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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

José Pacheco e a escola 2019

Oiçam...
https://www.mixcloud.com/perguntarnaoofende/josé-pacheco-a-escola-que-temos-serve-a-sociedade-que-queremos/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

As crianças e a Filosofia - estratégias, livros, contos

 
Mais informação sobre o livro aqui
La pregunta es: ¿cómo demonios se enseña a filosofar a los críos?
A esa peliaguda cuestión trata de responder El niño filósofo, un delicioso libro firmado por Jordi Nomen, profesor de Filosofía y uno de los cerebros detrás de la escuela Sadako de Barcelona, uno de los centros educativos más influyentes e innovadores de España. El libro, publicado por la editorial Arpa, es un manual práctico para ayudar a padres y educadores a enseñar a filosofar a críos de entre 9 y 12 años. (... ) Pero Nomen no sólo ofrece esas 12 preguntas trascendentales y la respuesta que a cada una de ellas da un importante filósofo. También brinda un cuento con el que poder explorar junto a los niños todas esas cuestiones y las pautas para, a partir de ahí, poder establecer un diálogo con ellos, chivándoles algunas de las preguntas que pueden dirigir a los pequeños para hacerles pensar. Para adentrarse, por ejemplo, en el pensamiento de Erich Fromm, Jordi Nomen da la vuelta al cuento de Caperucita roja y lo transforma en un relato maravilloso: La historia de Caperucita contada por el lobo, en la que el animal denostado durante generaciones y generaciones por fin cuenta su versión de los hechos y se presenta a sí mismo como víctima en lugar de como agresor. Ese cuento al revés sirve para plantear a los críos cuestiones como «¿por qué crees que la versión del lobo no ha llegado hasta ahora y la de Caperucita sí?» o «¿cómo se construye la verdad?» 


Por qué los niños deben aprender Filosofía | Historias

domingo, 11 de março de 2018

Tecnologia Educação Cultura Digital e Pedagogia Ativa

36 minutos interessantes e claros, em português, por uma Tecno-Pedagoga que trabalha no Canadá, e com o Brasil. Vale a pena ver também o mural colaborativo associado https://padlet.com/sirleiarosa/IIWS

Agradeço esta lição aos colegas em formação no curso EDUCAR NO DIGITAL, Forte da Casa, 2018

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pedagogia e Necessária Paixão

Eric Fromm, séc. XX:
"The first step to take is to become aware that love is an art, just as living is an art; if we want to learn how to love we must proceed in the same way we have to proceed if we want to learn any other art, say music, painting, carpentry, or the art of medicine or engineering. What are the necessary steps in learning any art? 
The process of learning an art can be divided conveniently into two parts: one, the mastery of the theory; the other, the mastery of the practice. 
If I want to learn the art of medicine, I must first know the facts about the human body, and about various diseases. When I have all this theoretical knowledge, I am by no means competent in the art of medicine. I shall become a master in this art only after a great deal of practice, until eventually the results of my theoretical knowledge and the results of my practice are blended into one — my intuition, the essence of the mastery of any art. 
But, aside from learning the theory and practice, there is a third factor necessary to becoming a master in any art — the mastery of the art must be a matter of ultimate concern; there must be nothing else in the world more important than the art. This holds true for music, for medicine, for carpentry — and for love."


Agenda Dotsch, e a nossa relação com a Natureza (séc. XXI), aqui em vídeo em português 
https://www.youtube.com/watch?v=gSPNRu4ZPvE


Na foto: José Pacheco, da Escola da Ponte (Portugal), atualmente dando palestras no Brasil, envolvido no projeto EcoHabitare

Minha liberdade não termina onde começa a do outro. Minha liberdade começa onde começa a do outro.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Qual é a tua teoria preferida?



Teorias sobre a aprendizagem numa síntese provocatória e bem desenhada por Stephen Scheidt, recorrendo ao Animoto (fundo musical Sigur Ros? - Scheherazade by Rimsky-Korsakov I part). Data de produção omissa.  Bibliografia de 2004 (abram o "Ler mais" do youtube).
Sugestão de Miguel Zapata-Ros, na seu atenta edição Scoop.it Aprendizajes y redes abiertas, de evidentes afinidades com o ALFINete, que lá chegou na teia dos E-Learning Gurus (Grupos no Face Book e no Google+).

Digo eu, que, sem desprezar todas as contaminações úteis, de há muito aderi às ideias de Dewey, Bruner e Vygotsky, com muitas pitadas de conectivismo, e nelas me sinto bem :).

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Há computadores. Para quê professores?


