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domingo, 12 de janeiro de 2014

Ler, ler e escrever...




10. Curador Pessoal de Conteúdo

A quantidade de conteúdo na rede aumenta diariamente. Como escolher o que focar, se você mal tem tempo para navegar na net? A equipe de curadoria do conteúdo deve recomendar certos aplicativos, hardwares, softwares e informações nos interesses e preferências . Nossa expectativa é de que não vai demorar muito a aparecer no mercado de trabalho pessoas que ajudem outras pessoas e empresas nesse sentido.
O que estudar: Ler, ler, ler e escrever. Fique atento para blogs e novos aplicativos e tendências . Ter um blog de preferência e ser ativo em redes sociais é uma referência.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Mais à frente, a educação

“We’re probably at the death of education, right now,” said Stephen Heppell, a Professor at Bournemouth University, who’s regarded as one of the most influential academics in educational technology. “I think the structures and strictures of school, learning from 9 until 3, working on your own…not working with others…I think that’s dead or dying. And I think that learning is just beginning.”
So…how is technology changing the process of learning, exactly? “There’s a very big difference between ‘access to information’, and ‘school’,” said Seth Godin, entrepreneur, author and public figure. “They used to be the same thing. Information is there online, to any one of the billion people who has access to the Internet. So what that means, is if we give access to a 4-year-old, or an 8-year-old or a 12-year-old, they will get the information if they want it.” Daqui http://thenextweb.com/insider/2013/08/22/the-future-of-libraries/
E ainda 
(Voltar às raízes) Saber ensinar a aprender a pensar, semear a inquietação da paixão da descoberta, do conhecimento, da criação. Encontrar e estimar professores que olhem para os alunos, para as pessoas, se interessem por eles, por elas (minuto 19:26 e seguintes).

quarta-feira, 12 de junho de 2013

TIMMS 2011 - Portugal's Maths learning raising scores (those were the days)



The five East Asian countries had the largest percentages of fourth grade students (30–43%) reach the TIMSS 2011 Advanced International Benchmark. Building  on this head start, these five countries pulled away from the rest of the world by  a considerable margin at the eighth grade, with by far the largest percentages of students reaching this benchmark—nearly half (47–49%) in Chinese Taipei, Singapore, and Korea. 
Remarkably, nine countries raised achievement across their entire fourth grade student distribution, from low to high performers, improving across all four international benchmarks over the past decade; only one declined across all four benchmarks. At the eighth grade, only three countries showed improvement across all benchmarks, and three had declines.
Ler+:
http://timss.bc.edu/timss2011/downloads/T11_IR_M_Chapter2.pdf

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Toque de saída



Filme de alunos da ES D. Luísa de Gusmão (AE Nuno Gonçalves), de Lisboa, dentro do Projeto Os Filhos de Lumière, O primeiro olhar. 2013, um bocadinho mais que 6 minutos


Toque de Saída, o filme que resulta da oficina O Primeiro Olhar 69, realizada em 2013 por alunos da Escola Secundária D. Luisa de Gusmão, em Lisboa, recebeu o Prémio Melhor Ficção do Festival 100 Cenas, organizado pela Escola Secundária de Castro Verde, que decorreu de 2 a 4 de Maio de 2013, em Castro Verde. O Primeiro Olhar 69, orientado por Jorge Cramez (realização), Ricardo Oliveira (imagem, som, montagem), Inês Alves (produção) e as professoras Helena Pinho e Filipa Marcos, foi realizado numa parceria entre a associação Os Filhos de Lumière e o Agrupamento de Escolas de Nuno Gonçalves com o apoio financeiro do ICA/Programa Ver.


