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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Bibliotecas escolares em Espanha



Bibliotecas
escolares
Estudio de casos: buenas prácticas en la integración
de la biblioteca en los centros educativos / Inés Miret, Mónica Baró, Teresa Mañá, Inmaculada Vellosillo e Ignacio Montero 
EQUIPO DE LA FUNDACIÓN GERMÁN SÁNCHEZ RUIPÉREZ
Um extrato:
Colaboración con la biblioteca pública  
FACTORES FAVORECEDORES 
La existencia de bibliotecas públicas de calidad en el entorno. - La existencia de un programa de actuación entre la biblioteca escolar y la biblioteca pública. - La implicación de la Administración local en el desarrollo de las bibliotecas escolares. - La buena relación personal entre los responsables de ambas bibliotecas. - La utilización de sistemas de organización normalizados idénticos. - La difusión de la información de la biblioteca pública al conjunto de la comunidad educativa. 
REPERCUSIONES 
La biblioteca escolar y la pública definen mejor sus roles. -Las bibliotecas escolares amplían sus recursos. -El responsable de biblioteca y el conjunto del claustro reciben asesoramiento técnico y formación. -Profesores, alumnos y familias se acostumbran a usar la biblioteca pública. - Los alumnos mejoran sus hábitos de lectura. 
 
BARRERAS 
La precaria implantación de la biblioteca pública en el entorno de referencia. - El desconocimiento por parte de la biblioteca escolar de las posibilidades que se derivan de esta colaboración. - La tendencia al trabajo aislado por parte de las bibliotecas escolares.

De 2010, mas ainda atual!

cl.iblny.com/uploads/website/docs/319-1-BE_entre_comillas.pdf

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Jean Lowrie, 1918-2014


Esta foto foi retirada de uma brochura editada em sua homenagem, em 2013, aqui, quando da criação de uma bolsa de estudos universitária criada em sua homenagem, e por gratidão.


No domingo 9 de novembro faleceu com 96 anos Jen Lowrie, uma das fundadoras da IASL International Association of Schoollibrarianship.
Com uma extensa carreira profissional como bibliotecária, a sua teses de doutoramento em 1961 incidiu precisamente sobre bibliotecas escolares. A sua intervenção foi decisiba na criação da IASL na Jamaica, em 1971, com a missão de promover programas efetivos de bibliotecas escolares como um instrumento vital no processo educativ, bem como oferecer orientações e apoio no desenvolvimento de bibliotecas escolares e dos profissionais que a elas se dedicam.
Em 1972, apresentou em encontros da WCTP Wprld Confederation of the Teaching Professiom uma comunicação sobre os desenvolvimentos internacionais de bibliotecas escolares, que publicou, e que mais tarde reeditaria,  atualizada, com Mieko Nagakura.
Aposentou-se em 1983, tendo sido nomeada Professora Emérita pela Universidade de Western Michigan, onde dirigira o Departamento de Biblioteonomia entre 1970 e 1983.
Foi presidente da ASLA American Association of School Librarians (1963-64),  e da própria ALA American Library Association  (1973-74), bem como da IASL (1971-77), continuando nesta a integrar o secretariado executivo até 1996. Em 1988, a IASL homenageou-a com a criação de um Prémio Internacional IASL Jean Lowrie com o seu nome, que reconhece percursos de desenvolvimento de liderança em prol das bibliotecas escolares, em países da Zona C, e foi complementado com o Prémio IASL Ken Haycock, para as restantes zonas do globo. Em 2013, foi atribuído a Cosmas Mabeya, Equal Education South Africa, Capetown, South Africa





Em 2006, esteve em Lisboa no Congresso da IASL que aí se realizou, e participou ativamente, apesar das suas limitações de mobilidade.
Sobre ela, disse Sigrun Klara Hannesdotter, outra histórica combatente das mesmas causas, islandesa: "Duvido que muita gente tenha consciência do enorme contributo da Drª Jean E. Lowrie para a biblioteconomia, e em particular pelas bibliotecas escolares em todo o mundo. Batalhou sempre pelo desenvolvimento das bibliotecas escolares em toda a parte e usou a sua infatigável imaginação  para apontar novos caminhos que o guiassem."

