sexta-feira, 16 de junho de 2017

As TIC em 3D/Fab@rts: Ação de Formação Impressão 3D - Mafra





As TIC em 3D/Fab@rts: Ação de Formação Impressão 3D - Mafra: Nos dias 3 e 5 de julho vamos desenvolver uma ação de formação creditada sobre modelação e impressão 3D, no âmbito do projeto Fab@rts: O...

(83) Camões, hoje - «quem não sabe arte, não na estima» - YouTube

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(83) Camões, hoje - «quem não sabe arte, não na estima» - YouTube

Em 2015, estes estudantes do final do Ensino Secundário concluíam bem, agora é só pesrerar que cheguem ao poder e não se esqueçam.

domingo, 4 de junho de 2017

Nos “ninhos”, “as coisas tornam-se mais fáceis de aprender” - PÚBLICO

Na prática, o que mudou? “Cada turma tem dois professores, o titular e um de apoio. Quando o professor titular se apercebe que há alunos que evidenciam dificuldades num determinado conteúdo, chama-os para o "ninho", onde, numa sala diferente e até um máximo de seis horas por semana, estes alunos são ajudados a ultrapassar as respectivas dificuldades. Enquanto isso, o professor de apoio fica com o resto da turma dá continuidade aos trabalhos com os restantes alunos, ajudando-os a aprofundar as matérias dadas.” 
E não, não há risco de estigmatização. “Pelo contrário, já me aconteceu ter alunos a perguntar-me se não podem ir também para o ninho porque eles falam entre si e apercebem-se de que ali têm um apoio maior da parte do professor”, garante Fernando Rodrigues, coordenador do departamento e professor de apoio nalgumas turmas. Mas o principal entrave ao estigma é a flexibilidade do método. “Os alunos que entram no ninho não são sempre os mesmos. Vão entrando e saindo à medida que evidenciam e ultrapassam as dificuldades face a determinadas matérias. A lógica é intervir logo que as dificuldades se instalem para impedir que elas impeçam as aprendizagens seguintes”, complementa Helena Libório.

domingo, 28 de maio de 2017

MICRONARRATIVAS


FOLIO 2015 MICRONARRATIVAS




Margarida Fonseca Santos inspirou-nos com o seu trabalho 77 palavras (procurem o blog! ). 
Já o fizemos duas vezes, em 2015 e em 2016 - desafiar os participantes nas formações FOLIO EDUCA para escrever uma micronarrativa com 77 palavras, sendo 7 obrigatórias e fornecidas pela organzização. São algumas dezenas, e vale a pena lê-las. O Cfae Centro-oeste gostou tanto que as quer publicar em e-book. Aqui está o primeiro, produzido em 2015. A todos os autores e editores, agradecemos. ISBN 978-989-20-7033-9.

Para quê tudo isto? Cito as intenções do FOLIO EDUCA, inscrits em 2015 e anda hoje actuais:
“Os mais novos estão no coração do Festival. Para além de várias propostas atrativas para as idades mais jovens, desenhámos uma linha de programação dedicada ao desenvolvimento de futuros leitores e criadores, o FOLIO Educa, que desafia a aprofundar temas educativos relacionados com a literatura, a leitura e as literacias, tão atuais e urgentes dentro e fora de escolas, bibliotecas, museus, centros de ciência… 
Contando com parcerias nacionais de relevo, tais como a da Rede de Bibliotecas Escolares, e convidados nacionais e internacionais de referência, o FOLIO Educa inclui um Seminário Internacional de dois dias, formação de professores e professores bibliotecários, dezenas de oficinas de mediação de leitura, tertúlias temáticas e workshops improváveis.” 

Maria José Vitorino e Teresa Calçada
Curadoras do Folio Educa. 2015-

Bibliografia

sábado, 27 de maio de 2017

8 Canales de Youtube sobre Literatura

youtube literatura
Un libro es un amigo en cualquier circunstancia, una conexión entre las almas. Para otros es una actividad aburrida, tediosa y complicada. Pero los libros siempre están allí, listos para sumergirnos en las páginas de una aventura o enseñarnos cosas que jamás hubiéramos imaginado. Cada título es una vida diferente por ser vivida y una oportunidad de viajar sin salir de casa. Por eso te traemos estos ocho canales de Youtube donde podrás encontrar las mejores recomendaciones y reseñas de tus géneros favoritos, ¡no esperes más!


8 Canales de Youtube sobre Literatura

Teacher/Teacher-Librarian Collaborative Inquiry – Canadian School Libraries Journal

Figure 2: Exploring Art Image Prints


Teacher/Teacher-Librarian Collaborative Inquiry – Canadian School Libraries Journal

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Atenta Inquietude: DAÍ ESTE MEU CANSAÇO


Por outro lado, sabemos e não é de agora que o chumbo, a retenção, não transforma o insucesso em sucesso, repetir só por repetir não produz sucesso, aliás gera mais insucesso conforme os estudos mostram quer se queira, quer não. Aquilo a que alguns chamam de “cultura de retenção” existe e marca de forma importante alguns dos discursos agora retratados.