O Primeiro Olhar

Projeto 10x10 Descobrir



Depoimentos impressionantes do projeto Gulbenkian 10x10 que decorreu em 2012/1013.
Tenho muito orgulho em pertencer a um Agrupamento de Escolas, em Vila Franca de Xira, em que duas docentes arriscaram e desenvolveram este projeto, com dois artistas plásticos, em benefício dos alunos e da escola, além da sua própria formação como profissionais. Obrigada, Ana Maria e Ilda.
O video tem 37 minutos, e vale bem a pena. Depoimentos de alunos, professores, artistas são bem expressivos do que se foi descobrindo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

UNESCO Policy Guidelines for Mobile Learning | eLearning


Documentos relevantes para refletir, divulgados em Fevereiro de 2013 e agora publicados, contaram com a colaboração de especialistas de mais de 20 países.
Cito:
UNESCO believes that mobile technologies can expand and enrich educational opportunities for learners in diverse settings. Yet most ICT in education policies were articulated in a pre-mobile era and they do not seek to maximize the learning potentials of mobile technology. The rare policies that do reference mobile devices tend to treat them tangentially or ban their use in schools.

Think!


This game-based learning educator learned this lesson the hard way when her students tuned her out. Watch how she turned them around: http://edut.to/11n4RJa.

Fonte: Edutopia no Facebook 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Inovação na escola: Luciano Meira at TEDxUFF


"Hackear a escola antes que ela chegue ao fim"
Ter em conta que diálogo não tem de estar numa conversação, mas está nos livros, no que se difunde e reutiliza e transforma na web, por aí.
Transformar a escola exige que não nos deixemos encerrar na escola, para superar a "metáfora da escola".

Luciano Meira (Recife, Pernambuco, Brasil), a ouvir e a seguir pelos forum disponíveis.

Acedido via Grupo do FB E-Learning Gurus de Portugal.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Números da educação em Portugal 1991-2011


Portugal. Ainda não é o que queremos, mas mostra o quanto andámos.
Não podemos retroceder - e há sinais preocupantes dessa possibilidade (vejam a coluna dos jovens dos 18 aos 24 anos que não completaram o ensino secundário e não estão a estudar)!

Retirado daqui

domingo, 11 de novembro de 2012

Os países que agora investem REALMENTE em educação e inclusão digital terão futuro. Os outros, não

A inclusão digital é um fator de inclusão social, mas isso só será verdade se compreendermos a inclusão digital nessa perspectiva mais ampla que estamos defendendo. A inclusão digital é um fator de inclusão social, mas isso só será verdade se compreendermos a inclusão digital nessa perspectiva mais ampla. Por que os filhos das famílias privilegiadas socioeconomicamente participam da cibercultura e do mundo digital? Porque eles têm acesso à internet nos seus quartos, com banda larga de qualidade, serviço de suporte gratuito e liberdade de navegação para efetivamente se constituírem como membros daquilo que chamamos de geração ‘alt+tab’. Se eu tenho programas de inclusão digital na linha de telecentros e infocentros que não compreendam essa dimensão, estou criando uma política perversa que disponibiliza para os filhos das camadas mais populares máquinas ruins para dar aula de software proprietário [aqueles cuja cópia ou redistribuição depende da permissão do proprietário]. Essa dicotomia entre o acesso privilegiado e o mais restrito cria uma segunda exclusão mais grave ainda, pois dá a ideia de que a pessoa está imersa nesse universo cibercultural, mas, na verdade, ela é apenas um coadjuvante reproduzindo a pirâmide de desigualdade que vemos em todos os outros campos. O físico e educador Nelson De Luca Pretto,em entrevista ao Ciência Hoje Artigo aqui http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/290/por-uma-etica-2018hacker2019 Inclui ligação para texto completo em pdf

sábado, 21 de julho de 2012

Estes alunos querem aprender e barricaram-se na sala de aula | P3

Imagem do trabalho dos finalistas da Academia de Ciências do Espetáculo, no Porto. De Adriano Miranda

Seis alunos numa sala de aulas vazia onde há muito não se aprende nada ensinado por um professor.

Em “Inimigos de Classe”, um texto de Nigel Williams, (representado pela 1ª vez em Londres, 1978, e em Portugal em 1997, no Teatro da Malaposta), os professores desistiram de ensinar e há um grupo de alunos barricado, à espera que lhe ensinem algo. Os estudantes chegam a pedir, gritando pela porta para o corredor da escola, que os professores que passam sem os ouvir lhes contem histórias de D. Pedro e D. Inês. “Stôr, podia-nos ensinar uma data de coisas, não podia?”
Class Enemy Poster by East West Theatre Company (1997)

Ler mais aqui:
Estes alunos querem aprender e barricaram-se na sala de aula | P3