Devemos-lhe muito. Pessoalmente, estou-lhe muito grata pela inspiração e o discreto apoio, sempre numa perspetiva global centrada nos direitos humanos, tão atual hoje como há sessenta e três anos.

A família (4 sobrinhos, oito sobrinhos/as-netos/as e uma sobrinha-bisneta) recebe condolências na First Prebyterian Church de Stuart, Florida, USA. Quem queira fazer contribuições em sua memória pode destiná-las ao Projeto de Prémio da IASL para Literatura Crianças, de Margo Nilson, ou entregá-las a um projeto de solidariedade à sua escolha.

R. I. P.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

BAD apoia a proclamação “Uma biblioteca em cada escola”

Em 2009, a ENSIL iniciou esta campanha, logo apoiada pela IASL e pela IFLA, que recebeu a sigla ALIES, de A Library In Every School. 
A tradução portuguesa da proclamação data de 2010, feita em colaboração lusófona (Portugal-Brasil), mas só agora recebeu forma de flyer, com a chancela da BAD, no ano do 40º aniversário desta prestigiada Associação de Profissionais das Bibliotecas, dos Arquivos e da Documentação e Informação.
Até à data, existem versões em diversos idiomas, apoiadas por outras tantas organizações regionais, nacionais ou internacionais
Podem acompanhar a campanha internacional através da página da sua comunidade no Facebook
Notícia completa:
BAD apoia a proclamação “Uma biblioteca em cada escola” : Notícia BAD

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Learning Commons : conceitos em mudança de bibliotecas escolares no séc. 21


The School Learning Commons Knowledge Building Center




Virtuais, Físicas, De Conhecimento... Como são?
Ler mais aqui: learningcommons

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pensar por si


Watch live streaming video from fcglive at livestream.com

Min. 20-27: a biblioteca e a leitura na escola, pela voz de uma professora envolvida em inovação. 
Seguido de intervenção sobre manuais, ética e trabalho pedagógico e pela criação - para que os alunos aprendam e desenvolvam a capacidade de pensar por si. E mais... vale a pena ouvir!

Projeto 10X10, 2014, Portugal (na apresentação dos trabalhos de alunos dsa ES Seomara da Costa Primo)

Ver mais aqui


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Teresa Calçada




Teresa Calçada, Coordenator of Portugal's School Libraries Network since its creation, in


1996, smoothly retired last month. We'll miss her, and a lot! I wish her new contributions to


 our nation's Culture and Education continue to built a brighter future, for all. 



In this photo, with Antonio Pina Falcão (President of BAD) and Peter Genco (President of 
IASL), during Lisbon IASL Conference, in 2006

Recent interview (portuguese press, 2014.01.19) : http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-dificuldades-justificam-uma-politica-publica-de-leitura-nas-escolas-e-fora-delas-1620174

Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares portuguesa desde a sua criação, em 1996, aposentou-se discretamente no mês passado. Vai fazer-nos falta, e muita! Espero que os seus novos contributos para a Cultura e a Educação do nosso país continuem a construir um futuro mais brilhante, para todos.
Nesta foto, com António Pina Falcão (presidente da BAD) e Peter Genco (Presidente da IASL), durante a Conferência Internacional da IASL em Lisboa, em 2006.
Entrevista recente (imprensa portuguesa, 2014.01.19):  http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-dificuldades-justificam-uma-politica-publica-de-leitura-nas-escolas-e-fora-delas-1620174

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Será que o sítio web vai salvar a tua biblioteca (e os teus bibliotecários)?


A propósito de melhorias, uma bibliotecária, Sue Kowalski e Pine Grove Middle School  de uma escola dos EUA, confrontada com o prémio anual da ALA (Associação Americana de Bibliotecas) para o melhor Programa de Biblioteca Escolar do Ano, estudou os critérios com muita atenção em 2010, sobretudo as falhas no seu VLC, que entendeu ser um ponto fraco. Levou o ano todo a corrigir o seu trabalho de acordo com o que lhe pareceram serem práticas melhores. Em 2011, ela e a sua escola ganharam o prémio!

O que é VLC? Não consigo encontrar tradução portuguesa à altura... mas tentei traduzir uma explicitação apresentada recentemente por Joyce Valenza:


Virtual Learning Commons VLC 

A estrutura de um VLC 

De acordo com o modelo criado por David Loertscher, do Estado de San Jose, e Carol Koechkin, consultora em educação, há 5 “espaços” básicos num “virtual learning commons”. 