"So what is the key difference between online education and face-to-face, residential education? The late John Strohbehn, the provost at Duke, used to say parents are willing to pay a lot to have professionals turn their 18-year-old kids into 21-year-old adults. Almost everything about the intensity of college and the multiple pressures of studying, social life, work life, and extracurricular leadership activities is part of what leads to that development process from being a teenager to being ready for an independent adult life. Especially for middle-class America, with its over-protected, over-regulated teens and helicopter parents, giving up on universities means educational disempowerment (youth unemployment is high but far higher for those without a college degree). And it also means a major change in the very structuring of parenting."
in Podemos substituir os professores por ecrans de computador? , de Cathy Davidson (vejam também as caixas de comentários)


"Ensine-lhe as coisas da escola, ensine-o a estudar, que a educação dou-lhe eu em casa. E faça o favor de me chamar quando for preciso. Se eu não puder vir, vem a irmã mais velha, trabalhar com a professora." - dizia-me uma mãe de um aluno adolescente há muitos anos, numa aldeia de Portugal. Que isto de educar pequenos foi sempre muito casa de mulheres, conversa entre mulheres da casa, e mulheres da escola.
Outros tempos e conceitos? Talvez nem tanto...

Hoje, as Universidades viram-se para sistemas como o MOOC (Massive Online Open Courses) , pagos ou gratuitos, que se podem resumir, ou não, a palestras à distância, uma espécie de versão moderna da tele-escola, podendo ser diferidos ou em direto, com maior ou menos interatividade (webinars, videoconferências). Ferramentas úteis graças à universalidade da banda larga e ao progresso dos recursos em livre acesso, é entusiasmante trabalhar com elas, e também por isso mesmo faz falta pensar mais um pouco.

Cathy Davidson interroga nessa medida a dimensão educativa fundamental,  reforçando a importância da relação professor-aluno no crescimento deste, enquanto pessoa autónoma (empowerment) e membro de comunidades. Fá-lo no quadro de uma polémica desencadeada por um artigo seu anterior, em que mostrava a crescente importância e o vigor dos recursos online e digitais em geral, tanto em termos de menor custo como de maior facilidade de acesso ao conhecimento. De facto, uma polémica sobre a natureza do conhecimento e do essencial em educação, mais do que uma polémica sobre o uso das tecnologias e dos meios informáticos, da web.

De facto, mesmo as lições por Youtube só tornam dispensável o professor (e a maneira de ser professor) magistral, que comunica uma mensagem única para todos os alunos sem interação nem individualização - como se fosse um programa de TV, e como acontece em muitas "aulas" universitárias e outras. Fica mais visível o valor do trabalho de acompanhamento, de presença atenta a cada aluno e ao seu percurso de aprendizagem e afirmação - mesmo que às vezes as conversas sejam por email, em chat, ao telefone, sobre conteúdos científicos, a diferença entre um debate técnico e uma aula/relação pedagógica é que as conversas podem ser sobre o urso pardo, os verbos declarativos, a filosofia de Descartes ou uma fórmula matemática - quando, como alunos, falamos com um professor, falamos sempre também de nós. E esperamos que ele também entenda desse assunto.

Assim, a tecnologia em expansão, por si só, longe de desvalorizar o trabalho do professor, e a sua existência, antes cada vez tornarão mais preciosa a sua presença e a sua preparação pedagógica - sendo a pedagogia, como é, uma arte da relação com os seres em crescimento - e decisivo o conhecimento amadurecido das famílias sobre educação e o papel da escola, da internet, da tv e das pessoas da casa (e da escola enquanto casa e espaço de relações pessoais e sociais, também entre pares) nos caminhos de cada aluno. Com resultados que podem ser muito diferentes, até em termos de acesso ao mercado de trabalho. Como conclui Cathy Davison, referindo-se aos cursos universitários: 
"If I'm interviewing two candidates for a job or graduate program and one attended a residential college/university and had a rich array of college activities and experiences and the other earned their degree entirely through an online program, it is crystal clear which one I'm going to take."
O que levanta outra questão: sendo o ensino online muito mais barato, se desistirmos de oferecer boas escolas e bons professores a todos, em condições de qualidade educativa, estaremos a fomentar grandes desigualdades de acesso à educação? É um risco real. Porém, como se afirma num dos comentários ao post de Davidson: 
"it's hard to see how bringing education to the masses can be anything other than a good thing.  Sure, the only education may only be 90% as good as a traditional college education -- but, if it allows people with families and jobs to better their knowledge and their communities, then it's a big win."

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Não, não é tudo uma questão de quadros interativos...

Imagem daqui 

Não podemos cultivar gente que aprende em rede sem pormos a pedagogia à frente das ferramentas.

"We can´t cultivate networked learners without puting pedagogy before tools."

Partilhado do Blog The Unquiet Librarian, da Buffy's Hamilton, através de um comentário publicado aqui, com obras de referência e tudo, a uma apresentação que ela fez na Conferência da AASL (EUA) de 2011. Nela sublinha o caráter essencial de um ambiente de aprendizagem pariticipativo e orientado para a pesquisa e a descoberta, nas atividades educativas que privilegiam a transliteracia.

November 8, 2011 — Bobbi Newman.