotecas escolares en las escuelas.
No documento anexo em pdf no site, e que tem sido esta semana base de trabalho de uma reunião da OEI em San Jose (Costa Rica) constam sete linhas de acção. A quarta é inteirinha para as bibliotecas escolares:
4 - DESARROLLO DE UN PROGRAMA ESPECÍFICO SOBRE LECTURA Y BIBLIOTECAS ESCOLARES
Vale a pena ir ler... e já agora, ler também o resto do documento!
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terça-feira, 7 de junho de 2011
Minidicionário livre de língua portuguesa
A Hedra acaba de lançar o Minidicionário Livre da Língua Portuguesa, em formato pdf, uma obra publicada sob as licenças Creative Commons (BY-NC), que permitem que o seu conteúdo circule livremente pela internet e possa ser reutilizado em projectos sem fins comerciais.
Coordenado pelo professor de Filologia da Universidade de São Paulo M. M. Santiago-Almeida, o Minidicionário Livre da Língua Portuguesa conta com mais de 35 mil verbetes em 722 páginas, e pode ser descarregado aqui
Agradeço a dica ao Carlos Pinheiro
Sin población culta no habrá una sociedad líquida que sea democrática e inteligente
| Manuel Area Moreira defende a urgência da literacia da informação nas sociedades democráticas |
Acessíveis são, ou podem ser cada vez mais, as tecnologias: mas a qualidade do seu uso depende da literacia da população.
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