A página principal, e centro de informação, é o que mais se aproxima do antigo “sítio web da biblioteca”. Segundo David Loertscher, é aqui que se mantêm as bases de dados, juntamente com fotos e contactos do pessoal, e um calendário de eventos; também pode atrair os alunos apresentando um slideshow de videos feitos por eles. 

A cultura da escola é um “anuário escolar ao vivo”, de acordo com Loertscher. “É aqui que ganham expressão as atuações da banda, dos coros, da equipa de futebol, de quem quer que tenha ganho um prémio. É isso que atrai os jovens. E nessa altura podes levá-los até outras coisas, como a aprendizagem e a literacia.” 

A seguir, diz ele, vem a cultura de literacia e de leitura, a página que serve como o centro de “celebração da literacia e da criação de conteúdos em todas as formas.” Tal inclui recensões de filmes e de livros feitas por alunos, professores, e bibliotecários; “gostos” em listas de leitura; concursos de escrita; leituras de poesia; e resultados de clubes de leitura. 

Em quarto lugar está o centro de construção de conhecimento, onde as pessoas se juntam para colaborar e co-ensinar em, projetos de aprendizagem. Se um professor prepartou uma unidade sobre a Guerra Civil, por exemplo, o bibliotecário e o professor podem trabalhar juntos para reunir os recursos de que os estudantes (e as suas famílias) vão precisar o projeto. 

A última área é o centro experimental de aprendizagem, onde vive “a melhoria da escola”, de acordo com Loertscher. “ É o lugar para experimentar coisas novas – e não há problema em falhar aqui antes de o adotar em toda a escola.” Pode incluir itens como um “lounge virtual do professor”, com projetos, oportunidades e novidades. Pode haver ligações para padrões (standards), recursos para desenvolvimento profissional, ou documentos fundamentais. Esta área provavelmente apresenta notícias da escola, um local onde a direção e os professores podem publicar calendários, espaços de trabalho, relatórios de progresso, planos e ações.

Ler mais aqui 
Joyce Valenza: Will This Website Save Your Library (and Your Librarians)? -- THE Journal - newsle

domingo, 18 de agosto de 2013

Cabeça e coração - bibliotecas escolares, pensamento crítico, missão educativa



Critical Thinking - Saskatoon Public Schools - Elementary LibGuides - LibGuides at Saskatoon Public Elementary Schools
Students use critical thinking skills to plan and conduct research, manage projects, solve problems, and make informed decisions using appropriate digital tools and resources.
a.      Identify and define authentic problems and significant questions for investigation
b.      Plan and manage activities to develop a solution or complete a project
c.      Collect and analyze data to identify solutions and/or make informed decisions
d.      Use multiple processes and diverse perspectives to explore alternative solutions
Uma parte importante dos Guias da Biblioteca das Escolas Públicas de Saskatoon (Canadá). Trabalho inspirador!
Vale a pena percorrer o sítio web e deter-se nos materiais aí reunidos e organizados pela Biblioteca Escolar, que está sempre no coraçãoi das aprendizagens dos alunos, como lembra o video feito em 2013 pelos Professores Bibliotecários de Washington (EUA), da WLMA (Washington Library Media Association).

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A propósito de concursos para professor bibliotecário, a decorrer


