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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Biblioteca local, um porto de abrigo - o caso de South Lambet, UK

Resultado de imagem para South Lambeth Road library
Aqui o português é língua franca
Do outro lado da estrada ergue-se a biblioteca local, um porto de abrigo para uma vizinhança, onde Patrícia Marcelino começou a organizar aulas de inglês pouco depois de ter chegado a Londres, há cinco anos. Veio, com a filha de 16 anos, terminar um doutoramento que a vida e o voluntariado ainda não lhe deixaram acabar. “Percebi que havia muitos portugueses aqui que não falavam inglês e começámos a organizar aulas semanais”, explica na ampla sala da biblioteca, onde nas quatro mesas ao centro todos os sábados à tarde entre 12 e 20 pessoas, sobretudo adultos, se juntam para aprender noções básicas da língua. Sem necessidade de inscrição, sem pagamento ou presenças obrigatórias. “Basta vir e sentar-se.”
Nas estantes ao lado, foi criado um “cantinho português”, que tem mais de mil livros doados, e na outra extremidade um pequeno espaço para crianças onde, uma vez por mês, há sessões de leitura para crianças pequenas. “A adesão da comunidade à biblioteca era baixa”, explica Patrícia, convidada há três anos pelo Grupo de Amigos da biblioteca para fazer a ponte entre os portugueses e a instituição, que há uns meses foi salva do encerramento pela mobilização local, mas que continua na mira da especulação imobiliária.
O mesmo objectivo de aproximação esteve na origem do primeiro Portuguese Market, que a 11 de Junho juntou dezenas de banquinhas e mais de duas mil pessoas. “Organizámos tudo em duas semanas e meia, tudo com base no voluntariado e na boa vontade”, conta, acrescentando que a intenção é repetir a experiência todos os meses, para “criar um ponto de referência para a comunidade, atrair turistas” à zona e apoiar os portugueses que estão a lançar os seus próprios negócios.
Nos últimos dias, reuniram-se na biblioteca de South Lambet portugueses preocupados com a situação no Reino Unido. Anunciaram a criação de um site para informação entre a comunidade. 


Londres pode sair da UE mas portugueses não pensam sair de Londres - PÚBLICO

Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação

Divulgação




"Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não houver uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.


Finlândia exporta programa cujo objetivo central é evitar que o bullying tenha plateia, o que desestimula o agressor| Revista Educação

domingo, 19 de junho de 2016

Departamento de Innovación Educativa - Colegio Ártica

Departamento de Innovación Educativa - Colegio Ártica

Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino

Léa Fagundes, Brasil: 
 Léa Fagundes é pedagoga e psicóloga voltada à área de informática educacional

É importante destacar que a questão não é aprender a mexer no equipamento, nem aprender conteúdo de sala de aula no computador, é o aluno programando, pesquisando, isso exige um currículo totalmente novo. O currículo, que a gente luta para transformar, tem de ser interdisciplinar e não precisa ser sequencial. Por exemplo, quando o aluno chega para o professor e diz que tem curiosidade de aprender determinado tema, e o professor responde que não pode, porque o conteúdo é do próximo ano, isso prejudica o aprendizado. O aluno tem que ter curiosidade no que é ensinado, por isso o problema apresentado tem de ser instigante, interessante. Os alunos surpreendem a gente.


Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino

Assistente de Redação - Ensina as crianças a escrever letras, alfabetos, números e palavras na App Store

Captura de ecrã do iPhone 1
Descrito para menores de 5 anos, pode ser usado por gente mais velha. Mesmo em férias escolares, desde que tenha iPhone, iPad ou iTouch com IOS 7.1 ou posterior. Infelizmente, não serve em Android. Em inglês.
Assistente de Redação iOS
Aprender a escrever nunca foi tão divertido!
• Mostra como e reforça a escrita de letras corretamente
• Letras maiúsculas e minúsculas, números e palavras
• É divertido escrever usando mais de 50 figurinhas animadas, efeitos sonoros e jogos interativos que animam as letras ao terminar de escrever
• 5 fontes disponíveis
• Capacidade para criar a sua própria lista de palavras (e gravar um áudio para cada palavra)
• Totalmente personalizável para atender às necessidades de cada criança (tamanho da letra, dificuldade,…)
• Verificação do progresso graças a relatórios que exibem as linhas feitas pela criança
• Atividade de rastreamento de formas para bebê.
4,99 €
Assistente de Redação - Ensina as crianças a escrever letras, alfabetos, números e palavras na App Store



Uma boa sugestão das selecionadas pela RBE e divulgadas aqui. APPS PARA A EDUCAÇÃO

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Contratos de associação: a etapa seguinte





Impressiona-me o número de livros em casa. MENOS de 25 livros em 29% das famílias do ensino privado, em mais de um terço das famílias do ensino público... 25 livros: 2 livros por mês, num ano!



A escola é a casa do conhecimento da democracia - garantindo acesso a todas as crianças à leitura e ao seu desenvolvimento, pela prática continuada do seu exercício. As bibliotecas escolares e as bibliotecas públicas são a uma garantia de verdade nessa condição.

Interessante seria considerar este indicador na análise - confrontando as coleções das bibliotecas escolares no ensino público e no ensino privado, e livros em casa em ambos os casos, e cruzando com a oferta das bibliotecas públicas na área.

"se é legítimo que as escolas privadas selecionem os seus alunos, de modo a poderem disputar lugares nos rankings (imperativo da sobrevivência e do lucro, a competição está-lhes no sangue, faz parte da sua natureza e do seu «modo de vida»), já em relação aos colégios com contrato de associação não é suposto que tal aconteça, uma vez que estes estão vinculados à prossecução de desígnios da escola pública. Se durante muito tempo a carência de oferta da rede pública relaxou os necessários mecanismos de escrutínio estatal destes colégios, impõe-se que tal não continue a suceder.
Ou seja, para que cumpram efetivamente os seus compromissos com o Estado, aos colégios privados com contrato de associação não basta não serem redundantes em termos de oferta de rede. É preciso que cumpram também (como alguns de resto fazem, exemplarmente) princípios essenciais das políticas públicas de educação: sentido de rede e de contexto, cooperação, igualdade no acesso, fomento da mobilidade social e da igualdade de oportunidades para todos. É esse o passo que importa agora dar, uma vez resolvida a questão das redundâncias."


Ladrões de Bicicletas: Contratos de associação: a etapa seguinte