Também sabemos que para promover mais sucesso e não empurrar os alunos para os anos seguintes sem nenhuma melhoria nas suas competências ou saberes é essencial promover e tornar acessíveis a alunos, professores e famílias apoios e recursos adequados e competentes de forma a evitar a última e genericamente ineficaz medida do chumbo.



Sabemos também que a escola pode e deve fazer a diferença, em muitas escolas isso acontece. Mas para que isto seja consistente e não localizado também sabemos que o sucesso se constrói identificando e prevenindo dificuldades de forma precoce, com a definição de currículos adequados, com a estruturação de dispositivos de apoio eficazes, competentes e suficientes a alunos e professores, com a definição de políticas educativas que sustentem um quadro normativo simples e coerente e modelos adequados e reais de autonomia, organização e funcionamento das escolas, com a definição de objectivos de curto e médio prazo, com a valorização do trabalho dos professores, com práticas de diferenciação e expectativas positivas face ao trabalho e face aos alunos, com melhores níveis de trabalho cooperativo e tutorial, quer para professores quer para alunos, etc.



Sabemos tudo isto. Nada é novo.
Só falta um pequeno passo.

Construir para todos os miúdos trajectórias de sucesso. Não, não é uma utopia. Tal como o insucesso não é uma fatalidade do destino. (citando o José Morgado, no blog abaixo referido)



Atenta Inquietude: DAÍ ESTE MEU CANSAÇO: É apresentado hoje um estudo da associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social realizado em parceria com Fórum das Políticas Públicas ...

Coisas que gosto de partilhar: Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa

Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa
Fica aqui um filme realizado no âmbito da disciplina de Comunicação e Linguagem. A letra do poema "Amar pelos dois" foi adaptada para a linguagem alternativa. Espero que gostem



Coisas que gosto de partilhar: Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa

domingo, 14 de maio de 2017

Arte e Literatura, essenciais para a democracia - porquê?



Um belo artigo de 2017, de uma fonte estranha : World Economic Forum

Destaco uma pequena parte. A foto não é da mesma fonte, mas daqui.

Everybody raise their hand
Silence, it is said, implies complicity. But that’s only half the story. Silence also confirms oppression, because the ability to speak out is too often a luxury of the privileged. 
The aggressive populism we see today seems to be a testament to people refusing to be silent - and rightly so. Our societies have largely failed to provide equally for all, and technology now gives us new avenues through which to be heard, and with which to rebel against repressive ideas and structures. New leaders have latched onto that and now seek to speak for us, even though many of them are rallying us crudely around fear and mistrust. 
But there is hope where there is life, even such as it is now. Because it reveals potential. This is where, counterintuitively, literature and creative writing come in. 
In 1969, Lee Kuan Yew, the president of Singapore, famously said: “Poetry is a luxury we cannot afford. What is important for pupils is not literature, but a philosophy for life.” In this, the founding father of that impressive small nation was wrong. A philosophy for life is precisely what literature teaches us. 
You need only open a book, from oldest scripture to contemporary novels. Moses refused to be enslaved, Odysseus spoke truth to power, Atticus Finch did not compromise justice, and Hermione Granger showed us how things are done. Plato imagined a just nation, Thomas Paine proved the importance of universal human rights, and John Stuart Mill empowered the individual and revealed the necessity of freedom of expression. 
It’s all there on paper and in the ether. The self and society, tragedy and triumph, right and wrong, values and ideals - Lee Kuan Yew’s philosophies for life are easily accessible through bookshops, libraries, and the internet. 
Yet while it’s conventional that wisdom exists in literature, creative writing has always been seen as more rarefied or intimidating. It has been celebrated as personally palliative, yes, but it’s never been considered a method to increase participation in society. After all, what good is composing poetry and writing stories when you need a job, or a nation must be founded, or a war has to be won, or cancer is ravaging the bodies both human and politic? 
But creative writing can be anyone’s best training for speaking out - and if you’ve ever read novels, heard scripture, watched movies or TV, listened to songs, or learned folklore, then you’ve been studying your entire life how storytelling works. By applying your hand at creating it, you are not just attempting art, you are learning vital skills and life lessons. 
Fiction teaches us about characters and empathy, plot and consequences, and the value of nuance to truth. Poetry teaches us how to distil language, value silence, and understand metaphor. Non-fiction (which certainly includes journalism) teaches us accountability to facts, critical thinking about the systems in society, and the importance of getting out into the world to listen to others. These are but a few of the skills one learns from writing creatively. 
Are those life lessons not vital to democracy? To have a voice is to have a vote. To have a vote is to be represented in society. To represent ourselves clearly and confidently empowers us citizens to air our own concerns and our community’s grievances, to be accountable for ourselves, and to demand the accountability of our leaders. If we are not trained to articulate our arguments properly, we will never be heard legitimately, and we can be ignored too conveniently.


EWN - Eyewitness News — Here’s why art and literature are vital to democracy

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