De modo consistente, os resultados em Leitura são melhores para alunos que dispoem de bibliotecários qualificados. Em escolas com bibliotecários a tempo inteiro, não apenas melhoram os resultados “pré-escola básica”, mas também melhoram mais os das escolas do básico ao secundário. (Pennsylvania 2012)
Em média, a percentagem de alunos que se classificam com “nível avançado” em Escrita é 2,5 mais alta em escolas com biblioteca´rios qualificados, a tempo inteiro, que nas que não dispoem de tal, Além disso, nas escolas que dispoem simultaneamente de bibliotecários qualificados e de pessoal de apoio, a percentagem de alunos que se classificam com “nível avançado” em Escrita é o dobro da alcançada pelos alunos das escolas que apenas dispoem de pessoal a tempo inteiro, qualificado. (Pennsylvania 2012)
Os alunos do ensino básico em escolas com bibliotecários escolares qualificados tendem a obter níveis mais elevados em inglês língua não materna que os que frequentam escoas com bibliotecários escolares não qualificados.(New York 2010)
Num estudo sobre alunos do 3º e do 4º grau, a presença de um bibliotecário escolar foi o único prenúncio forte de prazer na leitura; da mesma forma, os alunos do 3º e do 6º grau em escolas sem pessoal de biblioteca com formação tendem a ter desempenhos mais fracos em testes de leitura.(Ontario 2006)
Níveis mais exigentes de recrutamento de pessoal para as bibliotecas estão relacionados com desempenhos de leitura mais elevados, com um aumento de 7 a 13% do ensino básico ao secundário. Houve também progressos notáveis no desempenho na escrita na escola básica e média, até 18%. (Illinois 2005)
Os níveis do pessoal das bibliotecas, quer entre profissionais quer entre paraprofissionais, estão relacionados de forma significativa com o progresso nos serviços que aa bibliotecas fornecem e as melhorias naqueles serviços relativos aos níveis mais elevados nos testes. A força da relação existente entre serviços de biblioteca e resultados nos testes/exames aumenta com o nível de ensino, Estes resultados mantêm-se significativos quando se têm em conta todas as outras variáveis relativas à escola e à comunidade, incluindo média da escolaridade dos pais, pobreza, diferenças étnicas, percentagem de alunos de língua inglesa, e salário médio dos professores. (California 2008)
Assistentes de biblioteca que trabalham sem a supervisão de um bibliotecário escolar com formação não têm impacto nos resultados de leitura. (Colorado 2012)
Entre 2005 e 2011, os alunos de todas as escolas que adquiriram bibliotecários qualificado apresentaram resultados de leitura mais altos e maiores progressos nesses resultados que os alunos sem bibliotecário. Esta relação não pode ser explicada por si só por condições económicas locais.
(Colorado 2012)
“Staffing”, in “School library impact studies : the major findings from the past ten years”, Mansfield University, 2013, p.11-12


Recorde-se que, como consagrou a IFLA, a designação bibliotecário escolar é usada para os profissionais trabalhando em bibliotecas escolares, e que podem ser designados de outras formas, em diferentes países e sistemas escolares e de bibliotecas: professor bibliotecário, mediatecário escolar, especialista de informação e educação, especialista de media - educação, entre outros. Paraprofissionais são os elementos das equipas responsáveis por bibliotecas que não dispoem de formação qualificada como profissionais da área.
Esta obra publicada pela Universidade de Mansfield, para promover os seus cursos online neste campo, resume alguns dos principais resultados da investigação desenvolvida em vários países sobre as bibliotecas escolares releva ainda, para além do tema do Pessoal, mais 8 campos temáticos: Colaboração, Ensino, Horário, Acesso, Tecnologia, Coleções, Orçamento, Desenvolvimento profissional, "Achievement Gap" (não encontro tradução apropriada, talvez - níveis de insucesso?).

No item "Ensino", que não significa de todo part-time como professor e part-time como bibliotecário escolar, destaco:
A chave de um programa de biblioteca exemplar é a capacidade de o bibliotecário escolar de ser um professor efetivo, que optimize o tempo de ensino, oferecendo apoio eductivo e liderança através de parcerias e colaboração, encontrando oportunidades para integração e conexões através do curriculum. (Ontario 2009)
Para ler e reflectir.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

First education bill in decades acknowledges effective school library programs - American Library Association

A ALA agradeceu hoje a 4 senadores, Tom Harkin (D-IA), Patty Murray (D-WA), Sheldon Whitehouse (D-RI) and Jack Reed (D-RI) por terem conseguido defender mais recursos para bibliotecas escolares, assunto que vai ser discutido no Senado no dia 11 de junho, sobre o  Strengthening America’s Schools Act. Este documento reconhece pela primeira vez nos EUA, desde o ESEA de 1965, o papel da biblioteca escolar na aprendizagem dos alunos  
If this bill were to become law, it would reauthorize ESEA. Strengthening America’s Schools Act creates specific language for libraries and implements the Improving Literacy and College and Career Readiness through Effective School Library Program.  This program has several provisions that will be helpful to students and libraries in the United States including defining an effective school library program as:
  1. Staffed by a state-certified or licensed school librarian;
  2. Having up-to-date books, materials, equipment, and technology (including broadband);
  3. Including regular collaboration between classroom teachers and school librarians to assist with the development and implementation of curriculum;
  4. Supports the development of digital literacy skills

Furthermore, this legislation will allow for the Department of Education to award three-year grants to low income school libraries to maintain up-to-date school library collections, staffed by a state-certified school librarian and for other purposes relating to a school library.
School librarians are literacy champions and primary educators in teaching students digital skills. A recent study (PDF), found that elementary schools with librarians averaged 68 to 72 percent of students scoring proficient or advanced on a statewide test of reading.

First education bill in decades acknowledges effective school library programs - American Library Association

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Peniche em julho: redes & bibliotecas



Podem enviar comunicações até 30 de maio.
Vão ser dois dias e tanto, mesmo à beirinha do grande Atlântico e da bela sardinha de Peniche, que a gente que se entende assim não nasceu para sofrer

Bogotá 2013, contributo da RBE (Lisboa)



Comunicação enviada a distância para Bogotá, de Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares (Portugal), na impossibilidade, por motivos de saúde, de estar presente no painel para que fora convidada pela Rede Capital de bibliotecas Públicas-Bibliored, no dia 23 de abril de 2013, em Bogotá, Colômbia. O painel, dedicado precisamente aos Planos de Leitura e às bibliotecas escolares "con expertos de Portugal y de Colombia", contou com a presença de Fernando Pinto do Amaral, comissário do PNL (Plano Nacional de Leitura), igualmente convidado por BiblioRed.
A ocasião é relevante, pois, além de Portugal ser o tema da prestigiada Feira Internacional do Livro de Bogotá, Filbo, deste ano, decorre em simultâneo o 11º Congreso Nacional de Lectura, este ano também I Encontro Internacional de Bibliotecas Escolares, organizado por Fondalectura, onde a Ministra da Educação colombiana acaba de lançar a ideia não apenas de uma rede nacional de bibliotecas escolares mas também de uma Rede Internacional de Bibliotecas Escolares, correspondendo aos muitos especialistas que se reuniram confirmando uma vez mais a importância para a educação e as aprendizagens de bibliotecas escolares de qualidade em todos os estabelecimentos educativos, e das parcerias com as bibliotecas públicas para o sucesso das políticas de desenvolvimento da leitura e das literacias. A ministra, María Fernanda Campo, afirmou: "Vamos tentar construir essa rede que tanto nos interessa, porque a leitura e a escrita também são veículos de paz".

domingo, 21 de abril de 2013

Bibliotecas escolares e o seu desenvolvimento

Imagem do website da ALA
Foram publicados 2 novos relatórios sobre bibliotecas escolares, por associações de profissionais,  que valem uma visita.
Nos EUA, pela ALA, cuja presidente criou uma Task-Force para promover a defesa das bibliotecas escolaresMais informação aqui: State Americas Libraries Report 2013 e na publicação da AASL (ramo da ALA para as bibliotecas esoclares), School Libraries Count!(2012):


Na Austrália, pela ASLA, que sublinha o papel dos bibliotecários escolares / professores bibliotecários na educação do futuro, face aos desenvolvimentos da tecnologia e das dinâmicas da informação, e responsabiliza as políticas educativas : Future learning and school libraries:

"(...) a teacher librarian, within a 21stcentury learning environment, is an instructional leader, curriculum designer, consultant, collaborator, mediator for students and staff to achieve  best practice in learning. 
To enable teacher librarians and school libraries to fulfil their potential in advancing 21st century learning, there is an urgent need for further research and funding to support future planning and provision of school libraries, as evidenced by the report School libraries and teacher librarians in 21st century Australia (House of Representatives, 2011). There is also a need for enhanced professional education and employment opportunities to ensure that all Australian students benefit from the professional knowledge, practice and commitment of a teacher librarian at their school." (p.17)


quarta-feira, 6 de março de 2013

Belos cartazes para boas leituras - 3 e 4

AE Gil Vicente (Lisboa) Bibliotecas Escolares Gil Vicente e do Castelo, Grupo de coordenação do Projeto aLer+, 2013
O mesmo, em formato portátil :) e com lema. Bom lema :)
Interior do folheto, com programa da Semna da Leitura (Março 2013)
Mais cartazes aqui